O PERFIL ADOLESCENTE NO FACEBOOK Assimetria e papéis de gênero

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Título: O PERFIL ADOLESCENTE NO FACEBOOK Assimetria e papéis de gênero
Autor: Maria do Carmo, da Silva
Resumo: O presente estudo traz um levantamento do perfil virtual de adolescentes matriculados em escolas públicas no Ensino Fundamental do município de Florianópolis, tomando como ambiente a rede social Facebook. O objetivo geral é analisar como este perfil é construído e qual a especificidade/assimetria de Gênero presente e visível na constituição do sujeito. Para atingir tal objetivo, foram estabelecidos como objetivos específicos: identificar a frequência e a natureza do uso do Facebook pelos adolescentes; identificar e analisar a representação dos adolescentes sobre gênero e identificar/analisar características nos discursos e atitudes referentes a assimetria de gênero buscando relacionar à influência dos ambientes escola-família-mídias. A investigação consiste numa abordagem qualitativa, com delineamento descritivo-explicativo e assumirá o caráter de estudo de levantamento (Survey). A intenção do projeto é inicialmente observar características no perfil do aluno e, a partir da perspectiva de gênero, levantar um possível padrão que se justifique distintamente em meninas e meninos. Durante o desenvolvimento será avaliada a influência e/ou reprodução de discursos absorvidos em relações interpessoais que estejam evidenciados na construção deste perfil e verificadas quais as influencias do processo interacional (rede social) nas concepções de gênero que o educando possa ter; como estas concepções transitam no/do ambiente escolar e familiar; como está configurado o processo autocrítico dos modelos heteronormativos; quais as implicações da apresentação pessoal sobre o processo representativo de papéis, as condições e as relações existentes através da rede social Facebook. A pesquisa, de abordagem qualitativa, adotou os seguintes procedimentos metodológicos: observação e análise dos perfis edos conteúdos expostos nos mesmos. O estudo partirá da análise das relações estabelecidas entre a nova "forma de autoapresentação", que os adolescentes fazem quando constroem e expõem seu perfil focando na análise a representação ideológica de gênero. Espera-se que a identificação de possíveis especificidades identitárias seja um colaborador para o processo educativo de se problematizar a condição em que são constituídas a identidade de gênero dos educandos no ambiente virtual.
Descrição: TCC(especialização) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia de Ciências Humanas. Gênero e Diversidade na Escola.
URI: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/174110
Data: 2017-03-19


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