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Abstract:
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Este artigo realiza uma análise crítica e prospectiva das três edições dos Congressos Mundiais de Educação promovidos pela UNESCO (1998, 2008 e 2018/2022), enfatizando os temas recorrentes e os avanços discursivos em contraste com as lacunas de implementação no contexto latino-americano e caribenho. Aponta-se a baixa adesão à educação permanente, à aprendizagem significativa e à inovação, bem como à ausência de uma apropriação intercultural profunda dos princípios do diálogo de saberes. Critica-se também a tendência a leituras ideologicamente enviesadas que marginalizam instituições privadas e desconsideram a complexidade dos ecossistemas educacionais da região. O texto propõe diretrizes para revisitar e atualizar a agenda educacional rumo ao próximo congresso global. |