Estudo fitoquímico comparativo entre Cecropia glaziovii Sneth. e Cecropia pachystachya Trécul

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Estudo fitoquímico comparativo entre Cecropia glaziovii Sneth. e Cecropia pachystachya Trécul

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Título: Estudo fitoquímico comparativo entre Cecropia glaziovii Sneth. e Cecropia pachystachya Trécul
Autor: Costa, Geison Modesti
Resumo: O gênero Cecropia (Urticaceae) consiste de cerca de 60 espécies distribuídas por toda América Latina, sendo a maioria de ocorrência no Brasil. Dentre as espécies deste gênero, C. glaziovii Sneth. e C. pachystachya Trécul. são as de maior ocorrência na região Sul e Sudeste do país, em especial na zona da Mata Atlântica, sendo conhecidas popularmente como 'embaúba' e amplamente utilizadas na medicina popular para o tratamento da tosse, asma, bronquite, pressão alta, inflamação, problemas cardíacos e como diuréticas. Os quatro compostos fenólicos majoritários presentes nos extratos aquosos de C. glaziovii e C. pachystachya foram identificados e quantificados por metodologia desenvolvida e validada por CLAE, sendo que os teores encontrados para C. glaziovii foram, em mg/g de planta seca: ácido clorogênico: 1,8; isoorientina: 0,4; orientina: 0,1; isovitexina: 0,9; e para C. pachystachya: ácido clorogênico: 3,4; isoorientina: 2,1; orientina: 2,2; isovitexina: 0,9. A partir das folhas de C. glaziovii foram isolados dois flavonóides C-glicosídeos identificados como isovitexina e isoorientina. Das folhas de C. pachystachya, foram isolados três flavonóides C-glicosídeos, identificados como isoorientina, orientina, isovitexina, além de uma flavona codificada como CP4, a qual está em processo final de identificação. Isoquercitrina também foi identificada em ambos os extratos. Este é o primeiro relato de orientina para a espécie C. pachystachya, e, conforme análises preliminares, o primeiro relato de CP4 para o gênero Cecropia. A análise da influência da sazonalidade no teor dos flavonóides C-glicosídeos majoritários de C. glaziovii (isovitexina e isoorientina) apontou variações significativas no conteúdo destes compostos, sendo observado o maior acúmulo tanto de isovitexina (1,9 mg/g planta seca) como isoorientina (1,0 mg/g planta seca) no mês de janeiro.
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Farmácia
URI: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93321
Data: 2009


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