Caracterização de bactérias endofíticas e isolamento do fitopatógeno Exserohilum turcicum de Milho Crioulo (Zea mays var. Rosado)

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Caracterização de bactérias endofíticas e isolamento do fitopatógeno Exserohilum turcicum de Milho Crioulo (Zea mays var. Rosado)

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Título: Caracterização de bactérias endofíticas e isolamento do fitopatógeno Exserohilum turcicum de Milho Crioulo (Zea mays var. Rosado)
Autor: Silva, Emanuela Pille da
Resumo: O milho representa uma cultura de grande importância para o Brasil, tanto no aspecto econômico como social. Entretanto, o aumento da produção traz consigo condições mais favoráveis para o aparecimento de doenças. Devido às grandes perdas na produção que essas doenças, como a queima de turcicum, podem acarretar na cultura do milho realizam-se cada vez mais aplicações de agroquímicos visando controlar tais moléstias. Entretanto, estas aplicações geram grandes problemas tanto sociais como ambientais, levando-nos a buscar soluções mais sustentáveis. Neste contexto, apesar de ainda pouco estudados, os microrganismos endofíticos, devido ao nicho ecológico que ocupam, vem mostrando potencial de uso na agricultura inclusive no controle biológico. Deste modo, este trabalho teve como objetivo realizar o isolamento e a caracterização de bactérias endofíticas de milho crioulo variedade Rosado e o isolamento do fungo Exserohilum turcicum (Pass.) K. J. Leonard & E. G. Suggs, agente causal da queima de turcium, para que futuramente possam ser testados esses isolados bacterianos no antagonismo ao patógeno. Para tanto através do método de fragmentação do tecido vegetal, foram isoladas assepticamente em meio TSA 10% bactérias endofíticas de folhas e colmos de milho crioulo no estádio vegetativo da cultura, realizando-se posteriormente a caracterização morfológica e molecular por BOX PCR, dos isolados obtidos. O isolado fúngico foi também isolado da folha, a partir de lesões típica da doença, utilizando-se o meio LCHA. No total, foram isolados 82 bactérias endofíticas, onde 56 foram provenientes de folha e 26 de colmo. Até o presente momento foi possível realizar a caracterização morfológica e molecular de 28 isolados, sendo 14 de cada órgão vegetal. A análise morfológica diferiu da molecular. Entretanto, esta última demonstrou que dos 28 isolados, 10 isolados de colmo e 12 isolados de folha, são diferentes e apenas 1 isolado comum tanto a folha quanto a colmo. Deste modo, a análise por BOX-PCR, mostrou-se um método eficiente para diferenciar isolados, demonstrando que bactérias que compartilham características morfológicas similares, podem representar isolados diferentes. Este método também demonstrou que órgãos vegetais, colmo e folha, compartilham de poucos isolados.
Descrição: TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Curso de Agronomia.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/117140
Data: 2013-11-26


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