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<title>Departamento de Estudos Especializados em Educação</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274897</link>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:44:20 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-18T12:44:20Z</dc:date>
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<title>Cursos de Pedagogia de Instituições de Ensino Superior privadas sem fins lucrativos de Santa Catarina vinculados à ACAFE</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276499</link>
<description>Cursos de Pedagogia de Instituições de Ensino Superior privadas sem fins lucrativos de Santa Catarina vinculados à ACAFE
Thiem, Sabrina
Trata-se de uma pesquisa PIBIC/CNPq/UFSC (2025-2026), vinculada a um projeto interinstitucional maior em andamento, com pesquisadoras docentes dos três estados do Sul do país, que objetivam realizar um mapeamento e caracterização dos Cursos de Pedagogia (CPe) ofertados por Instituições de Ensino Superior (IES) públicas na  Região Sul. No caso da pesquisa aqui apresentada, o recorte está em CPe de Santa Catarina ofertado por IES privadas sem fins lucrativos, vinculados à Associação Catarinense de Fundações Educacionais (Acafe), também denominadas de universidades comunitárias. Objetiva-se compreender as principais características dos Cursos de Pedagogia ofertados por IES privadas sem fins lucrativos em Santa Catarina. Trata-se de uma pesquisa  exploratória, de análise documental. De 35 CPe levantados, foram analisados 29 cursos de 12 IES diferentes da Acafe e seis não foram estudados por não termos encontrados documentos. Entre os principais resultados estão: a oferta de CPe da Acafe se faz presente em quase todo o território catarinense; do total de cursos analisados (29), 19 deles são ofertados na modalidade presencial, cinco em semipresencial e cinco em EaD. Identificamos aqui que as IES já estão se adequando ao Decreto de 2025 ao migrarem seus cursos de EaD para semipresencial; há uma diversidade de formas de organização e distribuição de carga horária nos currículos desta licenciatura; 10 CPe já atendem às exigências da Resolução n. 4/2024 quanto à presença do estágio desde o início do curso e 18 CPe quanto a curricularização da extensão. Quanto aos estágios curriculares quase a totalidade dos Cursos, exceto um, ofertam estágio obrigatório para educação infantil e anos iniciais; oito têm estágios na gestão; seis têm estágio na EJA; e quatro em outros espaços. Predomina a concentração de estágio a partir do início do curso.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Teoria Crítica, Racionalidades e Educação (VI e VII): estudos (e novos estudos) para a compreensão do tempo presente</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276338</link>
<description>Teoria Crítica, Racionalidades e Educação (VI e VII): estudos (e novos estudos) para a compreensão do tempo presente
Steurer, Vitor Henrique Tontini
O presente trabalho procura reconstruir aspectos da biografia esportiva de João Carlos de Oliveira (1954-1999), atleta brasileiro, praticante de salto triplo, negro e membro do Exército, cuja carreira transcorreu durante a ditadura civil-militar (1964-1985). Importa identificar, na imprensa, como sua carreira serve como modelo de uma educação do corpo vinculada à sua performance e a aspectos que ela implica: superação, otimismo, progresso, desempenho, excepcionalidade militar, meritocracia, milagre, talento, mas também aspectos de classe e étnico-raciais, já que se tratava de um atleta negro, oriundo de camadas sociais vulneráveis. O esporte é uma das experiências em que melhor se combinam razão e magia, segundo uma dialética do esclarecimento, tal como propuseram Max Horkheimer e Theodor W. Adorno. “João do Pulo”, como ficou conhecido, personifica essa ideia, na medida em que sua performance é resultado de treinamento e ciência, mas a ele igualmente se atribui o recebimento de uma graça vinculada à crença e ao misticismo, tão disseminada durante os anos do “milagre brasileiro”, associada à grandeza da natureza deste país, mesmo que adormecida por anos de atraso que o projeto de modernização conservadora da ditadura procurava esconjurar. Foram analisados materiais da imprensa escrita e televisiva, considerando, a dialética entre progresso e regressão, tal como sugerida por Walter Benjamin. Financiado pelo Governo Federal, o atleta participou de estágios de treinamento na Alemanha. Sua condição de Cabo do Exército lhe garantia rendimentos e condições materiais que contribuíram para o desenvolvimento de sua formação esportiva. O aspecto militar de João, contudo, permaneceu latente mesmo após sua ascensão ao estrelato, dando continuidade à tradição brasileira de bons resultados no salto triplo. Todo esse processo coincide, ademais, com a promulgação da Lei nº 5.692/1971, que torna a dinâmica esportiva central na Educação Física escolar. Depois de Adhemar Ferreira da Silva e Nélson Prudêncio, João também atingiu o recorde mundial, em 1975, superando em 45 centímetros a marca anterior. No ano seguinte, alcançou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos, em Montreal, resultado que se repetiu quatro anos depois, em Moscou. Em ambos os casos, o terceiro lugar foi considerado um fracasso, que se explicava pela falta de preparo emocional e técnico do atleta, embora, no segundo caso, discutiu-se a possibilidade de favorecimento aos atletas soviéticos devido às excentricidades da Guerra Fria. De qualquer forma, em uma e outra situação, pontificam discursos racistas vinculados à suposta debilidade emocional de pessoas negras, mencionando a incapacidade de articulação verbal (necessidade de intermediação) e certo “afrouxamento” em momentos decisivos – João, mesmo com seus resultados excepcionais no salto triplo e à distância, chegou a ser estigmatizado sob a alcunha de “João do Medo”.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A reprodução social de mães imigrantes da Educação Infantil de Florianópolis, SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276281</link>
<description>A reprodução social de mães imigrantes da Educação Infantil de Florianópolis, SC
Araujo, Thainá Santos
Este vídeo apresenta a jornada da bolsista PIBIC (Programa Institucional de Iniciação Científica) Thainá Santos Araujo, entre Setembro de 2025 e Agosto de 2026. As atividades previstas para a Iniciação Científica tiveram como objetivos principais a tabulação, sistematização e análises dos dados de entrevistas e questionários desenvolvidas nos anos de 2024-2025. Destaca-se que o Projeto de Pesquisa recebe apoio e financiamento do CNPq por meio da concessão de Bolsa Produtividade (Pq2) à coordenadora, além da bolsa PIBIC que este relatório expressa. Durante o ciclo de 2025/2026, a bolsista colaborou no processo de pesquisa em campo, ajudando a realizar entrevistas com três (03) mães imigrantes das escolas pesquisadas, para além da tabulação, sistematização e análises coletivas das entrevistas das mães imigrantes, docentes, gestores e trabalhadores terceirizados. Participou de três (03) eventos de socialização/apresentação da pesquisa e teve co autoria na escrita de um artigo para o livro do Núcleo de Estudos sobre as Transformações do Mundo do Trabalho (TMT), junto de duas monografias de base. Paralelo às atividades de pesquisa, foram realizadas leituras e estudos no TMT sobre os eixos de Reprodução Social, Trabalho Pedagógico e Trabalho Docente, com fins de auxiliar as análises das pesquisas individuais e do subgrupo de cada integrante do núcleo. Ademais, nos meses de maio a julho de 2026, foram levantados materiais relativos a trabalho, migração, educação e reprodução social voltadas à etapa escolar da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, para subsidiar a pesquisa do próximo ciclo PIBIC 2026/2027. Destacamos a importância desta pesquisa para a contribuição de mudanças na qualidade de vida, educação e melhor acolhimento das crianças e famílias das escolas públicas de Florianópolis, Santa Catarina.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Teoria Crítica, Racionalidades e Educação (VIII): estudos (e novos estudos) para a compreensão do tempo presente</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276252</link>
<description>Teoria Crítica, Racionalidades e Educação (VIII): estudos (e novos estudos) para a compreensão do tempo presente
Steurer, Vitor Henrique Tontini
O presente trabalho procura reconstruir aspectos da biografia esportiva de João Carlos de Oliveira (1954-1999), atleta brasileiro, praticante de salto triplo, negro e membro do Exército, cuja carreira transcorreu durante a ditadura civil-militar (1964-1985). Importa identificar, na imprensa, como sua carreira serve como modelo de uma educação do corpo vinculada à sua performance e a aspectos que ela implica: superação, otimismo, progresso, desempenho, excepcionalidade militar, meritocracia, milagre, talento, mas também aspectos de classe e étnico-raciais, já que se tratava de um atleta negro, oriundo de camadas sociais vulneráveis. O esporte é uma das experiências em que melhor se combinam razão e magia, segundo uma dialética do esclarecimento, tal como propuseram Max Horkheimer e Theodor W. Adorno. “João do Pulo”, como ficou conhecido, personifica essa ideia, na medida em que sua performance é resultado de treinamento e ciência, mas a ele igualmente se atribui o recebimento de uma graça vinculada à crença e ao misticismo, tão disseminada durante os anos do “milagre brasileiro”, associada à grandeza da natureza deste país, mesmo que adormecida por anos de atraso que o projeto de modernização conservadora da ditadura procurava esconjurar. Foram analisados materiais da imprensa escrita e televisiva, considerando, a dialética entre progresso e regressão, tal como sugerida por Walter Benjamin. Financiado pelo Governo Federal, o atleta participou de estágios de treinamento na Alemanha. Sua condição de Cabo do Exército lhe garantia rendimentos e condições materiais que contribuíram para o desenvolvimento de sua formação esportiva. O aspecto militar de João, contudo, permaneceu latente mesmo após sua ascensão ao estrelato, dando continuidade à tradição brasileira de bons resultados no salto triplo. Todo esse processo coincide, ademais, com a promulgação da Lei nº 5.692/1971, que torna a dinâmica esportiva central na Educação Física escolar. Depois de Adhemar Ferreira da Silva e Nélson Prudêncio, João também atingiu o recorde mundial, em 1975, superando em 45 centímetros a marca anterior. No ano seguinte, alcançou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos, em Montreal, resultado que se repetiu quatro anos depois, em Moscou. Em ambos os casos, o terceiro lugar foi considerado um fracasso, que se explicava pela falta de preparo emocional e técnico do atleta, embora, no segundo caso, discutiu-se a possibilidade de favorecimento aos atletas soviéticos devido às excentricidades da Guerra Fria. De qualquer forma, em uma e outra situação, pontificam discursos racistas vinculados à suposta debilidade emocional de pessoas negras, mencionando a incapacidade de articulação verbal (necessidade de intermediação) e certo “afrouxamento” em momentos decisivos – João, mesmo com seus resultados excepcionais no salto triplo e à distância, chegou a ser estigmatizado sob a alcunha de “João do Medo”.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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