Regimes alternativos de n-acetilcisteína no tratamento da intoxicação por paracetamol: uma revisão de escopo das modalidades terapêuticas e implicações clínicas.
Show simple item record
| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Santos, Claudia Regina dos |
|
| dc.contributor.author |
Tomkiel, Marina de Moraes |
|
| dc.date.accessioned |
2025-07-10T12:06:20Z |
|
| dc.date.available |
2025-07-10T12:06:20Z |
|
| dc.date.issued |
2025-06-30 |
|
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266141 |
|
| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O paracetamol é amplamente utilizado como analgésico e antipirético, porém seu uso
inadequado, aliado à facilidade de acesso, contribui para o aumento dos casos de intoxicação,
especialmente em tentativas de suicídio. O tratamento padrão com N-acetilcisteína (NAC),
adotado desde a década de 1970, embora eficaz, apresenta limitações como elevada taxa de
reações adversas e complexidade no esquema de infusão intravenosa. Este trabalho teve como
objetivo investigar os avanços recentes nos regimes terapêuticos com NAC para o manejo da
intoxicação aguda por paracetamol em adultos, por meio de uma revisão de escopo. A análise
foi conduzida com base nas diretrizes metodológicas do Instituto Joanna Briggs e seguiu a
extensão PRISMA-ScR, incluindo onze estudos publicados entre 2015 e 2025. Os resultados
indicaram que os regimes abreviados, especialmente os de duas bolsas e os de 12 horas
(SNAP e NACSTOP), demonstram eficácia clínica comparável ao regime tradicional, com
menor incidência de reações adversas e menor complexidade de administração. As discussões
demonstraram que tais protocolos oferecem vantagens, especialmente em contextos de
emergência e em populações de baixo risco, sem comprometer a prevenção da
hepatotoxicidade. Conclui-se que os regimes alternativos representam um avanço relevante no
tratamento da intoxicação por paracetamol e reforçam a necessidade de ensaios clínicos
multicêntricos para sua implementação como prática padrão, além de apontarem para a
atualização dos protocolos nacionais, como os adotados pelo CIATox/SC. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
70 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Paracetamol |
pt_BR |
| dc.subject |
N-Acetilcisteína |
pt_BR |
| dc.subject |
Intoxicação Aguda |
pt_BR |
| dc.subject |
Regimes Alternativos |
pt_BR |
| dc.subject |
Revisão de Escopo |
pt_BR |
| dc.title |
Regimes alternativos de n-acetilcisteína no tratamento da intoxicação por paracetamol: uma revisão de escopo das modalidades terapêuticas e implicações clínicas. |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
Files in this item
This item appears in the following Collection(s)
Show simple item record
Search DSpace
Browse
-
All of DSpace
-
This Collection
My Account
Statistics
Compartilhar