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<title>Programa de Pós-Graduação em Educação Física</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/77894</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 18:25:26 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T18:25:26Z</dc:date>
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<title>Efeitos do hathayoga no estresse e em diferentes parâmetros fisiológicos, físicos e psicossociais de mulheres adultas com estresse crônico: um ensaio clínico randomizado</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275411</link>
<description>Efeitos do hathayoga no estresse e em diferentes parâmetros fisiológicos, físicos e psicossociais de mulheres adultas com estresse crônico: um ensaio clínico randomizado
Rodrigues, Josiane
Introdução: O estresse é um fenômeno multifatorial, prevalente em mulheres adultas, associado a alterações fisiológicas, físicas e psicossociais que comprometem a saúde e a qualidade de vida. Intervenções baseadas em Yoga têm sido investigadas como estratégias não farmacológicas para seu manejo; contudo, ainda são limitadas as evidências com protocolos sistematizados e avaliação simultânea de desfechos psicossociais, autonômicos e físicos. Objetivo: Analisar os efeitos de uma intervenção de Hathayoga no estresse percebido, qualidade de vida, sintomas depressivos, qualidade do sono, fadiga, variabilidade da frequência cardíaca e parâmetros físicos em mulheres adultas com níveis moderados a elevados de estresse percebido. Métodos: Ensaio clínico randomizado, com alocação das participantes em Grupo Hathayoga (GY) e Grupo Controle (GC). O Gy realizou uma intervenção de Hathayoga com 12 semanas, duas vezes por semana, com sessões de 60 minutos, compostas por posturas corporais, técnicas respiratórias, relaxamento e práticas meditativas. O GC recebeu recomendações para a prática de atividade física não orientada. Participaram mulheres adultas com escore = 20 pontos na Escala de Percepção de Estresse (EPS-10). O estresse percebido foi o desfecho primário, também avaliado pela EPS-10. Os desfechos secundários incluíram a qualidade de vida (WHOQOL-BREF), sintomas depressivos (PHQ-9), qualidade do sono (PSQI), fadiga física, mental e geral (Escala de Fadiga de Chalder), variabilidade da frequência cardíaca e testes físicos funcionais de resistência abdominal, flexibilidade e aptidão cardiorespiratória, avaliados no baseline e após 12 semanas. Os dados foram analisados por Equações de Estimação Generalizadas, com post hoc de Bonferroni e a=0,05. As análises foram conduzidas por intenção de tratar (ITT) e por protocolo (PP), considerando, nesta última, frequência mínima de 70% nas sessões. Resultados: Participaram 31 mulheres (32,0 ± 2,4 anos). Houve redução significativa do estresse percebido no GY após 12 semanas na análise ITT (26,38 ± 1,30 para 18,64 ± 1,26), em comparação ao GC (27,20 ± 1,26 para 26,10 ± 1,55), com comportamento semelhante na análise PP. O GY apresentou melhora significativa em todos os domínios da qualidade de vida e redução dos sintomas depressivos, da fadiga física e da fadiga geral em comparação ao GC. A fadiga mental reduziu no GY, porém sem diferença significativa entre os grupos. A qualidade do sono apresentou redução dos escores ao longo do tempo, com comportamento mais favorável no GY. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos para variabilidade da frequência cardíaca. Nos testes físicos, houve efeito de tempo para resistência abdominal e aptidão cardiorrespiratória, indicando melhora em ambos os grupos, sem efeito diferencial da intervenção. Conclusão: O protocolo de Hathayoga proposto foi eficaz para reduzir o estresse percebido e melhorar desfechos psicossociais, incluindo qualidade de vida, sintomas depressivos e fadiga, em mulheres adultas com níveis moderados a elevados de estresse percebido. Entretanto, seus efeitos sobre qualidade do sono, variabilidade da frequência cardíaca e parâmetros físicos não foram confirmados. Assim, o Hathayoga configura-se como estratégia não farmacológica viável e acessível para o manejo do estresse e promoção de desfechos psicossociais nessa população.; Abstract: Introduction: Stress is a multifactorial phenomenon, prevalent among adult women, and associated with physiological, physical, and psychosocial alterations that compromise health and quality of life. Yoga-based interventions have been investigated as non-pharmacological strategies for stress management; however, evidence remains limited regarding more systematic protocols with simultaneous assessment of psychosocial, autonomic, and physical outcomes. Objective: To analyze the effects of a Hathayoga intervention on perceived stress, quality of life, depressive symptoms, sleep quality, fatigue, heart rate variability, and physical parameters in adult women with moderate to high levels of perceived stress. Methods: This was a randomized clinical trial in which participants were allocated to a Ha?hayoga group (YG) or a control group (CG). The YG performed a 12-week Hathayoga intervention, twice a week, with 60-minute sessions composed of body postures, breathing techniques, relaxation, and meditative practices. The CG received recommendations for non-supervised physical activity. Adult women with a score =20 on the Perceived Stress Scale-10 (PSS-10) were included. Perceived stress was the primary outcome and was also assessed using the PSS-10. Secondary outcomes included quality of life (WHOQOL-BREF), depressive symptoms (PHQ-9), sleep quality (PSQI), physical, mental, and general fatigue (Chalder Fatigue Scale), heart rate variability, and functional physical tests of abdominal endurance, flexibility, and cardiorespiratory fitness, assessed at baseline and after 12 weeks. Data were analyzed using Generalized Estimating Equations, with Bonferroni post hoc tests and a=0.05. Analyses were conducted by intention-to-treat (ITT) and per-protocol (PP), with the latter considering a minimum attendance of 70% of the sessions. Results: Thirty-one women participated (32.0 ± 2.4 years). Perceived stress decreased significantly in the YG after 12 weeks in the ITT analysis (26.38 ± 1.30 to 18.64 ± 1.26), compared with the CG (27.20 ± 1.26 to 26.10 ± 1.55), with a similar pattern in the PP analysis. The YG showed significant improvements in all quality-of-life domains and reductions in depressive symptoms, physical fatigue, and general fatigue compared with the CG. Mental fatigue decreased in the YG, but without a significant between-group difference. Sleep quality scores decreased over time, with a more favorable pattern in the YG. No statistically significant between-group differences were observed for heart rate variability. For physical tests, there was a time effect for abdominal endurance and cardiorespiratory fitness, indicating improvement in both groups, without a differential effect of the intervention. Conclusion: The proposed Hathayoga protocol was effective in reducing perceived stress and improving psychosocial outcomes, including quality of life, depressive symptoms, and fatigue, in adult women with moderate to high levels of perceived stress. However, its effects on sleep quality, heart rate variability, and physical parameters were not confirmed. Thus, Ha?hayoga represents a feasible and accessible non-pharmacological strategy for stress management and for promoting psychosocial outcomes in this population.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modos de uniformização: subjetividades e performatividade de gênero de atletas olímpicas brasileiras no Instagram durante os Jogos Olímpicos do Rio 2016</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275375</link>
<description>Modos de uniformização: subjetividades e performatividade de gênero de atletas olímpicas brasileiras no Instagram durante os Jogos Olímpicos do Rio 2016
Bozzetti, Julia de Ribeiro
Este estudo teve como objetivo analisar as postagens no Instagram de atletas olímpicas brasileiras relacionadas aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, com ênfase na forma como os uniformes olímpicos e os acessórios pessoais foram mobilizados como meios de expressão de subjetividades. O referencial teórico ancorou-se nas contribuições de Michel Foucault, especialmente nos conceitos de poder disciplinar, governamentalidade e práticas de si (1995, 1996, 2004, 2010, 2012, 2013), bem como na teoria da performatividade de gênero de Judith Butler (2003, 2019), utilizada para compreender os modos pelos quais as atletas produziram apresentações generificadas de si em seus perfis do Instagram. A coleta de dados foi realizada nos perfis públicos do Instagram de atletas olímpicas brasileiras participantes dos Jogos Olímpicos de 2016 que possuíam registros relacionados à experiência olímpica de 2016. Por meio de capturas de tela realizadas com o auxílio da ferramenta Lightshot, foram coletados 2.593 registros imagéticos publicados no período compreendido entre três meses antes do início dos Jogos e o final do ano de 2016, de modo a contemplar diferentes momentos da experiência olímpica daquele ano. Os registros foram organizados em pastas digitais e importados para o software de análise qualitativa ATLAS.ti, no qual se desenvolveram os procedimentos analíticos. No ambiente do software, foram elaborados códigos e subcódigos de análise, agrupados em famílias de códigos e orientados pelos objetivos da pesquisa, centrados nos tipos de uniformes olímpicos, nos modos de uso desses uniformes e nos acessórios utilizados pelas atletas nas postagens. Durante o processo de codificação do corpus documental, não foram consideradas as imagens em que as atletas não apareciam vestindo uniformes olímpicos. Diante disso, o número total de registros codificados foi de 1.051. Após o processo de codificação, utilizou-se a ferramenta de ?análise de co-ocorrências de códigos?, que gerou dados quantitativos sobre a relação entre os códigos e assim subsidiaram a interpretação qualitativa dos dados imagéticos. A partir dos resultados das tabelas de co-ocorrência, os resultados e discussões da pesquisa foram organizados em quatro subcapítulos que analisaram como as atletas de diferentes modalidades se relacionaram com o uso dos diferentes conjuntos de uniformes olímpicos. Os resultados indicaram que os uniformes olímpicos enquadraram os corpos das atletas no Instagram, reforçando o pertencimento à delegação brasileira dos JO, organizando suas visibilidades impondo normas institucionais de visibilidade e aparência, ao mesmo tempo em que ofereceram margens de ação que possibilitaram pequenos ajustes e diferenciações entre as atletas. Observou-se a predominância de usos padronizados dos uniformes, evidenciando os processos de autovigilância e incorporação de normas institucionais, mesmo no ambiente digital. Os usos não padronizados dos uniformes manifestaram-se por meio de ajustes sutis e controlados, configurando negociações da aparência no interior dos limites normativos do esporte olímpico. As análises comparativas entre modalidades esportivas revelaram que diferentes lógicas históricas e regulatórias modularam os modos de uso dos uniformes e suas possibilidades de apropriação visual. No que se refere aos acessórios, verificou-se que, quando associados a repertórios de gênero, estes participaram exclusivamente da produção de feminilidades, reiterando normas vigentes no contexto olímpico. Ao compreender o Instagram como uma plataforma de mediação histórica e de curadoria da visibilidade, o estudo demonstra que as postagens analisadas constituem registros de um passado digital recente, no qual uniformes e acessórios atuaram como tecnologias de apresentação de si, por meio das quais as atletas olímpicas brasileiras produziram subjetividades historicamente situadas nos Jogos Olímpicos Rio 2016.; Abstract: This study aimed to analyse Instagram posts by Brazilian Olympic athletes related to the Rio de Janeiro 2016 Olympic Games, with an emphasis on how Olympic uniforms and personal accessories were mobilized as means of expressing subjectivities. The theoretical framework was grounded in the contributions of Michel Foucault, particularly the concepts of disciplinary power, governmentality, and practices of the self (1995, 1996, 2004, 2010, 2012, 2013), as well as in Judith Butler?s theory of gender performativity (2003, 2019), which was employed to understand the ways in which athletes produced gendered presentations of themselves on their Instagram profiles. Data collection was conducted using the public Instagram profiles of Brazilian Olympic athletes who participated in the 2016 Olympic Games and had posts related to their Olympic experience. Through screenshots taken with the Lightshot tool, 2,593 visual records were collected, published between three months prior to the start of the Games and the end of 2016, in order to encompass different moments of the Olympic experience that year. The records were organized into digital folders and imported into the qualitative analysis software ATLAS.ti, where the analytical procedures were carried out. Within the software environment, analytical codes and subcodes were developed and grouped into code families guided by the research objectives, focusing on types of Olympic uniforms, modes of uniform use, and the accessories worn by athletes in the posts. During the coding process, images in which athletes were not wearing Olympic uniforms were excluded, resulting in a final corpus of 1,051 coded records. Following the coding stage, a code cooccurrence analysis was conducted using the software?s analytical tools, generating quantitative data on the relationships between codes that supported the qualitative interpretation of the visual material. Based on the results of the co-occurrence tables, the Results and Discussion sections were organized into four subchapters analysing how athletes from different sport modalities related to the use of different sets of Olympic uniforms. The findings indicated that Olympic uniforms framed athletes? bodies on Instagram, reinforcing their belonging to the Brazilian Olympic delegation and organizing their visibility by imposing institutional norms of appearance and visual presentation, while simultaneously allowing limited margins of action that enabled small adjustments and differentiations among athletes. A predominance of standardized uniform use was observed, evidencing processes of self-surveillance and the internalization of institutional norms, even within the digital environment. Non-standardized uses of uniforms manifested through subtle and controlled adjustments, configuring negotiations of appearance within the normative boundaries of Olympic sport. Comparative analyses across sport modalities revealed that different historical and regulatory logics shaped the modes of uniform use and their possibilities of visual appropriation. With regard to accessories, it was observed that when associated with gendered repertoires, they participated exclusively in the production of femininities, reiterating norms prevailing in the Olympic context. By understanding Instagram as a platform of historical mediation and visibility curation, the study demonstrates that the analysed posts constitute records of a recent digital past in which uniforms and accessories functioned as technologies of self-presentation, through which Brazilian Olympic athletes produced historically situated subjectivities in the context of the Rio 2016 Olympic Games.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Respostas cardiovasculares, neuromusculares, cognitivas e perceptuais do treinamento de força realizado em ambientes com maior e menor poluição do ar</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275311</link>
<description>Respostas cardiovasculares, neuromusculares, cognitivas e perceptuais do treinamento de força realizado em ambientes com maior e menor poluição do ar
Würdig, Raul Cardoso
Tem sido demonstrado que o ambiente urbano poluído, principalmente em virtude do material particulado 2,5µm (MP2,5), pode interferir nas valências fisiológicas para força, composição corporal e até mesmo parâmetros neuromusculares. Contrariamente, o exercício resistido (ER) é a tarefa recomendada para gerar adaptações positivas para tais valências. Inclusive, há indícios teóricos que suportam que os malefícios induzidos pela baixa qualidade do ar, já observados e descritos previamente em tarefas aeróbias e cíclicas, não necessariamente se aplicariam para uma sessão de ER, mesmo que em intensidade elevada. Portanto, o objetivo deste trabalho foi comparar as respostas fisiológicas agudas do ER em ambientes de diferentes concentrações de MP2,5. Para isto, participaram deste trabalho 7 homens e 9 mulheres saudáveis (22,93 ± 4,43 anos de idade) classificados como avançados em treinamento de força. Os voluntários foram avaliados em 3 sessões experimentais, sendo uma de caracterização e familiarização e duas de realização do ER em ambientes de maior ou menor concentração de MP2,5, que ocorreram de modo randomizado e contrabalanceado. Em todas as sessões de ER foram coletadas medidas cardiovasculares - frequência cardíaca e pressão arterial; o desempenho neuromuscular - salto contramovimento e arremesso de medicine-ball sentado; e medidas psicométricas e cognitivas - percepção de esforço, satisfação com a prática de exercício e função cognitiva. A análise de modelo misto com medidas repetidas não encontrou efeito de interação dos ambientes com as respostas cardiovasculares, autonômicas, neuromusculares e cognitivas do ER. Além disso, não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre ambientes para as medidas perceptuais quantitativas. A prática de ER em ambiente com maior e menor concentrações de MP2,5 não provocou alterações nas variáveis estudadas. É importante ressaltar que a exposição aos poluentes deve ser evitada, todavia, nossos resultados sugerem que o ER pode ser uma estratégia viável para prática, quando não for possível evitar condições de elevada poluição do ar.; Abstract: It has been shown that polluted urban environments, primarily due to particulate matter 2.5µm (PM2.5), can interfere with physiological capacities related to strength, body composition, and even neuromuscular parameters. Conversely, resistance exercise (RE) is the recommended task to generate positive adaptations for such capacities. Furthermore, there is theoretical evidence supporting that the harms induced by poor air quality, previously observed and described in aerobic and cyclic tasks, would not necessarily apply to an RE session, even at high intensity. Therefore, the aim of this study was to compare the acute physiological responses to RE in environments with different concentrations of PM2.5. To this end, 7 healthy men and 9 healthy women (22.93 ± 4.43 years old) classified as advanced in strength training participated in this study. The volunteers were evaluated in 3 experimental sessions: one for characterization and familiarization, and two for performing RE in environments with higher or lower concentrations of PM2.5, which occurred in a randomized and counterbalanced order. In all RE sessions, cardiovascular measurements (heart rate and blood pressure), neuromuscular performance (countermovement jump and seated medicine ball throw), and psychometric and cognitive measures (rating of perceived exertion, exercise satisfaction, and cognitive function) were collected. The mixed-model analysis with repeated measures found no interaction effect between the environments and the cardiovascular, autonomic, neuromuscular, and cognitive responses to RE. In addition, no statistically significant difference was found between the environments for quantitative perceptual measures. The practice of RE in environments with higher and lower concentrations of PM2.5 did not cause changes in the studied variables. It is important to emphasize that exposure to pollutants should be avoided; however, our results suggest that RE may be a viable strategy for practice when avoiding conditions of high air pollution is not possible.
Dissertação (mestrado) ? Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275311</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Curso de tempo de recuperação da ecointensidade, inchaço muscular e força muscular dos membros superiores após uma simulação de competição em atletas experientes de jiu-jítsu</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275185</link>
<description>Curso de tempo de recuperação da ecointensidade, inchaço muscular e força muscular dos membros superiores após uma simulação de competição em atletas experientes de jiu-jítsu
Schmitz, Jozenir
Introdução: O jiu-jítsu brasileiro (BJJ) é um esporte de combate que exige alta demanda de flexão de cotovelo e preensão manual, devido à intensa exigência de pegadas no quimono e manutenção de posições de controle. Nos últimos anos, investigações sobre as demandas cardiometabólicas e neuromusculares em esportes de combate têm recebido atenção crescente. No entanto, ainda são escassas as evidências sobre os efeitos de uma competição de BJJ em variáveis como ecointensidade e força muscular isométrica, tanto imediatamente quanto nos dias subsequentes aos combates. A ecointensidade tem sido amplamente utilizada na ciência do movimento humano e parece estar associada ao dano muscular. Além disso, a redução prolongada da capacidade de produção de força muscular é uma consequência potencial do dano muscular. Objetivo: analisar o comportamento temporal da ecointensidade, inchaço muscular (espessura muscular) e força muscular (preensão manual e força isométrica de flexores de cotovelo) após a realização de uma sessão simulada em atletas experientes de BJJ. Método: A amostra foi composta por 14 atletas masculinos de 18 a 43 anos, com pelo menos um ano de experiência, graduados em faixa branca, azul e roxa, com treinos regulares de três vezes por semana, dos quais 12 concluíram todas as etapas de coleta de dados. As características antropométricas do grupo foram: idade média de 30,16 ± 9,22 anos, estatura de 178,58 ± 0,04 cm, massa corporal de 84,92 ± 9,49 kg e percentual de gordura corporal de 14,38 ± 5,43%. Foi adotado um delineamento experimental com medidas repetidas em oito momentos (pré e pós). Tal sessão simulada de competição foi composta por 4 lutas de 6 min cada, com intervalo de 6 min entre as lutas. As medidas das variáveis de interesse foram realizadas nos momentos pré luta (PRE), após a primeira luta (POS1), após a segunda luta (POS2), após a terceira luta (POS3), após a quarta simulação de luta (POS4), após 24 h (POS24), após 48 h (POS48) e após 72 h (POS72). Os dados foram apresentados por meio de estatística descritiva e as variáveis dependentes foram analisadas através de ANOVA para medidas repetidas. O nível de significância aceito foi de p &lt; 0,05. Resultados: Verificou-se que a força isométrica de preensão manual, em relação ao PRE, apresentou redução entre os momentos POS1 até POS24 (p = 0,037, p = 0,001, p = 0,003, p = 0,002 e p = 0,037, respectivamente), indicando recuperação em 48 h. Em contraste para força isométrica de flexores do cotovelo foi encontrado diferença somente no POS4 (p = 0,003), em relação ao PRE, indicando recuperação em 24 h. Para espessura muscular, foi encontrado diferença significativa apenas do PRE para o POS4 (p= 0,003) da região da ulna, sem diferença significativas para região do rádio e flexores do cotovelo (bíceps braquial e braquial). Para a média e bandas da ecointensidade, não foram identificadas diferenças em nenhum dos momentos avaliados. Conclusão: A competição simulada de BJJ induziu fadiga nos flexores do cotovelo e do punho, com recuperação mais rápida dos flexores do cotovelo (24 h) em comparação aos flexores do punho (48 h). Além disso a sessão simulada induziu ao inchaço muscular agudo na região da ulna. Não foram observadas alterações na espessura muscular (região do rádio e bíceps braquial e braquial) e na ecointensidade ao longo do tempo, sugerindo a participação de mecanismos periféricos e centrais de fadiga.; Abstract: Introduction: Brazilian Jiu-Jitsu (BJJ) is a combat sport that demands high levels of elbow flexion and hand grip strength due to the intense requirements of gripping the kimono and maintaining control positions. In recent years, investigations into the cardiometabolic and neuromuscular demands in combat sports have received increasing attention. However, evidence on the effects of a Jiu-Jitsu competition on variables such as ecointensity and isometric muscle strength, both immediately and in the days following the fights, is still scarce. Ecointensity has been widely used in the science of human movement and appears to be associated with muscle damage. Furthermore, prolonged reduction in muscle force production capacity is a potential consequence of muscle damage. Objective: To analyze the temporal behavior of ecointensity, muscle growth (muscle thickness), and muscle strength (hand grip and isometric elbow flexor strength) after a simulated competition in experienced Jiu-Jitsu athletes. Method: The sample consisted of 14 male athletes aged 18 to 43 years, with at least one year of experience, holding white, blue, and purple belts, and training regularly three times a week. Of these, 12 completed all stages of data collection. The anthropometric characteristics of the group were: mean age of 30.16 ± 9.22 years, height of 178.58 ± 0.04 cm, body mass of 84.92 ± 9.49 kg, and body fat percentage of 14.38 ± 5.43%. An experimental design with repeated measures at eight time points (pre and post) was adopted. This competition simulation consisted of 4 fights of 6 minutes each, with a 6-minute interval between fights. The measurements of the variables of interest were performed at the pre-fight (PRE), post-first fight (POS1), post-second fight (POS2), post-third fight (POS3), post-fourth simulated fight (POS4), post-24 h (POS24), post-48 h (POS48), and post-72 h (POS72) time points. Data were presented using descriptive statistics, and dependent variables were demonstrated through repeated measures ANOVA. The accepted significance level was p &lt; 0.05. Results: It was found that isometric handgrip strength, in relation to PRE, showed a reduction between POS1 and POS24 (p = 0.037, p = 0.001, p = 0.003, p = 0.002, and p = 0.037, respectively), with recovery observed at 48 h. In contrast, for isometric strength of elbow flexors, a difference was found in relation to PRE, with a decrease in recovery at 24 h. For muscle thickness, mean and echo-intensity bands, no differences were identified at any of the evaluated time points. Conclusion: The simulated Jiu-Jitsu competition induced fatigue in the elbow and wrist flexors, with faster recovery of the wrist flexors (24 h) compared to the elbow flexors (48 h). No changes in muscle thickness and echo-intensity were observed over time, indicating the participation of peripheral and central fatigue mechanisms.
Dissertação (mestrado) ? Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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