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<title>Departamento de Jornalismo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274901</link>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:59:10 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-18T12:59:10Z</dc:date>
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<title>Mapeamento de Jornais-Laboratório das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276416</link>
<description>Mapeamento de Jornais-Laboratório das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil
Margarida, Bomfim da Silva
O objetivo deste trabalho consiste em descrever o processo de mapeamento de Jornais-Laboratório nos cursos de Jornalismo e Comunicação Social das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas das regiões Centro-Oeste e Norte Brasil. O período da pesquisa deu-se entre setembro de 2025 e agosto de 2026, com a participação de duas bolsistas e dois professores responsáveis pelo projeto. A coleta de dados foi realizada por meio da plataforma e-MEC, contatos diretos com a coordenação dos cursos, análises de grades curriculares e leituras complementares. Após a coleta de dados foi possível conhecer e quantificar os cursos em atividade de Jornalismo e de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, as formas de existência dos jornais-laboratório, e os desafios que envolvem o ensino de práticas laboratoriais em Jornalismo nas regiões pesquisadas.
Linguagens, interculturalidade e identidades
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entre a lei e a notícia: feminicídios, políticas públicas e cobertura jornalística</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276162</link>
<description>Entre a lei e a notícia: feminicídios, políticas públicas e cobertura jornalística
Cardoso, Maitê Silveira
Em 2025, foram registrados 1.571 feminicídios no Brasil, quatro vítimas por dia, sendo 52 casos em Santa Catarina (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2026). Compreendido como o extremo de um continuum de violência contra as mulheres (Caputi; Russell, 1992), o feminicídio constitui um problema público que demanda políticas articuladas de prevenção e enfrentamento. Nesse contexto, o projeto “Feminicídios na cobertura jornalística: permanências e mudanças em padrões de tratamento”, do Grupo Transverso – Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica, do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJor/UFSC), busca analisar a relação entre violência de gênero, políticas públicas e cobertura jornalística. Como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), participei, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, de atividades de revisão bibliográfica, divulgação científica, produção jornalística e coleta e análise de dados. O principal produto do ciclo foi um artigo científico sobre a produção legislativa de enfrentamento ao feminicídio na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e sua reverberação na mídia catarinense. Para isso, construí e analisei um corpus de 14 projetos de lei apresentados entre 2015 e 2025. Também participei da análise de sua repercussão nos portais ND Mais e NSC Total. Os resultados apontam a baixa institucionalização e a fragmentação das iniciativas legislativas: nove dos 14 projetos foram classificados como acessórios, por apresentarem menor capacidade de atuar sobre as condições sociais e institucionais que sustentam a violência. A repercussão jornalística também se mostrou restrita, pois apenas cinco projetos foram mencionados nos dois portais, em sete matérias predominantemente informativas e ancoradas em fontes institucionais. Observou-se ainda a ausência de acompanhamento dos desdobramentos legislativos e a reduzida problematização das causas estruturais da violência de gênero. Os achados indicam, portanto, um descompasso entre as agendas legislativa e jornalística, reforçando a necessidade de um jornalismo capaz de reconhecer o feminicídio como problema público e o seu papel de cobrança. Assim, é possível conceber uma prática combativa e sensível que responsabiliza o Estado, acolhe as mulheres, educa a sociedade e contribui para o enfrentamento do feminicídio.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os critérios editoriais e a narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276144</link>
<description>Os critérios editoriais e a narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo
Zwirtes, Fernanda
Este vídeo apresenta as atividades desenvolvidas entre setembro de 2025 e agosto de 2026 na bolsa de iniciação científica vinculada ao projeto "A narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo", junto ao Grupo de Estudos sobre Narrativas Audiovisuais Jornalísticas (GENAJOR), sob coordenação da professora Fabiana Piccinin. Dando continuidade ao ciclo anterior, que investigou a distribuição do Jornal Nacional em plataformas exógenas à Rede Globo (Instagram, Facebook e X), este novo ciclo voltou-se a compreender o comportamento do telejornal em suas plataformas próprias: o GloboPlay e o Portal G1, em sua subseção G1 Jornal Nacional. A escolha do objeto se justifica pelo pioneirismo do JN, no ar desde 1969, e por sua liderança de audiência entre os telejornais brasileiros. A análise, ancorada no conceito de plataformização e no fenômeno de deslocamento do jornalismo, debruçou-se sobre um recorte temporal entre 2 e 14 de março de 2026, no qual 12 edições do telejornal geraram 172 matérias no GloboPlay e 100 no Portal G1, classificadas em três categorias: idênticas, adaptadas e exclusivas. Os resultados indicam que 100% das edições são disponibilizadas na íntegra no GloboPlay, enquanto 58,14% das matérias são republicadas no G1, das quais 96% mantiveram o vídeo original sem cortes e nenhuma foi produzida exclusivamente para o portal. A principal adaptação identificada foi a alteração de título em 90% das publicações, indicando ajuste à lógica de buscabilidade digital, sem comprometer a integralidade do conteúdo audiovisual. Esses achados evidenciam que, ao contrário do observado em plataformas exógenas, o controle editorial pleno sobre a infraestrutura própria favorece a preservação da narrativa jornalística íntegra, reservando a fragmentação aos ambientes de menor controle da emissora. A pesquisa resultou na elaboração do artigo "Em casa, oferecemos mais e melhor: a narrativa do JN nas plataformas Globoplay e Portal G1", apresentado na etapa remota do Intercom Nacional 2026.
Linguagens, interculturalidade e identidades
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mapeamento de Jornais-Laboratório das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276139</link>
<description>Mapeamento de Jornais-Laboratório das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil
Zucchi, Érica Maria
O objetivo deste trabalho consiste em descrever o processo de mapeamento de Jornais-Laboratório nos cursos de Jornalismo e Comunicação Social das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas das regiões Centro-Oeste e Norte Brasil. O período da pesquisa deu-se entre setembro de 2025 e agosto de 2026, com a participação de duas bolsistas e dois professores responsáveis pelo projeto. A coleta de dados foi realizada por meio da plataforma e-MEC, contatos diretos com a coordenação dos cursos, análises de grades curriculares e leituras complementares. Após a coleta de dados foi possível conhecer e quantificar os cursos em atividade de Jornalismo e de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, as formas de existência dos jornais-laboratório, e os desafios que envolvem o ensino de práticas laboratoriais em Jornalismo nas regiões pesquisadas.
Linguagens, interculturalidade e identidades
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276139</guid>
<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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