Medindo condutividade com mini eletrodos
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Sartorelli, Maria Luisa |
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| dc.contributor.author |
Binello, Haiana Dalla Costa |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T12:31:35Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T12:31:35Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268327 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Ciências Físicas e Matemáticas.
Departamento de Física. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este trabalho apresenta as atividades desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq), realizadas no Laboratório de Sistemas Nanoestruturados (LabSiN) da Universidade Federal de Santa Catarina. O projeto teve como objetivo principal a caracterização impedimétrica de eletrodos interdigitados (IDE), visando determinar a constante de célula destes dispositivos por meio de espectroscopia de impedância utilizando o método GPE (Elemento de Fase Generalizado). A relevância científica e tecnológica do estudo se justifica pela ampla aplicação da condutividade elétrica em áreas como controle de qualidade da água, indústria farmacêutica e biomédica, e pelo potencial dos IDEs como sensores compactos e de fácil integração.
A metodologia adotada incluiu a preparação de soluções eletrolíticas de KCl em diferentes concentrações, a utilização de um potenciostato AUTOLAB com módulo de análise de impedância, e a comparação entre medidas obtidas com uma célula condutimétrica comercial calibrada e os eletrodos IDE. O controle de temperatura foi realizado em câmara climatizada a 18 °C, sendo necessário descartar diversas medidas devido a oscilações térmicas provocadas por quedas de energia. Para o tratamento dos dados, aplicou-se o método GPE, que permite extrair valores de resistência e condutividade sem recorrer a circuitos equivalentes e sem dispersão em frequência.
Os resultados indicaram que as medidas de condutividade com a célula comercial foram consistentes e permitiram validar os procedimentos experimentais. Entretanto, no caso dos eletrodos interdigitados, verificou-se comportamento anômalo em eletrodos virgens, com espectros de capacitância característicos de materiais isolantes. Apenas após a reutilização dos IDEs alguns resultados realistas foram obtidos, embora limitados a poucas concentrações, o que impossibilitou a determinação da constante de célula. Uma hipótese é que isso se deva à presença de um filme isolante proveniente do processo de fabricação, indicando a necessidade de um protocolo de limpeza ou pré-tratamento adequado antes do uso.
Conclui-se que, apesar de não ter sido possível finalizar a calibração dos IDEs, o projeto cumpriu cinco dos seis objetivos propostos, avançando no entendimento das limitações experimentais e abrindo caminho para a continuidade do estudo. Como adaptação às dificuldades encontradas, foi proposto o desenvolvimento de um procedimento específico de pré-tratamento para os eletrodos. Além dos resultados técnicos, destaca-se a importância da iniciação científica para a formação acadêmica, proporcionando o aprofundamento em conceitos de física experimental, contato com técnicas avançadas de caracterização e experiência prática no ambiente de pesquisa. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Condutividade, eletrodo interdigitado, espectroscopia de impedância |
pt_BR |
| dc.title |
Medindo condutividade com mini eletrodos |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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