Abstract:
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Este trabalho teve por objetivo principal analisar as formas de comercialização utilizadas pelos sojicultores da Região Oeste do Paraná e apontar meios alternativos, que propiciem aumento de segurança e de margem de retorno da commodity soja. Foram levantados dados relativos aos preços obtidos e o volume comercializado, no período de 1995 a 2000, através dos instrumentos tradicionais, Mercados a Termo, Mercados Futuros, CPR, CPRF e Leilão Eletrônico. As conclusões extraídas do trabalho apontam que a grande maioria dos produtores de soja ainda utiliza os meios tradicionais de comercialização, mercado físico, soja-verde e sistema de troca. Aponta como alternativa de financiamento os seguintes meios: a CPR, a CPRF, o Leilão Eletrônico e as Salas de Agronegócios. De acordo com os resultados de simulações, com taxas que remuneram a poupança ou o crédito pessoal, o produtor que utilizou Cédula de Produto Rural (CPR) para financiar a produção e a comercialização de soja teve vantagem em 40% das observações. Pelo critério da média mensal, no período de 1995 a 2000, os melhores meses para o sojicultor vender a soja foram: dezembro; novembro; setembro e outubro. Enquanto que os piores foram: abril e maio; março; junho, julho e agosto. Adicionalmente o trabalho aponta os benefícios que a mudança nos meios atuais de comercialização pode trazer ao produtor e descreve os passos que devem ser seguidos para utilização dos modernos meios de financiamento e comercialização da commodity soja. |