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<title>Araranguá - Departamento de Energia e Sustentabilidade (EES)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274859</link>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 04:43:51 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-18T04:43:51Z</dc:date>
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<title>Otimização de um sistema para monitoramento, automação e controle do processo de secagem e armazenamento de grãos em silos de pequeno porte</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276067</link>
<description>Otimização de um sistema para monitoramento, automação e controle do processo de secagem e armazenamento de grãos em silos de pequeno porte
Pagani Neto, Nélio
O armazenamento e a conservação de grãos são etapas fundamentais para garantir a qualidade do produto e reduzir perdas pós-colheita. Nesse processo, o monitoramento de variáveis como temperatura e umidade é essencial para acompanhar as condições de armazenamento e auxiliar no controle da aeração. Neste contexto, este vídeo apresenta as atividades desenvolvidas em um projeto de Iniciação Científica voltado ao aprimoramento de um Sistema de Monitoramento, Automação e Controle (SMAC) aplicado a um silo de pequeno porte. Ao longo do projeto, foram realizadas avaliações do sistema em operação, estudos e testes de hardware e comunicação, medidas para redução de interferências, melhorias no software e nas interfaces de supervisão, além da reorganização do processo de aquisição e armazenamento dos dados. Também foram analisados dados de diferentes safras e, como resultado da produção científica, foi realizada a publicação de um artigo em um evento científico internacional, contribuindo para a divulgação dos resultados obtidos no projeto.
Tecnologia e inovação
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento de eletrodos de óxido de grafeno a partir de carvão mineral catarinense para aplicação em células de combustíveis microbiológicas: produção de energia limpa e valorização de resíduos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276047</link>
<description>Desenvolvimento de eletrodos de óxido de grafeno a partir de carvão mineral catarinense para aplicação em células de combustíveis microbiológicas: produção de energia limpa e valorização de resíduos
Broca, Rayssa Mandelli
A pesquisa apresentada aborda o desenvolvimento de eletrodos de óxido de grafeno (OG) e óxido de grafeno reduzido (rOG) a partir de carvão mineral catarinense, com o intuito de aplicá-los em Células de Combustível Microbianas (CCMs). Esses dispositivos são focados na produção de energia sustentável e atuam simultaneamente no tratamento de efluentes, convertendo a atividade metabólica de microrganismos em eletricidade. O objetivo central do trabalho consistiu em modificar tecidos de carbono convencionais para otimizar a transferência de elétrons e favorecer a adesão de biofilmes bacterianos. Durante a fase experimental, o tecido de carbono passou por processos de limpeza e pré-umedecimento que se mostraram fundamentais para garantir a aderência do filme depositado. Em seguida, foram aplicadas reduções químicas, utilizando L-cisteína, e reduções eletroquímicas, além do uso de politetrafluoretileno (PTFE), que foi essencial para reter as partículas derivadas do carvão mineral e impedir que atravessassem a malha do suporte. Os resultados das caracterizações comprovaram a eficácia das modificações. O ensaio de molhabilidade evidenciou que o tecido, originalmente hidrofóbico, tornou-se hidrofílico, característica ideal para a proliferação do biofilme no meio aquoso. A espectroscopia no infravermelho (FTIR) confirmou a alteração e diminuição dos grupos funcionais oxigenados após os processos de redução. Nas análises de microscopia eletrônica (MEV) e composição por EDS, observou-se uma superfície mais enrugada nos eletrodos modificados e a presença de nitrogênio e enxofre naqueles submetidos à redução química. O comportamento eletroquímico, avaliado por voltametria cíclica, revelou que o eletrodo submetido à redução química com L-cisteína obteve o melhor desempenho, apresentando o maior pico de corrente anódica, chegando a aproximadamente 7 mA. Essa superioridade foi confirmada na prática: ao operar sete CCMs ao longo de 14 dias, a célula equipada com esse eletrodo alcançou uma voltagem máxima de 632 mV no sétimo dia e registrou a melhor média de operação geral. Conclui-se que a modificação do tecido de carbono foi bem-sucedida, melhorando sua resposta hidrofílica e eletroquímica, estabelecendo uma base sólida para as próximas etapas do projeto.
Tecnologia e inovação
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Combustível derivado de resíduos sólidos urbanos como vetor para a transição energética na região sul catarinense</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276035</link>
<description>Combustível derivado de resíduos sólidos urbanos como vetor para a transição energética na região sul catarinense
sampaio, Davi Pereira
O co-processamento térmico de carvão mineral com frações combustíveis de resíduos sólidos desponta como alternativa para mitigar impactos ambientais e valorizar passivos industriais. O presente trabalho avaliou o comportamento térmico e a eficiência de co-combustão em escala de bancada de combustíveis compactados compostos por carvão fóssil catarinense (CE-4500) e Combustível Derivado de Resíduos (CDR), cujas etapas de caracterização física e conformação mecânica foram previamente estabelecidas no âmbito do projeto PIBIC/CNPq. Os ensaios foram conduzidos em um forno tubular horizontal sob fluxo contínuo de ar sintético a 0,5 L min⁻¹. Avaliou-se o efeito das formulações (100% Carvão, 90% Carvão / 10% CDR e 80% Carvão / 20% CDR) submetidas a um planejamento fatorial 2² variando temperatura (800 °C e 850 °C) e tempo de residência (90 min e 120 min), seguido da calcinação do resíduo em forno mufla a 775 °C por 2 horas para isolamento das cinzas inorgânicas e quantificação do material incombusto real. Os resultados demonstraram que o carvão fóssil puro apresentou perfil refratário, com eficiência mássica média restrita a 39,4% e retenção expressiva de carbono residual (~0,44 g). A incorporação de CDR aumentou consideravelmente a reatividade do combustível: a mistura com 10% de resíduo atingiu 53,2% de eficiência a 850 °C, enquanto a formulação com 20% de CDR alcançou eficiência superior a 60% em todas as condições testadas, reduzindo o teor de incombusto para 0,04 g (1,8% da massa inicial) a 800 °C. Conclui-se que a substituição de até 20% de carvão por CDR promove desvolatilização eficiente e maior aproveitamento térmico da matriz sólida, demonstrando a viabilidade técnica da co-combustão.
Tecnologia e inovação
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>GDSOL IV monitoramento real e análise do desempenho energético de sistemas fotovoltaicos conectados à rede localizados na região sul de santa catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275838</link>
<description>GDSOL IV monitoramento real e análise do desempenho energético de sistemas fotovoltaicos conectados à rede localizados na região sul de santa catarina
Oliveira, Diowana Mello de
O crescimento acelerado da energia solar fotovoltaica no Brasil, impulsionado pela busca por economia e previsibilidade financeira frente às altas tarifas de energia elétrica, reforça a necessidade de estudos que avaliem o desempenho real de sistemas fotovoltaicos conectados à rede (SFCR) em diferentes condições de operação. O objetivo foi analisar e comparar experimentalmente o desempenho energético de dois SFCR's, denominados SFCR A (Araranguá/SC) e SFCR C (Criciúma/SC), a partir da determinação de indicadores de desempenho, os quais são a Produtividade do Sistema (YF), a Produtividade de Referência (YR), o Fator de Capacidade (FC) e a Razão de Performance (PR), calculados a partir de dados de geração, temperatura e irradiação obtidos via monitoramento remoto. Os resultados demonstraram que a temperatura de operação exerce influência direta no desempenho dos sistemas: o SFCR C atingiu picos de 51,26°C nos microinversores, cerca de 20°C acima da temperatura ambiente, contra 39,51°C no SFCR A no mesmo período, o que contribuiu para que o SFCR A apresentasse desempenho mais consistente em termos de Fator de Capacidade. Em contrapartida, o SFCR C obteve maior Razão de Performance, resultado associado ao seu Fator de Dimensionamento levemente sobredimensionado, enquanto o SFCR A operou subdimensionado. Conclui-se que a utilização conjunta de índices de mérito constitui ferramenta eficaz para identificar perdas energéticas, comparar sistemas com diferentes configurações e potências instaladas, e otimizar o dimensionamento de sistemas fotovoltaicos, reforçando o elevado potencial do recurso solar na região Sul do Brasil. Em 2026, a projeção totalizou 76.553 MW, com a geração distribuida (GD) mantendo a liderança ao representar 53.851 MW (70% da matriz solar fotovoltaica). Observa-se, portanto, que a participação relativa entre os dois segmentos permaneceu estável, mas com crescimento absoluto, sendo a GD o principal vetor de expansão do setor, uma vez que adicionou mais capacidade do que a GC no período analisado. A geração distribuída solar fotovoltaica no Brasil compõe cerca de 4,6 milhões sistemas fotovoltaicos conectados à rede, o que corresponde por aproximadamente 8,5 milhões de unidades consumidoras recebendo créditos pelo sistema de compensação de energia elétrica. Os fatores como a temperatura da região e a disponibilidade do recurso solar são as parcelas que mais influenciam o valor dos índices de mérito dos sistemas estudados, o SFCR A apresentou YF médio anual de 1197,1 kWh/kWp e PR médio anual em torno de 89%, já o SFCR C apresentou YF médio anual de 1208,0 kWh/kWp e PR médio anual em torno de 92%. Conclui-se que a análise dos indicadores e a comparação com outros sistemas validam a eficiência do projeto e reforçam a importância de monitorar o desempenho para otimizar a operação e prever a produção de energia ao longo do ano.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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