Eletrofiação de blenda de acetato de celulose e spiropyran para identificação de cianeto em acetonitrila
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Minatti, Edson |
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| dc.contributor.author |
Vieira, Eduardo de Oliveira |
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| dc.date.accessioned |
2016-09-09T18:12:58Z |
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| dc.date.available |
2016-09-09T18:12:58Z |
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| dc.date.issued |
2016-07 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/167247 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Química. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
As nanofibras poliméricas têm sido muito estudadas nos últimos anos pelas suas propriedades relevantes em diversas áreas de pesquisa e indústria, como sua grande relação área superficial em relação ao volume e sua versatilidade quanto à ampla variedade de materiais obtidos em sua manufatura. Sua utilização em sensores é relativamente alta, porém os quimiossensores aniônicos ainda são poucos. A identificação de cianeto por meio deste tipo de material é então inédito e interessante dada à altíssima toxicidade deste ânion. Foi utilizado o polímero acetato de celulose para a eletrofiação, pelo seu baixo custo e insolubilidade em água, juntamente de um corante spiropyran que muda sua cor através de reação seletiva com o cianeto. As fibras de acetato de celulose sem corante que foram eletrofiadas para este fim apresentaram bom diâmetro médio, entre 228 nm a 310 nm, entretanto possuíram também uma alta quantidade de contas, o que diminui sua área superficial em relação ao seu volume. As fibras formadas pelo polímero com o corante foram feitas através de blenda dos dois componentes, por meio de agitação mecânica, em solução de acetona e água e foram eletrofiadas com os mesmos parâmetros utilizados para as fibras sem o corante que apresentaram os melhores resultados. Tais fibras apresentaram uma morfologia melhor do que aquelas apenas com o polímero, por apresentarem uma maior condutividade elétrica. Elas foram então mergulhadas em soluções de diferentes ânions em acetonitrila, mas apenas a solução 1.10-2 mol . L-1 de CN- fez com que a coloração da fibra mudasse de rosa para amarelo, indicando a reação química do spiropyran com o ânion. As soluções de CN- mais diluídas não mudaram significativamente a coloração da fibra. Uma vez que a mudança de cor é reversível o corante spiropyran é um quimiossensor do tipo cromorreagente. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
44 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
eletrofiação |
pt_BR |
| dc.subject |
acetato de celulose |
pt_BR |
| dc.subject |
spyropiran |
pt_BR |
| dc.subject |
quimiossensores |
pt_BR |
| dc.title |
Eletrofiação de blenda de acetato de celulose e spiropyran para identificação de cianeto em acetonitrila |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Dreyer, Juliana Priscila |
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