Movimentos sociais do campo: mulheres agricultoras em Santa Catarina

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Movimentos sociais do campo: mulheres agricultoras em Santa Catarina

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Título: Movimentos sociais do campo: mulheres agricultoras em Santa Catarina
Autor: Casagrande, Jacir Leonir
Resumo: O Movimento de Mulheres Agricultoras de Santa Catarina surge num contexto de lutas do meio rural pela continuidade da reprodução da vida camponesa. Quadro este que se apresenta numa linha de agravamento gradativo das dificuldades para este modo de vida e de trabalho familiar. Este coletivo, constituído a partir da problemática vivida pela pequena produção, numa perspectiva de fortalecimento das lutas de classes, de somar forças com as demais organizações do campo, projeta-se por outro lado, numa luta específica por questões que denominamos de gênero. As mulheres agricultoras se percebem submissas e subordinadas dentro da unidade de produção familiar e na própria sociedade. É a conquista da identidade de "mulher agricultora" que lhe permite direitos para o exercício pleno da cidadania. Isto confere ao movimento um caráter específico. Neste sentido, ser "mulher agricultora" na unidade de produção familiar, bem como na sociedade, lhe possibilita um avanço, rumo à emancipação plena, como ser humano. O Movimento de Mulheres Agricultoras, como sujeito e ator social, é portador de um projeto utópico de transformação social, que emancipa a classe trabalhadora e sobretudo a mulher agricultora, submissa e subordinada na vida doméstica e na sociedade.
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1991.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/106321
Data: 1991


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