| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Itako, Adriana Terumi |
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| dc.contributor.author |
Marafigo, Denner Roberto Furtado de |
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| dc.date.accessioned |
2022-12-17T19:55:22Z |
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| dc.date.available |
2022-12-17T19:55:22Z |
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| dc.date.issued |
2022-11-11 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/242977 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Curitibanos, Agronomia. |
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| dc.description.abstract |
O mofo branco, cujo agente causal é o fungo Sclerotinia sclerotiorum, essa doença acomete mais de 400 espécies de plantas, principalmente as leguminosas. Este fungo é problemático principalmente por causar grandes danos quando não controlada, além de produzir estruturas de resistência denominados de escleródios. Os escleródios podem permanecer viáveis no solo por até 8 anos, devido a essas estruturas ficarem no solo é difícil de realizar o controle, portanto é importante a limpeza dos maquinários quando realizar a troca de áreas, evitando a entrada do patógeno no local, ademais quando possível é indicado utilizar sementes certificadas e livres do fungo. Para o controle micelial pode ser utilizado produtos químicos ou biológicos. Já para o controle dos escleródios o mais indicado seria o plantio direto, pois a palhada como cobertura do solo, impede a formação dos apotécios, reduzindo a disseminação do fungo na área. Pensando em reduzir a utilização de produtos químicos e da poluição do solo e dos recursos hídricos, buscou-se avaliar a utilização de óleos essenciais de capim limão (Cymbopogon citratus), capim carona (Elionurus muticus) e alecrim (Rosmarinus officinalis) no controle in vitro do crescimento micelial e na germinação dos escleródios do fungo S. sclerotiorum. Os óleos essenciais foram extraídos por hidrodestilação no aparelho Clevenger. Para a avaliação do controle do crescimento micelial foram utilizadas as seguintes concentrações 0, 250, 500 e 1000 ppm. As variáveis analisadas foram a área abaixo da curva de crescimento micelial e a velocidade de crescimento. Para a avaliação da germinação dos escleródios foram utilizadas duas metodologias distintas, sendo uma de imersão e outra de volatilização na dosagem de 5000 ppm. Na avaliação de imersão foram adicionados 4 mL da emulsão dos óleos sobre o meio ágar-água, foram depositados 5 escleródios equidistantes na placa de Petri em seguida foram acondicionadas na câmera de crescimento por 25 dias, observando os escleródios germinados e não germinados. Na avaliação de volatilização dos óleos essenciais foi utilizado o meio ágar-água onde 5 escleródios foram depositados de forma equidistante, para volatilizar 100 µL do óleo essencial foi pipetado em um chumaço de algodão que foi preso na tampa da placa de Petri, em seguida as placas foram acondicionadas na câmera de crescimento por 25 dias sendo observado os escleródios germinados e não germinados. Com relação ao crescimento micelial os óleos de capim carona e capim limão nas doses de 1000 e 500 ppm inibiram completamente o crescimento do fungo. Para confirmar a viabilidade dos escleródios foi realizado o teste de tetrazólio, avaliando a coloração dos escleródios após o tratamento com a solução. Na metodologia de imersão os óleos de capim carona e capim limão inibiram 100% dos escleródios, a volatilização dos óleos de capim limão e capim carona inibiram 75% e 60% respetivamente. Desta forma os óleos essenciais de capim carona e limão apresentam capacidade de controle do fungo S. sclerotiorum, necessitando de novos estudos a campo para determinar a utilização de forma comercial. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
The white mold whose causal agent is the fungus Sclerotinia sclerotiorum, this disease affects
more than 400 species of plants, mainly as legumes. This fungus is problematic mainly because
it causes great damage when not controlled, in addition to producing resistance structures called
sclerotia. Soils can continue to be important as they cannot be large, but they can be difficult to
control, when a soil is difficult to make, when entry is not difficult to make, when entry occurs,
and machinery when entry can occur that of the machinery, being on site, it is also possible to
have certified and fungus-free seeds. For mycelial control, chemical or biological products can
be used. The most indicated would be no-tillage, as straw can reduce the spread of apothecia,
which can reduce the spread of ascospores, as the control would be the spread of the fungus.
With the aim of reducing the use of chemical products and pollution of the soil and water
resources, we sought to evaluate the use of essential oils from lemongrass (Cymbopogon
citratus), carona grass (Elionurus muticus) and rosemary (Rosmarinus officinalis) in pest
control. vitro of mycelial growth and germination of sclerotia of the fungus S. sclerotiorum.
Essential oils were extracted by hydrodistillation in the clevenger apparatus. To evaluate the
control of mycelial growth, the following concentrations were used: 0, 250, 500 and 1000 ppm,
in which the aliquots of the oils were added to the PDA medium, together with streptomycin
and penicillin and Tween20®, the Petri dishes were placed in the growth chamber and the
evaluation was carried out for 21 days, the area under the mycelial growth curve and the growth
velocity were calculated. For the evaluation of sclerotia germination, two different
methodologies were used, one of immersion and the other of volatilization at a dosage of 5000
ppm. In the immersion evaluation, 4 mL of the dilution of the oils were added on the agar-water
medium, 5 equidistant sclerotia were deposited in the Petri dish and then placed in the growth
chamber for 21 days, observing the germinated and non-germinated sclerotia. In the evaluation
of the volatilization of the essential oils, an agar-water medium was used, where 5 sclerotia
were deposited equidistantly, to volatilize 100 µL of the essential oil was pipetted into a cotton
swab that was attached to the lid of the Petri dish, then the plates were placed in the growth
chamber for 21 days, and germinated and non-germinated sclerotia were observed. In mycelial
growth, carona grass and lemongrass oils at doses of 1000 and 500 ppm completely inhibited
the growth of the fungus. In the immersion methodology, carona grass and lemongrass oils
inhibited 100% of the sclerotia, the volatilization of lemongrass and carona grass oils inhibited
75% and 60%, respectively. Thus, carona grass and lemon essential oils have the ability to
control the fungus S. sclerotiorum, requiring further field studies to determine their commercial
use. |
en |
| dc.format.extent |
50 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Curitibanos, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Mofo branco |
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| dc.subject |
Crescimento micelial |
pt_BR |
| dc.subject |
Escleródios |
pt_BR |
| dc.subject |
Teste in vitro |
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| dc.title |
Extração e uso de óleos essenciais de plantas medicinais na inibição do Sclerotinia sclerotiorum |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Tolentino, João Batista |
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