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<title>Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/93473</link>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 03:05:34 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-26T03:05:34Z</dc:date>
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<title>Análise da utilização dos serviços de telessaúde na atenção primária à saúde no Amapá</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276877</link>
<description>Análise da utilização dos serviços de telessaúde na atenção primária à saúde no Amapá
Pedrosa, Nádia Cristine Coelho Eugenio
Introdução: as tecnologias de informação e comunicação têm ampliado as possibilidades de organização do cuidado em saúde, especialmente na Atenção Primária à Saúde, ao favorecerem a comunicação entre profissionais, o acesso a especialistas e a qualificação do processo de trabalho. No Sistema Único de Saúde, a telessaúde foi instituída como estratégia de apoio à Educação Permanente em Saúde e à tomada de decisão clínica, com potencial para ampliar o acesso e a resolubilidade da Atenção Primária à Saúde. No entanto, sua incorporação ocorre de forma desigual no território nacional, sendo condicionada por fatores estruturais, organizacionais e territoriais, com particularidades no contexto amazônico. Objetivo: analisar a utilização de telessaúde na Atenção Primária à Saúde no estado do Amapá. Método: trata-se de estudo exploratório e descritivo, com abordagem quanti-qualitativa, estruturado em três estudos complementares. Inicialmente, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, conduzida segundo a metodologia do Joanna Briggs Institute, com busca em bases nacionais e internacionais, voltada à identificação de barreiras e facilitadores da telessaúde na APS. Em seguida, realizou-se estudo transversal, com abordagem quantitativa, nas Unidades Básicas de Saúde de Macapá e Santana, com comparação dos aspectos estruturais entre 2017?2018 e 2025, e análise do processo de trabalho em 2025. Por fim, desenvolveu-se pesquisa qualitativa, de abordagem construtivista-interpretativa, com coordenadores da APS de municípios do Amapá, por meio de entrevistas semiestruturadas avaliadas por análise de conteúdo. Resultados: a revisão integrativa evidenciou que a utilização da telessaúde na APS é condicionada por fatores estruturais e organizacionais, com destaque para limitações de conectividade, insuficiência de equipamentos, fragilidades na organização do processo de trabalho, baixa adesão de profissionais e ausência de monitoramento sistemático, ao passo que os facilitadores se relacionam à ampliação do acesso à atenção especializada, ao apoio à tomada de decisão clínica e ao fortalecimento da Educação Permanente em Saúde . No estudo quantitativo, observou-se aumento na disponibilidade de computadores com acesso à internet entre 2017?2018 e 2025, acompanhado de redução na conectividade contínua e na disponibilidade de equipamentos para comunicação síncrona, resultando em diminuição da proporção de unidades com estrutura mínima para telessaúde. Em 2025, embora 86,5% das unidades possuíssem computador com internet, a utilização da telessaúde foi referida por apenas 10,8% das unidades, com diferenças entre áreas urbanas e rurais e fragilidades na integração com a Educação Permanente e nos fluxos assistenciais. No estudo qualitativo, a telessaúde foi compreendida como estratégia de ampliação do acesso e continuidade do cuidado, com uso predominante de teleconsultas e teleducação, porém marcada por limitações estruturais, instabilidade de conexão, ausência de normatização e resistências profissionais e socioculturais. Ainda assim, foram identificadas iniciativas locais que evidenciam protagonismo das equipes para viabilizar o uso da telessaúde no território. Conclusão: a utilização da telessaúde na APS do Amapá permanece limitada e não se encontra integrada de forma consistente à rotina dos serviços. A disponibilidade de infraestrutura, embora necessária, não é suficiente para sua incorporação, que depende da organização do processo de trabalho, da qualificação das equipes, da existência de fluxos institucionais e das condições territoriais. No contexto amazônico, as desigualdades de conectividade, a dispersão geográfica e a centralização dos serviços especializados intensificam esses desafios. Os achados indicam a necessidade de fortalecer a conectividade, qualificar as equipes e integrar a telessaúde às ações de Educação Permanente em Saúde, com estratégias de gestão alinhadas às especificidades do território.; Abstract: Introduction: information and communication technologies have expanded the ways healthcare can be organized, particularly in Primary Health Care (PHC), by supporting communication among professionals, improving access to specialists, and contributing to work processes. In the Brazilian Unified Health System (SUS), telehealth has been established as a strategy to support continuing professional education and clinical decision-making, with the potential to expand access and strengthen PHC. However, its incorporation remains uneven across the country, shaped by structural, organizational, and territorial conditions, with specific challenges in Amazonian settings. Objective: to analyze the use of telehealth in Primary Health Care in the state of Amapá, Brazil. Methods: this is an exploratory and descriptive study with a mixed-methods approach, structured into three complementary studies. First, an integrative literature review was conducted following the Joanna Briggs Institute methodology, with searches in national and international databases to identify barriers and facilitators to telehealth in PHC. Next, a cross-sectional quantitative study was carried out in Primary Health Care units in the municipalities of Macapá and Santana, comparing structural aspects between 2017?2018 and 2025, and examining work processes in 2025. Finally, a qualitative study with a constructivist-interpretive approach was conducted with PHC coordinators from municipalities in Amapá, based on semi-structured interviews analyzed through content analysis. Results: the integrative review indicated that telehealth use in PHC is shaped by structural and organizational factors, particularly limitations in connectivity, insufficient equipment, weaknesses in work process organization, low professional engagement, and lack of systematic monitoring. Facilitating factors were related to improved access to specialized care, support for clinical decision-making, and continuing professional education. In the quantitative study, there was an increase in the availability of computers with internet access between 2017?2018 and 2025, alongside a reduction in continuous connectivity and in equipment for synchronous communication, leading to a decrease in the proportion of units with minimum structure for telehealth. In 2025, although 86.5% of units had computers with internet access, telehealth use was reported by only 10.8% of units. Differences were observed between urban and rural areas, as well as limitations in integration with continuing education and care coordination. In the qualitative study, telehealth was described as a strategy to expand access and continuity of care, with predominant use of teleconsultations and tele-education. At the same time, its implementation was marked by structural constraints, unstable connectivity, lack of formal organization, and professional and sociocultural resistance. Local initiatives nevertheless showed the role of team engagement and adaptive strategies to enable telehealth use in the territory. Conclusion: telehealth use in PHC in Amapá remains limited and is not consistently integrated into routine practice. While infrastructure is necessary, it is not sufficient for its incorporation, which depends on work process organization, workforce qualification, institutional arrangements, and territorial conditions. In the Amazonian context, connectivity inequalities, geographic dispersion, and the concentration of specialized services intensify these challenges. The findings point to the need to strengthen connectivity, improve workforce capacity, and integrate telehealth into continuing professional education, with management strategies aligned to territorial specificities.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da implantação da prática da atividade física na Atenção Primária à Saúde</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276790</link>
<description>Avaliação da implantação da prática da atividade física na Atenção Primária à Saúde
Ferreira, Joel Carlos Valcanaia
Introdução: A prática da atividade física (PAF) constitui um determinante central para a promoção da saúde e o desenvolvimento humano, sendo amplamente reconhecida como fator protetor frente às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e promotora do bem-estar físico, mental e social. No âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), sua promoção integra as políticas públicas brasileiras, com destaque para a Política Nacional de Promoção da Saúde, que impulsionou a expansão de programas voltados à adoção de estilos de vida saudáveis. Apesar dos avanços institucionais, persistem desafios relacionados à organização dos serviços, à integração multiprofissional e à operacionalização das ações, em um contexto marcado por elevadas prevalências de inatividade física. Objetivo: Avaliar a implantação da Prática de Atividade Física na Atenção Primária à Saúde. Metodologia: Trata-se de pesquisa avaliativa, onde inicialmente, foi conduzido um estudo de avaliabilidade, realizado entre fevereiro e agosto de 2025, contemplando análise documental, revisão de literatura, elaboração de modelo teórico e lógico, conferência de consenso com especialistas e proposição de recomendações para avaliação. A partir desse processo, foi construída e validada uma matriz de análise e julgamento (MAJ). Na etapa avaliativa, foi realizado um estudo de caso único, com abordagem quantitativa, na APS do município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, com coleta de dados de setembro 2025 a fevereiro 2026. Os dados foram obtidos por meio de questionários autoaplicáveis direcionados a gestores da APS e Profissionais de Educação Física (PEF), sendo analisados a partir de escores convertidos em percentuais, permitindo a classificação do grau de implantação. Resultados: O modelo estruturou-se em duas dimensões principais (gestão e assistência) e quatro subdimensões (recursos, organização, ações no território e articulação com as equipes), composta por seus indicadores, medidas e parâmetros. A análise das dimensões gestão e assistência indicam que a PAF na APS se encontra em estágio de implantação parcial com 66% e 58%, respectivamente, revelando avanços relevantes em sua institucionalização e incorporação ao cotidiano dos serviços, mas também fragilidades que limitam sua consolidação. Na dimensão gestão, destaca-se a suficiência de PEF, o planejamento das ações, a previsão orçamentária e a articulação intersetorial, o que sugere a presença de bases político-institucionais e organizacionais importantes; em contrapartida, a ausência de materiais, de formação continuada e de normatização das práticas evidencia lacunas concretas na operacionalização do trabalho. Na dimensão assistência, destacam-se a orientação, prescrição e acompanhamento da PAF, as ações de educação em saúde, o registro em sistema, o apoio matricial e as visitas domiciliares. Considerações finais: Em síntese, os resultados mostram que, embora o PAF já apresente inserção relevante na gestão e nas práticas assistenciais da APS, suas contribuições ainda dependem do fortalecimento de elementos de esttrura, da qualificação profissional, da normatização das ações, da integração multiprofissional e da produção de informações institucionais. O modelo avaliativo proposto mostrou-se uma ferramenta relevante para subsidiar a gestão e o aprimoramento das políticas públicas, ao fortalecer o monitoramento e a avaliação no âmbito do Sistema Único de Saúde e evidenciar a contribuição dos Profissionais de Educação Física no enfrentamento da inatividade física na Atenção Primária à Saúde.; Abstract: Introduction: Physical activity (PA) practice is a key determinant of health promotion and human development, widely recognized as a protective factor against Non-Communicable Diseases (NCDs) and a promoter of physical, mental, and social well-being. Within the scope of Primary Health Care (PHC), its promotion is part of Brazilian public policies?notably the National Health Promotion Policy, which drove the expansion of programs aimed at adopting healthy lifestyles. Despite institutional advances, challenges persist regarding service organization, multiprofessional integration, and the operationalization of actions, all within a context marked by high prevalence rates of physical inactivity. Objective: To evaluate the implementation of physical activity practices in Primary Health Care. Methodology: This is an evaluative study that began with an evaluability assessment conducted between February and August 2025, comprising document analysis, a literature review, the development of theoretical and logic models, a consensus conference with experts, and the proposal of recommendations for evaluation. Based on this process, an analysis and judgment matrix (AJM) was constructed and validated. The evaluation phase involved a single-case study with a quantitative approach within the PHC system of Campo Grande, Mato Grosso do Sul, with data collection taking place from September 2025 to February 2026. Data were obtained via self-administered questionnaires addressed to PHC managers and Physical Education Professionals (PEPs) and were analyzed using scores converted into percentages, allowing for the classification of the degree of implementation. Results: The model was structured into two main dimensions (management and care) and four sub-dimensions (resources, organization, community-based actions, and coordination with teams), comprising their respective indicators, measures, and parameters. Analysis of the management and care dimensions indicates that Physical Activity Promotion (PAF) within Primary Health Care (PHC) is at a stage of partial implementation?66% and 58%, respectively?revealing significant progress in its institutionalization and integration into daily service routines, alongside weaknesses that limit its consolidation. In the management dimension, notable strengths include the adequacy of Physical Education Professionals (PEF), action planning, budget forecasting, and intersectoral coordination, suggesting a solid political-institutional and organizational foundation; conversely, the lack of materials, continuing education, and standardized practices highlights concrete gaps in operational execution. In the care dimension, key aspects include PAF guidance, prescription, and monitoring, as well as health education activities, system documentation, matrix support, and home visits. Final considerations: In summary, the results show that while PAF is already significantly integrated into PHC management and care practices, its impact still depends on strengthening structural elements, professional qualification, action standardization, multiprofessional integration, and the generation of institutional data. The proposed evaluation model proved to be a valuable tool for supporting the management and improvement of public policies by strengthening monitoring and evaluation within the Unified Health System (SUS) and highlighting the contribution of Physical Education Professionals to addressing physical inactivity in Primary Health Care.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da implantação das ações em saúde da pessoa idosa na atenção primária do Estado do Amapá</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276661</link>
<description>Avaliação da implantação das ações em saúde da pessoa idosa na atenção primária do Estado do Amapá
Melo, Débora Prestes da Silva
O envelhecimento populacional constitui uma das transformações demográficas mais relevantes do século XXI, impondo desafios crescentes aos sistemas de saúde, em especial à Atenção Primária à Saúde, responsável pela coordenação do cuidado e pela resposta àscondições crônicas associadas à longevidade. No Brasil, esse processo ocorre de forma acelerada e desigual, assumindo contornos ainda mais complexos em contextos amazônicos, marcados por dispersão territorial, fragilidades estruturais e limitações institucionais. Esta tese teve como objetivo analisar o grau de implantação das ações de saúde voltadas à pessoa idosa na Atenção Primária à Saúde do estado do Amapá, identificando avanços, limitações e potencialidades.Trata-se de pesquisa avaliativa de abordagem mista, desenvolvida em quatro etapas articuladas. O estudo incluiu revisão integrativa da literatura, análise do contexto socioepidemiológico estadual, avaliação de implantação e estudo de caso explicativo. A revisão integrativa da literatura subsidiou a adaptação do modelo lógico e da Matriz de Análise e Julgamento (MAJ), contribuindo paraa definição das dimensões, indicadores e critérios utilizados na avaliação de implantação.A avaliação foi realizada com base nas respostas de cinco municípios do estado que responderam ao instrumento de pesquisa, evidenciando heterogeneidade no grau de implantação das ações de saúde da pessoa idosa. Os resultados indicaram melhor desempenho relativo na dimensão político-organizacional, em comparação à dimensão técnico-operacional, especialmente no que se refere à avaliação funcional sistemática, ao monitoramento das ações e à integração da Rede de Atenção à Saúde.O estudo de caso explicativo, desenvolvido no município M5, revelou que a estabilidade das equipes, o vínculo comunitário, a articulação entre gestão e profissionais e a adaptação das ações às condições locais constituem fatores para melhores níveis de implantação, mesmo em contextos de vulnerabilidade estrutural.Conclui-se que a implantação das ações de saúde da pessoa idosa na APS ocorre de forma parcial e é condicionada pelo contexto territorialdo estado do Amapá. A tese contribui para o campo da Avaliação em Saúde ao adaptar instrumentos avaliativos sensíveis às especificidades amazônicas, reafirmando a avaliação como ferramenta estratégica para o fortalecimento da APS e para a promoção de um envelhecimento saudável, equitativo e digno.; Abstract: Population aging constitutes one of the most significant demographic transformations of the 21st century, imposing increasing challenges on health systems, particularly on Primary Health Care, which is responsible for care coordination and responses to chronic conditions associated with longevity. In Brazil, this process occurs rapidly and unevenly, assuming even more complex characteristics in Amazonian contexts marked by territorial dispersion, structural fragilities, and institutional limitations. This thesis aimed to analyze the degree of implementation of health actions directed toward older adults within Primary Health Care in the state of Amapá, identifying advances, limitations, and potentialities. This is an evaluative study with a mixed-methods approach, developed in four interconnected stages. The study included an integrative literature review, analysis of the state socioepidemiological context, implementation evaluation, and an explanatory case study. The integrative literature review supported the adaptation of the logical model and the Analysis and Judgment Matrix (AJM), contributing to the definition of the dimensions, indicators, and criteria used in the implementation evaluation. The evaluation was conducted based on responses from five municipalities in the state that answered the research instrument, revealing heterogeneity in the degree of implementation of health actions directed toward older adults. The results indicated better relative performance in the political-organizational dimension compared to the technical-operational dimension, particularly regarding systematic functional assessment, monitoring of actions, and integration within the Health Care Network. The explanatory case study, developed in municipality M5, revealed that team stability, community bonding, articulation between management and health professionals, and adaptation of actions to local conditions constitute determining factors for better levels of implementation, even in contexts of structural vulnerability. It is concluded that the implementation of health actions directed toward older adults in Primary Health Care occurs in a partial manner, conditioned by the territorial context. This thesis contributes to the field of Health Evaluation by adapting evaluative instruments sensitive to Amazonian specificities, reaffirming evaluation as a strategic tool for strengthening Primary Health Care and promoting healthy, equitable, and dignified aging.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Uso de indicadores no planejamento da atenção à saúde bucal por gestores municipais de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276648</link>
<description>Uso de indicadores no planejamento da atenção à saúde bucal por gestores municipais de Santa Catarina
Pivatto, Valeska Maddalozzo
Introdução e objetivo: Indicadores de saúde são amplamente utilizados para avaliar a condição sanitária e o bem-estar de grupos humanos, e desempenham um papel importante no planejamento de políticas públicas de saúde, principalmente em decorrência da municipalização no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo desta pesquisa foi analisar a utilização de indicadores pelos gestores municipais de saúde no planejamento e na implementação de políticas públicas na atenção à saúde bucal, no estado de Santa Catarina (SC), e se esse planejamento prevê a redução de iniquidades em saúde. Método: estudo exploratório, qualitativo, a partir dos gestores municipais de saúde de Santa Catarina e de representante da saúde bucal da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Os dados foram coletados a partir de grupos focais online e síncronos, com os gestores de saúde de dois estratos de municípios de SC, de forma independente: um estrato reunindo municípios com mais de 100 mil habitantes e outro com população entre 20 e 30 mil habitantes. Com a representação da SES foi feita entrevista semi estruturada. Sobre as falas coletadas fez-se análise interpretativa, destacando temas centrais (padrões) e significativos, resultando em três categorias amplas de análise que originaram os artigos desta tese: planejamento em saúde bucal, uso de indicadores na gestão da saúde bucal e equidade em saúde bucal. Resultados e conclusão: Observou-se como resultado da pesquisa que o planejamento em saúde bucal ainda se configura como um processo fragmentado, tecnicamente limitado e politicamente subvalorizado e que o princípio da equidade em saúde bucal é reconhecido no discurso, contudo pouco incorporado na prática da gestão e do planejamento em Santa Catarina.; Abstract: Introduction and objective: Health indicators are widely used to assess the health status and well-being of human populations, and they play an important role in the planning of public health policies, particularly due to the decentralization of the Brazilian Unified Health System (Sistema Único de Saúde ? SUS) to the municipal level. This study aimed to analyze the use of indicators by municipal health managers in the planning and implementation of public policies for oral health care in the state of Santa Catarina, Brazil, and to examine whether such planning incorporates the reduction of health inequities. Methods: This was an exploratory qualitative study involving municipal health managers from Santa Catarina and a representative of oral health from the State Health Department (Secretaria de Estado da Saúde ? SES). Data were collected through synchronous online focus groups conducted independently with health managers from two strata of municipalities in Santa Catarina: one comprising municipalities with more than 100,000 inhabitants and another including municipalities with populations between 20,000 and 30,000 inhabitants. A semi-structured interview was conducted with representatives of the State Health Secretariat (SES). The collected data were subjected to interpretive analysis, identifying central and meaningful themes (patterns), which resulted in three broad analytical categories that gave rise to the articles comprising this thesis: oral health planning, the use of indicators in oral health management, and equity in oral health. Results/conclusion: The findings revealed that oral health planning is still characterized as a fragmented process, technically limited and politically undervalued. In addition, although the principle of equity in oral health is recognized in discourse, it remains insufficiently incorporated into management and planning practices in Santa Catarina.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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