A dor de ser o que se vê: Schopenhauer contra a vaidade do otimismo
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Debona, Vilmar |
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| dc.contributor.author |
Oliveira, Gabriel Bao |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-02T18:29:52Z |
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| dc.date.available |
2025-09-02T18:29:52Z |
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| dc.date.issued |
2025-08-02 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267852 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
Departamento de Filosofia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este relatório investiga a crítica schopenhaueriana ao otimismo leibniziano a partir de um duplo enfoque: metafísico e axiológico. Partindo da tese de que vivemos no “melhor dos mundos possíveis”, proposta por Leibniz, Schopenhauer contesta a possibilidade de justificar racionalmente o mal, mostrando que este não pode ser subsumido a um plano divino harmonioso. A pesquisa percorre a constituição de um anti-otimismo que, longe de ser apenas uma negação, se transforma em uma ontologia do sofrimento. O mundo, movido por uma vontade cega e incessante, é atravessado por conflitos, frustrações e dores que não permitem sua celebração otimista. A partir disso, Schopenhauer propõe não o desespero e uma visão fatalista, mas uma crítica lúcida à valoração da vida. O pessimismo, assim, é compreendido não como resignação, mas como possibilidade de resistência e crítica do ciclo da vontade. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Schopenhauer. Vontade. Otimismo. Pessimismo. Metafísica. |
pt_BR |
| dc.title |
A dor de ser o que se vê: Schopenhauer contra a vaidade do otimismo |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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