<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>TCC Ciências Econômicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/7481</link>
<description/>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:06:32 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-21T20:06:32Z</dc:date>
<image>
<title>TCC Ciências Econômicas</title>
<url>http://repositorio.ufsc.br:80/xmlui/bitstream/id/a5adf82d-9d1e-4995-a970-5dcb778d164f/</url>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/7481</link>
</image>
<item>
<title>Mercado consumidor brasileiro, de entrave estrutural a motor do crescimento: uma análise do comportamento do mercado consumidor brasileiro no século XXI</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275266</link>
<description>Mercado consumidor brasileiro, de entrave estrutural a motor do crescimento: uma análise do comportamento do mercado consumidor brasileiro no século XXI
Poddixi, Rafael Albuquerque
O capitalismo no Brasil desde seu processo de criação colonial realizado pela Europa &#13;
desenvolveu-se como uma estrutura produtiva voltada ao exterior, caracterizado pela baixa &#13;
intensidade tecnológica e pelo elevado nível de emprego do trabalho. Essas e outras &#13;
características constituem juntas uma gama de relações de produção que, embora tenham &#13;
desenvolvido as forças produtivas, limitam o desenvolvimento nacional, tendo como uma de &#13;
suas principais consequências, os baixos salários pagos aos trabalhadores e, por conseguinte, &#13;
o estreito mercado consumidor nacional. &#13;
Neste trabalho analisamos como se articulam os elementos que mantêm o capitalismo &#13;
brasileiro em sua condição de subdesenvolvimento a partir da análise do comportamento do &#13;
mercado consumidor na década de 2000 quando houve expansão do consumo interno, &#13;
tentando com isso entender se a aclamada expansão representa uma modificação estrutural da &#13;
economia brasileira no sentido de superação da superexploração do trabalho ou se é apenas &#13;
um evento de oscilação no nível de exploração, fenômeno possível dentro da condição &#13;
dependente.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia.
</description>
<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275266</guid>
<dc:date>2013-12-02T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>O Fundo de Amparo ao Trabalhador na composição do funding do BNDES:  Evolução e destinação dos recursos (2003-2022)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275243</link>
<description>O Fundo de Amparo ao Trabalhador na composição do funding do BNDES:  Evolução e destinação dos recursos (2003-2022)
Trecco, Julia Artico
O presente trabalho analisou a evolução da aplicação dos recursos do Fundo de &#13;
Amparo ao Trabalhador (FAT) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico &#13;
e Social (BNDES) entre 2003 e 2022, com foco nos valores destinados à indústria de &#13;
transformação e ao investimento direto às empresas. A pesquisa, de caráter &#13;
documental e quali-quantitativo, baseou-se nos balanços patrimoniais do banco, nos &#13;
relatórios gerenciais anuais do FAT e em informações obtidas diretamente junto à &#13;
instituição, organizando a análise em torno da comparação entre dois períodos &#13;
distintos de atuação da instituição, um de expansão e protagonismo estatal (2003&#13;
2014) e outro de retração e reorientação institucional (2015-2022), separados pelas &#13;
mudanças institucionais que alteraram a política operacional do BNDES. Os valores &#13;
monetários foram apresentados em termos nominais e deflacionados a preços de &#13;
2022, com base no IPCA. Os resultados indicam que o FAT, em especial sua parcela &#13;
constitucional, manteve-se como fonte estável e crescente de financiamento ao longo &#13;
de todo o recorte, mesmo em termos reais, enquanto os aportes do Tesouro Nacional &#13;
apresentaram caráter conjuntural, expandindo-se após a crise de 2008 e revertendo&#13;
se a partir de 2015. Observou-se, ainda, perda progressiva de peso relativo da &#13;
indústria de transformação na alocação dos recursos do fundo e retração acentuada &#13;
da participação das operações diretas nos anos finais do recorte. Conclui-se que a &#13;
inflexão da atuação do BNDES no período recente esteve associada menos a uma &#13;
restrição de funding e mais a mudanças institucionais e operacionais que redefiniram &#13;
a lógica e a destinação dos recursos do FAT.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia.
</description>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275243</guid>
<dc:date>2026-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Políticas Industriais e de Inovação a partir da Indústria 4.0: uma análise comparativa entre Estados Unidos, Alemanha e China (2010–2024)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275011</link>
<description>Políticas Industriais e de Inovação a partir da Indústria 4.0: uma análise comparativa entre Estados Unidos, Alemanha e China (2010–2024)
Santos, Jesiel da Silva
Este trabalho analisa comparativamente as políticas industriais e de inovação&#13;
adotadas por Estados Unidos, Alemanha e China a partir da década de 2010, em um contexto&#13;
marcado pela emergência do paradigma da Indústria 4.0, pela fragmentação das cadeias&#13;
globais de valor e pelo acirramento da rivalidade tecnológica entre as grandes potências. O&#13;
objetivo geral é investigar como os diferentes modelos de governança influenciaram os&#13;
instrumentos e os resultados das respectivas estratégias nacionais, com foco na evolução da&#13;
produtividade, na inserção nas cadeias globais de valor e na sofisticação da pauta exportadora.&#13;
Sob a ótica teórica da nova economia da política industrial, a pesquisa adota uma abordagem&#13;
quantitativo-comparativa fundamentada em indicadores macroeconômicos de complexidade&#13;
econômica, comércio em valor adicionado, produtividade total dos fatores e índices globais de&#13;
inovação. Os resultados evidenciam trajetórias divergentes: os Estados Unidos responderam&#13;
ao seu histórico de desindustrialização com um volume inédito de subsídios e incentivos&#13;
fiscais voltados à repatriação da produção de semicondutores e tecnologias limpas; a&#13;
Alemanha manteve sua liderança em bens de capital e produtos de alta complexidade,&#13;
sustentada pela digitalização contínua de seu robusto ecossistema de pesquisa aplicada e&#13;
formação técnica profissionalizante; e a China registrou um rápido avanço estrutural,&#13;
consolidando-se como líder na exportação de veículos e eletrônicos por meio de intenso&#13;
dirigismo estatal e planejamento de longo prazo. Conclui-se que a política industrial assumiu&#13;
centralidade na busca por soberania tecnológica e que não há um modelo único replicável,&#13;
mas estratégias cuja eficácia depende intrinsecamente das capacidades estatais e da trajetória&#13;
institucional pré-existente em cada país.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia.
</description>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275011</guid>
<dc:date>2026-06-29T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Preceptoras, mestras e professoras: o processo de feminização das profissões de ensino no Brasil a partir de meados do século XIX</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275010</link>
<description>Preceptoras, mestras e professoras: o processo de feminização das profissões de ensino no Brasil a partir de meados do século XIX
Prates, Beatriz da Rosa
A feminização do magistério primário no Brasil, socialmente naturalizada como uma vocação inata, encobre um processo histórico de precarização e desvalorização econômica sistêmica da categoria. Fundamentado na economia feminista, este trabalho analisa o processo de feminização da docência e as suas consequências socioeconômicas a partir do marco legal da Lei de 15 de outubro de 1827. No que tange aos aspectos metodológicos, a investigação combina revisão histórica e documental com análise de dados dos Censos Demográficos de 1872 e 1920, demonstrando como a institucionalização do ensino público moldou a subalternidade da mulher na esfera pública. O estudo discute como a legislação impôs uma mutilação curricular para as meninas, afastando-as das ciências exatas e associando a atividade docente a uma mera extensão do trabalho reprodutivo. Os resultados do trabalho revelam que o Estado se apropriou do trabalho feminino sob a justificativa de que este seria um salário complementar, o que consolidou uma profunda segregação ocupacional horizontal e vertical. Conclui-se que a desvalorização financeira das professoras não foi um efeito colateral, mas o pilar estrutural que sustentou a modernização educacional do país às custas da autonomia econômica das mulheres.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia.
</description>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275010</guid>
<dc:date>2026-07-03T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
