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Abstract:
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Fui recentemente desafiado a pensar sobre os desafios estruturais que um
programa desenvolvimentista enfrenta no Brasil contemporâneo1. Minha
contribuição aqui busca articular duas dimensões desse desafio: primeiro, as
restrições domésticas impostas pelo arcabouço fiscal à execução de uma política
econômica desenvolvimentista; segundo, as oportunidades abertas pela
reconfiguração geopolítica global, particularmente a rivalidade sino-americana,
que criam condições históricas para uma estratégia de autonomia tecnológica e
reindustrialização. |