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<title>Departamento de Antropologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274888</link>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:04:14 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-14T19:04:14Z</dc:date>
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<title>Preservação e autorrecuperação da memória das mulheres afro-brasileiras na produção científica:  uma perspectiva documental e artístico-visual</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276378</link>
<description>Preservação e autorrecuperação da memória das mulheres afro-brasileiras na produção científica:  uma perspectiva documental e artístico-visual
Neves, Juliana de Souza Silva das
Este relatório apresenta os resultados do projeto de iniciação científica desenvolvido ao longo de 12 meses na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio das políticas de ações afirmativas, sob a orientação da Profa. Dra. Alexandra Eliza Vieira Alencar, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). O trabalho contempla a elaboração de um plano de preservação e conservação preventiva para o acervo em papel do NUER (Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas), buscando viabilizar condições estáveis para sua salvaguarda. Em paralelo a dimensão prática, apresenta um ensaio que analisa a construção de imaginários sobre a mulher negra no Brasil desde os primeiros usos da fotografia no país, observando de que modo esse arquivo visual produziu e consolidou estigmas relacionados à raça e ao gênero. Para isso, utiliza a técnica da colagem como metodologia de inscrição de conhecimento, compreendendo o processo artístico como ferramenta de letramento visual antirracista e de autorrecuperação (bell hooks, 2023).
Linguagens, interculturalidade e identidades
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entre antifeministas e feministas antigênero - Etnografia da proliferação de políticas conservadoras em SC.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276269</link>
<description>Entre antifeministas e feministas antigênero - Etnografia da proliferação de políticas conservadoras em SC.
Stopanovski, Adara
Este texto é resultado da pesquisa etnográfica que objetivou investigar movimentos organizados, ativismos e coletivos políticos orientados por pautas conservadoras, antifeministas e feministas antigênero em Santa Catarina. Para tanto foram adotados os seguintes procedimentos metodológicos: mapeamento de grupos, coletivos e organizações do estado que se identificam como antifeministas ou feministas antigênero, realizado predominantemente no ambiente digital, por meio de plataformas como Instagram e WhatsApp; acompanhamento etnográfico presencial e digital das ações dos grupos identificados; observação participante em atividades públicas desses grupos (audiências públicas, reuniões, manifestações etc.); mapeamento de deputados e deputadas e seus posicionamentos políticos por meio do site da ALESC; e levantamento de Projetos de Lei na mesma plataforma relacionados às temáticas da pesquisa. Por meio da pesquisa etnográfica, não foi possível identificar grupos, coletivos ou organizações estruturadas e atuantes autoidentificadas como antifeministas ou mesmo feministas antigênero; antes, o que se identifica é a mobilização em torno da atuação de uma jovem deputada estadual antifeminista filiado ao Partido Liberal, que conta com uma bancada de 14 deputados na Alesc, e a coalizão em torno de suas proposições legislativas, como a aprovação da Lei nº 19.776/2026, que assegura aos pais e responsáveis o direito de vedar a participação de seus filhos em atividades pedagógicas de gênero no âmbito do Estado de Santa Catarina.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Estado que mata e o documento que narra: o laudo pericial como instrumento de construção de verdades no caso Lolinha</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276109</link>
<description>O Estado que mata e o documento que narra: o laudo pericial como instrumento de construção de verdades no caso Lolinha
Silva, Ana Laura Bragagnolo da
Este trabalho é a síntese da minha pesquisa de Iniciação Científica do ciclo 2025-2026, vinculada a bolsa pibic CNPQ de título “Produção de verdades em casos de mortes envolvendo agentes estatais em Florianópolis/SC:’’. O objetivo da pesquisa foi analisar como ocorre a descaracterização do indivíduo nos laudos periciais enquanto uma ferramenta política e técnica, e como eles são utilizados para transformar atos de violência policial em verdades jurídicas inquestionáveis através de uma linguagem técnica e burocrática no caso Lolinha. Como método, realizei uma etnografia pautada na análise documental dos laudos periciais e dos inquéritos do caso, os quais tive acesso a partir dos diálogos com a família da vítima que ocorreram durante as atividades da LUPA – Laboratório Universitário de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia, coordenado pela Profª. Dra. Flavia Medeiros (ANT/CFH/UFSC). Tais laudos periciais registram a morte de José Romualdo Santos De Jesus, conhecido como ‘’Lolinha’’, ocorrida em 03 de setembro de 2024, morto por disparos de arma de fogo dentro de seu quarto, no Morro do Horácio, durante uma operação conjunta entre polícia civil e polícia militar. Durante a pesquisa, utilizando a ideia de vida social do morto e a partir do estudo sobre os discursos de poder sob a ótica da antropologia, apresento uma análise que humaniza a vítima em detrimento da linguagem médico-legal pretensamente neutra do laudo, que transpõe a violência física para dados anatômicos e descritivos. Os resultados mostraram que a minha análise etnográfica e minha convivência com a família da vítima no contexto do LUPA ampliaram meu olhar crítico sobre a ideia de necropolítica de um Estado que constrói o discurso da ‘’morte justificada’’; demonstraram o controle narrativo dos documentos periciais que visam neutralizar as contestações dos ‘autos de resistência’, e preservar a imagem de legalidade das instituições; e evidenciaram a importância e do diálogo com os interlocutores.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>A desinformação e empreendedorismo em saúde no Instagram</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276089</link>
<description>A desinformação e empreendedorismo em saúde no Instagram
Zanini, Ana Luiza
O plano de trabalho desenvolvido por esta bolsa PIBIC se situa no âmbito da parceria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o Laboratório de Humanidades Digitais (LABHD) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que co-coordena com o Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da mesma universidade a proposta aprovada no Edital CNPq/Decit/SECTICS/MS – Nº 30/2024 – Prevenção e Enfrentamento à Desinformação Científica em Saúde. Este projeto de Iniciação Científica teve como objetivo identificar e analisar dados qualitativos acerca da desinformação vacinal e empreendedorismo em saúde nos principais veículos midiáticos, em especial a plataforma Instagram, pelo projeto “Ecossistemas multiplataforma e ataques à integridade da informação em saúde: impactos, padrões de disseminação e estratégias de mitigação”, coordenado pela Prof.ª Dr.ª Letícia Cesarino. A pesquisa adota uma abordagem de métodos mistos, articulando estrutura computacional de dados com análises antropológicas. Durante o período do projeto, foram realizados treinamentos na plataforma ElasticSearch/Kibana para a construção de léxicos e queries (conjuntos de palavras-chave) específicos para o segmento vacinal, bem como para a criação de um dashboard (painel de visualização) com gráficos e tabelas, facilitando o acesso e a compreensão dos dados para posterior análise antropológica, conforme o recorte da pesquisa. A análise de dados na plataforma Instagram revela que a desinformação vacinal está relacionada a uma supervalorização do natural e da escolha individual. A análise desses conteúdos mostrou que a interface fortalece os vínculos de afetos, criando, em conjunto com o algoritmo, um ciclo de retroalimentação afetivo, onde os usuários criam uma rede de relações e identidades. Para o empreendedorismo, a análise revela vendas de protocolos, tecnologias, consultas e fitoterápicos. Para concluir, considero que o estudo de narrativas de ataque à integridade da informação em saúde, com um olhar socioantropológico, pode contribuir para a mitigação de conteúdos digitais desta natureza.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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