AVALIAÇÃO DOS EFEITOS PROTETORES DO ÁCIDO OLEICO NA LONGEVIDADE E NA NEURODEGENERAÇÃO DOPAMINÉRGICA EM CAENORHABDITIS ELEGANS SUBMETIDOS À FERROPTOSE

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AVALIAÇÃO DOS EFEITOS PROTETORES DO ÁCIDO OLEICO NA LONGEVIDADE E NA NEURODEGENERAÇÃO DOPAMINÉRGICA EM CAENORHABDITIS ELEGANS SUBMETIDOS À FERROPTOSE

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Title: AVALIAÇÃO DOS EFEITOS PROTETORES DO ÁCIDO OLEICO NA LONGEVIDADE E NA NEURODEGENERAÇÃO DOPAMINÉRGICA EM CAENORHABDITIS ELEGANS SUBMETIDOS À FERROPTOSE
Author: Nunes, Gustavo dos Santos
Abstract: As doenças neurodegenerativas tornaram-se um grande desafio para a saúde pública mundial, devido ao envelhecimento populacional e à falta de elucidação sobre sua fisiopatologia e de tratamentos farmacológicos eficazes capazes de diminuir ou prevenir a progressão dessas enfermidades. Apesar de apresentarem causas multifatoriais, evidências científicas já indicam a associação entre o desbalanço homeostático do ferro e a progressão da morte celular neuronal. Recentemente, descobriu-se uma nova morte celular regulada, caracterizada por intensa peroxidação lipídica e geração de radicais livres dependente de ferro, denominada ferroptose, a qual está associada a doenças neurodegenerativas. Neste estudo, objetivou-se investigar o papel neuroprotetor do ácido oleico, um ácido graxo monoinsaturado com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, sobre a longevidade e a integridade neuronal do nematóide Caenorhabditis elegans (C. elegans) submetidos à ferroptose. Para possibilitar os resultados, foram utilizadas cepas selvagens e transgênicas de C. elegans, sendo estas últimas mutantes knock-outs dos genes de ferritina (FTN-1 e FTN-2), proteínas essenciais para a homeostase do ferro. Avaliaram-se parâmetros como a longevidade, degeneração de neurônios dopaminérgicos e comprometimento da locomoção. Os resultados demonstraram que animais deficientes para a ferritina apresentam redução da longevidade, alteração da morfologia neural e piora da locomoção, assemelhando-se à progressão da doença de Parkinson. Entretanto, esses efeitos foram atenuados pelo tratamento com ácido oleico. Os dados obtidos sugerem que a utilização de ácido oleico exerce efeito neuroprotetor frente aos danos causados pela ferroptose e pela neurodegeneração. Assim, evidencia-se o potencial terapêutico do ácido oleico em doenças neurodegenerativas, podendo ser uma forma alternativa para mitigar os danos provocados pela ferroptose nessas patologias.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267798
Date: 2025-01-15


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