Diversidade de bambus (Poaceae : Bambusoideae) na ilha de Santa Catarina, Brasil

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Diversidade de bambus (Poaceae : Bambusoideae) na ilha de Santa Catarina, Brasil

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Título: Diversidade de bambus (Poaceae : Bambusoideae) na ilha de Santa Catarina, Brasil
Autor: Greco, Thiago Machado
Resumo: A Ilha de Santa Catarina situa-se no Oceano Atlântico, litoral sul do Brasil, entre as coordenadas geográficas 27º 22? e 27º 51? Sul e 48º 20? e 48º 37? Oeste, no domínio da Mata Atlântica, no estado de Santa Catarina, Brasil. Bambusoideae (Poaceae) é composta por três tribos: Arundinarieae, com bambus lignificados de clima temperado; Bambuseae, com bambus lignificados de clima tropical e Olyreae, com bambus herbáceos. A tribo Olyreae, que compreende os bambus herbáceos, é formada por 21 gêneros e 122 espécies distribuídas nas florestas tropicais e subtropicais especialmente dos Neotrópicos. A tribo Bambuseae, que compreende os bambus lignificados, inclui 66 gêneros e 784 espécies, distribuídas quase equitativamente nos paleotrópicos e na América tropical. Bambus lignificados exóticos foram introduzidos em diversas regiões do país, além da Ilha de Santa Catarina e, apesar de algumas espécies apresentarem forte ligação às atividades dos agricultores brasileiros, pouco se conhece a respeito do histórico de introdução e identificação das espécies. O estudo teve como objetivo levantar a diversidade atual das tribos Bambuseae e Olyreae na Ilha de Santa Catarina, fornecendo meios para a identificação de seus representantes e informações taxonômicas e de conservação atualizadas. Além disso, o estudo objetivou conhecer a situação atual dos bambus exóticos na Ilha gerando alguns elementos para o reconhecimento dos táxons e informações gerais sobre eles. Com base em estudo de coleções de herbário e/ou coletas atuais realizadas entre maio de 2011 e maio de 2013, foram confirmados para a Ilha de Santa Catarina os seguintes táxons nativos: Olyra glaberrima Raddi, O. humilis Nees, O. latifolia L., Parodiolyra micrantha (Kunth) Davidse & Zuloaga e Reitzia smithii Swallen da tribo Olyreae e, Chusquea bambusoides (Raddi) Hack. e C. tenella Nees; Colanthelia cingulata (McClure & L.B. Sm.) McClure e C. intermedia (McClure & L.B. Sm.) McClure; Guadua tagoara (Nees) Kunth; Merostachys glauca McClure & L.B. Sm., M. pluriflora Munro ex E.G. Camus e M. speciosa Spreng., além de um táxon sem identidade confirmada, Merostachys sp. (da tribo Bambuseae). Além destes, foram constatados Bambusa oldhamii Munro, B. textilis McClure, B. tuldoides Munro, B. ventricosa McClure, B. vulgaris Schrad. ex J.C. Wendl., B. vulgaris cv. vittata (Rivière & C. Rivière) McClure, Dendrocalamus asper (Schult. & Schult. f.) Baker ex K. Heyne, Drepanostachyum falcatum (Nees) Keng f., Guadua angustifolia Kunth, Guadua chacoensis (Rojas) Londoño & P.M. Peterson, Phyllostachys aurea Carrière ex Rivière & C. Rivière e Pseudosasa japonica (Siebold & Zucc. ex Steud.) Makino ex Nakai (táxons introduzidos na Ilha de Santa Catarina).
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programam de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Florianópolis, 2013.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/107251
Data: 2013


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