O papel das universidades brasileiras na cooperação internacional para o desenvolvimento
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Leite, Iara Costa |
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| dc.contributor.author |
Kiefer, Bernardo Almada |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T11:39:15Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T11:39:15Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-07 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268269 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro Socioeconômico
Departamento de economia e relações internacionais |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Em 2010, o governo brasileiro, em parceria com o IPEA e a ABC (Agência Brasileira de Cooperação), teve a iniciativa de sistematizar os gastos nacionais em cooperação internacional para o desenvolvimento. Os gastos reportados pelas instituições convidadas a participar foram posteriormente publicados em uma série de relatórios denominada COBRADI (Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional). Em 2022, as universidades federais também foram convidadas a reportar suas despesas e iniciativas relacionadas à cooperação internacional. Esse movimento tornou possível observar a participação das instituições de ensino superior federais como atores relevantes no sistema de cooperação para o desenvolvimento à medida em que também abre caminho para refletir sobre as categorias tradicionais de análise desse fenômeno, tradicionalmente pautadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Tais categorias – Norte-Sul, Sul-Sul e Sul-Sul-Norte – tendem a reproduzir hierarquias consolidadas, orientadas por uma visão que reconhece somente a transferência de recursos financeiros e tecnológicos dos países centrais, o Norte global, para o denominado Sul global. A pesquisa propõe que a inserção das universidades federais brasileiras nesse quadro sugere a possibilidade de inauguração de uma categoria nova, chamada “Sul-Norte”. Essa denominação enfatiza a existência de fluxos de cooperação em que instituições do Sul global, especialmente vinculadas à produção de conhecimento científico, figuram em fluxos de cooperação com direção a países desenvolvidos do Norte. Nesse sentido, a categoria não apenas amplia as formas de metrificar a cooperação internacional, mas também subverte a lógica estabelecida pelas classificações dominantes. Nos relatórios COBRADI, a presença dessa dinâmica aparece de forma recorrente, tanto de maneira implícita quanto explicitamente, assim, compreender a relevância da cooperação conduzida por instituições federais de ensino superior implica reconhecer seu potencial para redefinir fluxos internacionais e reposicionar o Brasil nos debates sobre novas tipologias de metrificação da cooperação. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Cooperação internacional |
pt_BR |
| dc.subject |
Cooperação Sul-Norte |
pt_BR |
| dc.subject |
Metrificação |
pt_BR |
| dc.subject |
Universidades brasileiras |
pt_BR |
| dc.title |
O papel das universidades brasileiras na cooperação internacional para o desenvolvimento |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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