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<title>Departamento de Farmacologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274460</link>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 15:02:26 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-17T15:02:26Z</dc:date>
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<title>Potencial da Iontoforese na permeação transdérmica do Meloxicam nanoencapsulado como estratégia promissora para o tratamento da Dor Crônica Articular</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276467</link>
<description>Potencial da Iontoforese na permeação transdérmica do Meloxicam nanoencapsulado como estratégia promissora para o tratamento da Dor Crônica Articular
Silva, Maria Cláudia Correa da
Antiinflamatórios não esteroidais (AINEs), como o meloxicam, são amplamente utilizados no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, porém seu uso prolongado pode ocasionar efeitos adversos gastrointestinais, renais e cardiovasculares. A administração transdérmica constitui uma alternativa promissora, embora a barreira cutânea possa limitar a permeação do fármaco. Nesse contexto, este estudo avaliou a permeação transdérmica do meloxicam livre e nanoencapsulado, em condições passivas e associadas à iontoforese, além do comportamento do meloxicam livre em maior concentração. Os ensaios foram realizados em células de difusão do tipo Franz, utilizando pele de orelha suína como membrana. Foram avaliadas formulações de meloxicam livre e nanoencapsulado a 117,5 µg/mL, com e sem aplicação de corrente elétrica de 0,5 mA durante 40 minutos, além de uma formulação de meloxicam livre a 624 µg/mL em condição passiva. Na concentração de 117,5 µg/mL, o meloxicam livre em condição passiva apresentou maior permeação que a forma nanoencapsulada, enquanto a iontoforese não promoveu aumento da permeação nas condições avaliadas. A formulação de 624 µg/mL apresentou maior quantidade acumulada permeada ao final de 24 horas em relação à de 117,5 µg/mL, embora as diferenças na composição das formulações também possam ter influenciado esse resultado. Os achados indicam que a formulação e as condições experimentais influenciam o perfil de permeação transdérmica do meloxicam. Estudos adicionais são necessários para avaliar a retenção cutânea do fármaco, otimizar as condições de iontoforese e investigar o potencial das formulações para administração tópica.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Explorando novos mecanismos de ação da pentoxifilina: envolvimento no sistema renina-angiotensina-aldosterona</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276381</link>
<description>Explorando novos mecanismos de ação da pentoxifilina: envolvimento no sistema renina-angiotensina-aldosterona
Neves, Paola Gonçalves das
A pentoxifilina (PTX) é um derivado sintético das metilxantinas utilizado no tratamento de doenças vasculares periféricas, cujo principal mecanismo de ação descrito envolve a inibição não seletiva das fosfodiesterases. Entretanto, evidências recentes sugerem que seus efeitos farmacológicos podem envolver mecanismos adicionais, incluindo a modulação do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA). Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo investigar o envolvimento da PTX na sinalização mediada pelo receptor de angiotensina II do tipo 1 (AT₁). Para isso, foram realizados ensaios de viabilidade celular por redução do MTT, proliferação de células musculares lisas vasculares A7R5 por contagem em câmara de Neubauer e avaliação da reatividade vascular em anéis de aorta de ratos por meio de curvas concentração-resposta para angiotensina II e fenilefrina. A PTX não alterou a viabilidade celular nas concentrações avaliadas, demonstrando ausência de citotoxicidade nas condições experimentais utilizadas. Embora não tenham sido observadas diferenças estatisticamente significativas na proliferação celular, verificou-se uma tendência de atenuação da proliferação induzida pela angiotensina II após o tratamento com PTX. Nos experimentos de reatividade vascular, a PTX reduziu de forma concentração-dependente a resposta contrátil induzida pela angiotensina II, apresentando efeito mais pronunciado do que o observado para a fenilefrina. Em conjunto, esses resultados sugerem que os efeitos farmacológicos da pentoxifilina podem envolver mecanismos adicionais à inibição das fosfodiesterases, possivelmente relacionados à modulação da sinalização mediada pelos receptores AT₁. Assim, este estudo amplia o conhecimento sobre os mecanismos de ação da PTX e fornece suporte para futuras investigações acerca de seu potencial terapêutico em doenças cardiovasculares associadas à ativação exacerbada do sistema renina-angiotensina-aldosterona.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação dos efeitos da combinação de Ayahuasca e canabidiol em comportamentos relacionados à ansiedade em ratas e ratos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276158</link>
<description>Avaliação dos efeitos da combinação de Ayahuasca e canabidiol em comportamentos relacionados à ansiedade em ratas e ratos
Lewandowski, Maria Eduarda Gerhardt
Transtornos de ansiedade são o tipo mais comum de transtorno mental do mundo e os tratamentos farmacológicos existentes têm efeito limitado, por vezes menor que o da psicoterapia. O comportamento tipo-ansioso é comumente avaliado em roedores por meio de testes comportamentais exploratórios, como o labirinto em cruz elevado (LCE). Os sistemas endocanabinóide e serotonérgico são importantes moduladores da ansiedade e comportamentos tipo-ansiosos. Por isso, a ação de substâncias que agem direta e indiretamente sobre esses sistemas, como a N,N-dimetiltriptamina (DMT) presente na Ayahuasca (AYA) e o canabidiol (CBD) presente na Cannabis sativa, tem importante potencial terapêutico, e ainda há uma lacuna na literatura sobre o efeito da sua associação. Este projeto avaliou os efeitos da AYA e do CBD, administrados isoladamente ou em combinação, sobre os comportamentos de ratas e ratos submetidos ao LCE. O tratamento sistêmico com AYA associado ao CBD induziu efeitos ansiolíticos enquanto manteve a locomoção inalterada. Esses efeitos não estavam presentes quando os tratamentos foram administrados isoladamente, o que pode indicar um efeito aditivo ou sinérgico do tratamento combinado. Os resultados encontrados foram consistentes entre machos e fêmeas, embora os machos pareçam mais sensíveis ao tratamento, sendo a dose necessária para o efeito ansiolítico menor em machos do que em fêmeas. Esses resultados corroboram o potencial terapêutico da AYA e do CBD na modulação de comportamentos antiaversivos, e é necessário que trabalhos futuros aprofundem o estudo dos efeitos da sua combinação.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Impacto da hipercolesterolemia familiar sobre o desenvolvimento de sintomas não motores da doença de Parkinson</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276111</link>
<description>O Impacto da hipercolesterolemia familiar sobre o desenvolvimento de sintomas não motores da doença de Parkinson
Räder, Marcos Antonio da Silva
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa multifatorial cuja fisiopatologia envolve não apenas a degeneração dos neurônios dopaminérgicos, mas também mecanismos sistêmicos de neuroinflamação, estresse oxidativo e disfunção mitocondrial. Paralelamente, evidências crescentes demonstram que a hipercolesterolemia extrapola seu papel como fator de risco cardiovascular, promovendo inflamação sistêmica persistente, alterações da barreira hematoencefálica e comprometimento da homeostase cerebral. Embora o colesterol periférico não atravesse significativamente a barreira hematoencefálica, a resposta inflamatória desencadeada pela hipercolesterolemia favorece a ativação microglial, altera a função mitocondrial e compromete mecanismos essenciais para a plasticidade sináptica e a sobrevivência neuronal. Apesar dessas evidências, estudos clínicos que investigam a associação entre hipercolesterolemia e DP permanecem inconclusivos, sendo limitados por fatores de confusão e pela dificuldade de estabelecer relações de causalidade. Em contrapartida, modelos experimentais demonstram de forma consistente que alterações persistentes do metabolismo lipídico induzem um estado basal de vulnerabilidade cerebral caracterizado por neuroinflamação, estresse oxidativo e disfunção bioenergética, compartilhando mecanismos centrais com a neurodegeneração dopaminérgica. No entanto, ainda são escassos os estudos que avaliam diretamente se a hipercolesterolemia potencializa os efeitos de agentes neurotóxicos clássicos, como o MPTP, especialmente sobre os sintomas não motores da DP. Com isso, o objetivo do trabalho, foi a investigação do desenvolvimento de sintomas não motores da Doença de Parkinson, relacionados à capacidade olfativa, anedonia, memória e comportamento tipo-ansioso, em camundongos nocautes para o receptor de LDL, um modelo animal de hipercolesterolemia familiar, após a administração intranasal de MPTP que modela as fases iniciais da Doença de Parkinson. Foram utilizados camundongos C57BL/6 e nocautes para o receptor de LDL machos e fêmeas, divididos nos grupos tratados com MPTP intranasal (1 mg/narina) ou salina. Cinco dias após os tratamentos, foram realizados os testes do campo aberto, discriminação olfatória, labirinto em cruz elevado, labirinto em Y modificado, reconhecimento de objeto novo e borrifagem com sacarose. Observamos que que o modelo animal de hipercolesterolemia familiar agravou a suscetibilidade ao desenvolvimento de sintomas não motores da Doença de Parkinson induzida por MPTP, especialmente em fêmeas nocautes para o receptor de LDL, que apresentaram déficit na discriminação olfatória e maior comportamento tipo-ansioso. Esses achados contribuem para uma melhor compreensão da relação entre a hipercolesterolemia familiar e a Doença de Parkinson,  evidenciando um dimorfismo sexual nas respostas comportamentais.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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