Influência da profundidade da parede gengival sobre a resistência a compressão e tipo de fratura de inlays cerâmicas em molares humanos: um estudo in vitro

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Influência da profundidade da parede gengival sobre a resistência a compressão e tipo de fratura de inlays cerâmicas em molares humanos: um estudo in vitro

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Título: Influência da profundidade da parede gengival sobre a resistência a compressão e tipo de fratura de inlays cerâmicas em molares humanos: um estudo in vitro
Autor: Santos Neto, Cássio dos
Resumo: Este estudo, in vitro, avaliou a influência da profundidade da parede gengival sobre a resistência a compressão e sobre o tipo de fratura de inlays cerâmicas em molares humanos. Cinquenta molares hígidos foram limpos e divididos em 5 grupos. Os dentes foram fixados em anéis de PVC, com resina acrílica autopolimerizável na porção radicular a 2 mm da junção amelocementária. Os espécimes receberam preparos do tipo inlay mésio-oclusodistal (MOD), com caixa oclusal apresentando profundidade de 2 mm do sulco principal até a parede pulpar, com ângulos internos arredondados e com as paredes com uma expulsividade entre 10º e 12º. Fez-se a divisão dos grupos segundo o tipo de preparo cavitário: grupo 1 desgaste axial de 1,5 mm; grupo 2 desgaste axial de 1,0 mm; grupo 3 desgaste axial de 2,0 mm; grupo 4 desgaste axial de 2,0 mm, realizando-se um núcleo de preenchimento com resina composta, a fim de reconstruir a parede pulpar e o ângulo axiopulpar, o que resultou em uma caixa de 1,5 mm; e grupo 5 desgaste axial de 2,0 mm, realizando-se um núcleo de preenchimento com resina composta, com largura das caixas de 1,5 mm, mas cujo núcleo de preenchimento foi removido em momento antecedente à cimentação, de forma a promover um espaço entre a cerâmica e o substrato dental de 0,5 mm, o qual o cimento, supostamente, preencheria. Após a realização dos preparos cavitários, estes foram moldados, e as restaurações cerâmicas foram confeccionadas e cimentadas. Após 24 h de armazenamento em água, os espécimes foram submetidos ao teste de compressão e aos testes estatísticos ANOVA e Mann-Whitney. Resultados: grupo 1 1,689 kN; grupo 2 1,470 kN; grupo 3: 1,563 kN; grupo 4 1,525 kN; grupo 5 1,526 kN. As fraturas mais frequentes, nos grupos 1, 2, 4 e 5, foram as dos tipos IV e V. Já para o grupo 3 as fraturas mais recorrentes foram as do tipo III.
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Odontologia, Florianópolis, 2010
URI: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93902
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