Quebra de dormência física e identificação do local de entrada de água em sementes de duas espécies de Fabaceae Peltophorum dubium (Spreng.) Taub. (Caesalpinioideae) e Mimosa bimucronata (DC) O. Kuntze (Mimosoideae)

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Quebra de dormência física e identificação do local de entrada de água em sementes de duas espécies de Fabaceae Peltophorum dubium (Spreng.) Taub. (Caesalpinioideae) e Mimosa bimucronata (DC) O. Kuntze (Mimosoideae)

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Título: Quebra de dormência física e identificação do local de entrada de água em sementes de duas espécies de Fabaceae Peltophorum dubium (Spreng.) Taub. (Caesalpinioideae) e Mimosa bimucronata (DC) O. Kuntze (Mimosoideae)
Autor: Geisler, Graziela Elizabeth
Resumo: Muitas espécies de sementes de Fabaceae apresentam dormência física. A principal característica deste tipo de dormência é o tegumento ser impermeável à entrada de água. Este tipo de dormência pode ser quebrado por choques térmicos úmidos ou por temperaturas alternadas, rompendo-se geralmente a micrópila e o estrofíolo. O objetivo deste trabalho foi analisar o tegumento das sementes, verificar os efeitos do choque térmico e da alternância de temperatura na quebra de dormência física da semente e investigar o local de entrada de água nas sementes de duas espécies de Fabaceae, Peltophorum dubium e Mimosa bimucronata. Para a ocorrência de quebra de dormência física por choques térmicos e por alternâncias de temperaturas, as sementes foram submetidas à choques térmicos de 40°C e 50°C por algumas horas e às temperaturas alternadas de 20°C/30°C, 20/35ºC, 25°C/30°C, 20°/40°C. O controle foi à temperatura constante (25°C). Para a análise dos tegumentos, sementes dormentes e tratadas para a quebra de dormência física foram seccionadas transversalmente e longitudinalmente e investigou-se a natureza histoquímica dos componentes celulares com sudan IV, azul de toluidina e azul de anilina e visualizadas em microscopia óptica e de epifluorescência. Para análise do local de entrada de água, sementes dormentes e tratadas foram analisadas em microscopia eletrônica de varredura e também tiveram região hilar vedadas com cola. O choque térmico de 40°C e as alternâncias de temperatura foram eficazes para a quebra de dormência física, pois em todos os tratamentos houve alta porcentagem de germinação em ambas as espécies. Cortes anatômicos da testa mostraram cutícula, camada paliçádica, camada de osteoesclereides, tecido esclerênquimático e células brancas em ambas as espécies. Em sementes que tiveram sua dormência quebrada observou-se fissuras no estrofíolo para P. dubium quando comparada à semente dormente. Em M. bimucronata observou-se maior abertura da micrópila e do pleurograma quando comparada à semente dormente. Os resultados indicam que a região hilar é a responsável pela entrada de água em P. dubium e M. bimucronata, possivelmente o estrofíolo em P. dubium e a micrópila e pleurograma em M. bimocronata devido às alterações anatômicas nestas estruturas. O ambiente de clareira é mais favorável à germinação de sementes que o de borda ou interior de mata <br>
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Florianópolis, 2013
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/107444
Data: 2013


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