Análise do retrospecto da indústria do Rio Grande do Sul após 1994: há em curso um processo de desindustrialização?
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Arend, Marcelo |
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| dc.contributor.author |
Bauermann, Atela Luis Staudt |
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| dc.date.accessioned |
2014-08-26T12:54:57Z |
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| dc.date.available |
2014-08-26T12:54:57Z |
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| dc.date.issued |
2014-08-26 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/124283 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O presente trabalho se propõe a analisar o retrospecto da indústria do Rio Grande do Sul após 1994 em relação a um possível processo de desindustrialização. Além da revisão teórica a respeito do tema, foram pesquisados dados relativos ao emprego e produção industrial para verificar a diminuição ou o crescimento da participação deste setor na economia gaúcha. A desindustrialização consiste na perda de participação da indústria no emprego ou no produto de uma economia frente à agropecuária e ao setor de serviços. Segundo a teoria heterodoxa, a desindustrialização prejudica o desenvolvimento econômico, pois a indústria, por meio de economias de escala e difusão de tecnologias, é considerada o motor do crescimento econômico. Há duas formas distintas de desindustrialização, a saber, a desindustrialização precoce e a desindustrialização natural. A primeira consiste na perda de participação do emprego ou produto industrial sem crescimento simultâneo da renda per capita ou da produtividade na economia. Por outro lado, a desindustrialização natural ocorre em estágios avançados de desenvolvimento econômico e é inclusive intrínseca a esse processo. Uma das principais causas de desindustrialização é a chamada Doença Holandesa, que, simplificadamente, ocorre quando há uma intensa exploração de recursos naturais abundantes e exportação de produtos primários, que força a taxa de câmbio de mercado à valores desfavoráveis para as exportações industriais. Para o Rio Grande do Sul constatou-se uma perda de participação tanto no emprego quanto no valor produzido pela indústria. Porém, setores com maior intensidade tecnólogica tem ganhado importância dentro do setor industrial, e as exportações industriais tem se mantido em trajetória ascendente, exceto em alguns setores como o de calçados, em que o câmbio apreciado e a concorrência dos produtos chineses tem caracterizados entraves às exportações. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
73 f. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.subject |
Desindustrialização; Produção industrial; Doença Holandesa; Rio Grande do Sul; Desenvolvimento econômico. |
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| dc.title |
Análise do retrospecto da indústria do Rio Grande do Sul após 1994: há em curso um processo de desindustrialização? |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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