A onomástica dos botos pescadores: processos de nomeação e habilidades perceptuais de pescadores e biólogos

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A onomástica dos botos pescadores: processos de nomeação e habilidades perceptuais de pescadores e biólogos

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Devos, Rafael Victorino
dc.contributor.author Ferraz, Luana Silva
dc.date.accessioned 2026-01-29T13:44:20Z
dc.date.available 2026-01-29T13:44:20Z
dc.date.issued 2025-12-12
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271985
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Antropologia. pt_BR
dc.description.abstract Na pesca cooperativa entre humanos e botos (Tursiops gephyreus), interação complexa com profundidade histórica de pelo menos um século com ocorrência no sul do Brasil — especialmente em Laguna/SC e Tramandaí e Imbé/RS — os botos são identificados por pescadores e biólogos. Ao pensar nos nomes dos botos bons, aqueles que trabalham com os pescadores, e em como são nomeados, o estudo se volta para as relações que pescadores e biólogos possuem com os botos e de que maneira estes sujeitos são evidenciados no meio social. Discute-se as práticas e habilidades necessárias para o reconhecer de botos, argumentando que essas são aprendidas coletivamente a partir da percepção do ambiente. A partir delas, expõe-se como esse reconhecimento pode ser a chave para outras ações concernentes à pesca. Descreve-se o reconhecer e nomear como um processo de aprendizado, focalizando como os pontos de pesca agem como produtores de histórias, vivências e pessoas — humanas e não-humanas. Dessa forma, pensa-se a categoria de pessoa quando referida a animais, concluindo que constituem-se biografias a partir da nomeação. pt_BR
dc.description.abstract In the cooperative fishing between humans and bottlenose dolphins (Tursiops gephyreus), a complex interaction with a historical depth of at least a century occurring in southern Brazil — especially in Laguna/SC and Tramandaí and Imbé/RS — the bottlenose dolphins are identified by fishermen and biologists. By examining the names of the good dolphins, those that work with the fishermen, the study focuses on the relationships that fishermen and biologists have with the bottlenose dolphins and how these beings are recognized in the social context. It discusses the practices and skills necessary to recognize dolphins, arguing that such competencies are learned collectively through environmental perception. From this perspective, it is shown how such recognition can be key to other fishing-related activities. Recognizing and naming is described as a learning process, focusing on how fishing sites act as producers of stories, experiences, and people — both human and non-human. In this way, the category of person is considered when referring to animals, concluding that biographies are constituted through naming. pt_BR
dc.format.extent 53 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Antropologia pt_BR
dc.subject Pesca cooperativa pt_BR
dc.subject Botos-de-Lahille pt_BR
dc.subject Relações interespécies pt_BR
dc.title A onomástica dos botos pescadores: processos de nomeação e habilidades perceptuais de pescadores e biólogos pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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