O projeto desenvolveu um dispositivo de eletroporação para vacinas de DNA, com o objetivo de aumentar a eficácia imunológica, reduzir o número de doses e facilitar o transporte. A eletroporação consistiu na aplicação de pulsos elétricos que aumentaram a permeabilidade da membrana celular, permitindo a entrada do DNA das vacinas. O dispositivo possuía três etapas principais: regulador linear, chaveamento modulador e um optoacoplador, que juntos geraram os pulsos necessários para a eletroporação na saída. Antes de testes em modelos animais, foram realizados experimentos com bananas e batatas, que apresentaram propriedades elétricas semelhantes a tecidos vivos, permitindo validar protocolos de forma acessível e ética. O projeto contribuiu para avançar a vacinação no Brasil, unindo ciência, tecnologia e saúde pública.