Nanocompósitos magnéticos para aplicações biomédicas.

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Nanocompósitos magnéticos para aplicações biomédicas.

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Teixeira, Cristiano da Silva
dc.contributor.author Silva, Camila Somavila da
dc.date.accessioned 2025-08-26T19:54:55Z
dc.date.available 2025-08-26T19:54:55Z
dc.date.issued 2025-08-26
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267676
dc.description.abstract Este trabalho estudou uma rota para a síntese de nanocompósitos magnéticos com potencial para aplicações biomédicas, os quais apresentam o efeito superparamagnético em escala nanométrica, sendo este um efeito de enorme relevância para essas aplicações. Atualmente, com o surgimento e o desenvolvimento de um novo estilo de vida da sociedade em geral, produtos alimentícios ultraprocessados, a exposição radioativa e maus hábitos em relação ao meio ambiente trazem malefícios à saúde, provocando doenças, as quais devem, cada vez mais, ser tratadas com uma atenção significativa. Dessa forma, terapias vêm sendo estudadas no âmbito da ciência e engenharia de materiais, onde pode-se destacar os nanocompósitos magnéticos para aplicações biomédicas, os quais são chamados de SPION´s (SuperParamagnetic Iron Oxide Nanoparticles). Essas nanopartículas magnéticas são muito importantes e vêm ganhando espaço na área acadêmica, devido ao seu potencial biomédico, principalmente em tratamentos de hipertermia, ou seja, com o campo magnético externo, há um aquecimento local, o que faz com que tecidos doentes sejam atacados, minimizando danos àqueles saudáveis. A magnetita é um dos elementos principais, uma vez que é formada por óxido de ferro e possui superfície altamente reativa quando em escala nanométrica. O ácido oleico também é importante, uma vez que este reagente pode regular a estrutura lipídica da membrana celular para alcançar efeitos antitumorais. Porém, para essas aplicações, o superparamagnetismo é crucial, sendo que o tamanho dos SPION´s deve ser menor do que 20 nm. Portanto, este projeto concluiu com sucesso a síntese de magnetita com ácido oleico, o qual foi inserido na solução com micropipeta (0,3 mL), e recobrimento com quitosana (0,5g para cada 100 mL de água destilada e 20 mL de ácido acético), um polímero biocompatível, natural e biodegradável para seu uso de forma segura e satisfatória no organismo humano. As análises de FTIR e DRX demonstram tais aspectos, visto que a presença desses materiais é evidenciada. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Blumenau, SC pt_BR
dc.subject Nanocompósitos magnéticos pt_BR
dc.subject Spions pt_BR
dc.subject Quitosana pt_BR
dc.title Nanocompósitos magnéticos para aplicações biomédicas. pt_BR
dc.type video pt_BR


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