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<title>Departamento de Bioquímica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274449</link>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:44:31 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-18T12:44:31Z</dc:date>
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<title>Efeitos do consumo crônico de cafeína sobre o ganho de peso e a intolerância à glicose em camundongos com obesidade induzida por dieta hiperlipídica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276934</link>
<description>Efeitos do consumo crônico de cafeína sobre o ganho de peso e a intolerância à glicose em camundongos com obesidade induzida por dieta hiperlipídica
Gaspar, Elisa Barbosa
A obesidade é considerada uma doença crônica causada por vários fatores,&#13;
caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura e associada ao desenvolvimento&#13;
de diversas alterações metabólicas, como resistência à insulina, intolerância à&#13;
glicose e diabetes mellitus tipo 2. Diante do grande número de pessoas com essas&#13;
condições, torna-se importante investigar estratégias capazes de prevenir ou&#13;
diminuir seus efeitos. Neste estudo foram avaliados os efeitos do consumo crônico&#13;
de cafeína em um modelo experimental de obesidade induzida por dieta&#13;
hiperlipídica. Camundongos machos C57BL/6J foram distribuídos em quatro grupos&#13;
experimentais: Controle, Cafeína, Dieta Hiperlipídica (HFD) e Dieta Hiperlipídica&#13;
associada à Cafeína (HFD + Cafeína). Durante oito semanas foram acompanhados&#13;
o ganho de peso corporal, o consumo alimentar e parâmetros metabólicos. Ao final&#13;
do experimento foram realizados o teste de tolerância à glicose, avaliação da&#13;
adiposidade e análise da expressão de neuropeptídeos hipotalâmicos relacionados&#13;
ao controle da homeostase energética. Os resultados demonstraram que a dieta&#13;
hiperlipídica promoveu aumento do peso corporal, maior acúmulo de tecido adiposo&#13;
e intolerância à glicose. Porém, o consumo crônico de cafeína reduziu o ganho de&#13;
peso e a adiposidade, além de melhorar a tolerância à glicose, mesmo com&#13;
aumento do consumo alimentar. Esses resultados sugerem que a cafeína exerce&#13;
efeito protetor sobre o metabolismo energético, possivelmente por mecanismos&#13;
relacionados ao aumento do gasto energético e da termogênese.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276934</guid>
<dc:date>2026-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>mecanismos-epigeneticos-depressao⁠</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276692</link>
<description>mecanismos-epigeneticos-depressao⁠
Conceição, Jullya Estelita da
Os transtornos depressivos representam uma das principais causas de incapacidade global e afetam mulheres em proporção significativamente maior que os homens. Este projeto investigou os mecanismos epigenéticos da depressão, com foco no dimorfismo sexual, visando compreender as bases moleculares associadas a esses quadros. Utilizou-se um modelo animal de estresse por separação da prole e redução de material de ninho em camundongos fêmeas. As avaliações comportamentais, realizadas através do Labirinto em Cruz Elevado e do Teste de Interação Social, evidenciaram que a exposição ao estresse gerou um aumento significativo do comportamento tipo-ansioso e uma redução considerável na exploração social nas fêmeas, sem apresentar alterações locomotoras. Conclui-se que o modelo adotado provocou consequências comportamentais persistentes, estabelecendo a base para futuras análises histológicas de marcadores de ativação neural (c-Fos) nos circuitos corticais e límbicos.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação do papel das ferritinas na proteção conferida pela agmatina contra a ferroptose em Caenorhabditis elegans</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276403</link>
<description>Avaliação do papel das ferritinas na proteção conferida pela agmatina contra a ferroptose em Caenorhabditis elegans
Caverzan, Samara; Caverzan
A ferroptose é uma forma morte celular caracterizada por intensa&#13;
peroxidação e acúmulo de ferro livre. O aumento descontrolado de ferro livre no&#13;
meio intracelular contribui para a formação de espécies reativas de oxigênio (do&#13;
inglês – reactive oxygen species - ROS), contribuindo para esse tipo de morte&#13;
celular. Nesse contexto, destaca-se a atuação do sistema antioxidante, e&#13;
juntamente, a resposta de fatores de transcrição como o Nrf2. O Nrf2 aumenta a&#13;
expressão de componentes do sistema antioxidante e do metabolismo do ferro,&#13;
incluindo a ferritina, para tentar restaurar o equilíbrio redox celular. A agmatina, um&#13;
neuromodulador endógeno com propriedades citoprotetoras, surge como um&#13;
potencial inibidor da ferroptose, através da ativação da via do Nrf2. Diante disso, o&#13;
projeto investigou o envolvimento das ferritinas no efeito protetor da agmatina contra&#13;
a ferroptose induzida por Citrato de Ferro Amoniacal (FAC) em Caenorhabditis&#13;
elegans (C. elegans), O C. elegans, apresenta FTN-1 e FTN-2 como ortólogos às&#13;
ferritinas dos humanos. Para o trabalho, utilizou-se a cepa selvagem (N2), cepas&#13;
mutantes ftn-1 e ftn-2 que codificam FTN-1 e FTN-2, respectivamente, e a cepa&#13;
repórter GA631 (ftn-1p::GFP). A metodologia envolveu: (1) avaliação da letalidade&#13;
ao FAC (15, 25 e 50 mM); (2) caracterização da ferroptose via inibição por&#13;
Ferrostatina-1 (Fer-1; 200 µM); (3) ensaios de sobrevivência após tratamentos com&#13;
FAC (25 ou 50 mM), Fer-1(200 µM) e agmatina (3 mM); e (4) avaliação da&#13;
expressão de FTN-1 via microscopia de fluorescência. As análises estatísticas foram&#13;
realizadas utilizando a análise de variância (ANOVA), seguido pelo teste post hoc de&#13;
Dunnett para os ensaios de sobrevivência com FAC, a ANOVA de duas vias,&#13;
seguida pelo teste de comparações múltiplas de Tukey para os demais&#13;
experimentos de sobrevivência, e o teste de Grubbs para detecção de outliers,&#13;
seguido pelo teste t de Student para análise da expressão de ferritina. A sobrecarga&#13;
de ferro induzido por FAC, causou letalidade dose-dependente em todas as cepas,&#13;
sendo a mutante ftn-1 a mais sensível ao FAC. A Fer-1 reverteu significativamente a&#13;
letalidade nas cepas N2 e ftn-1, validando o modelo de morte celular ferroptótica. O&#13;
tratamento com agmatina conferiu proteção contra a ferroptose exclusivamente na&#13;
cepa N2 e aumentou significativamente a expressão de FTN-1 na cepa GA631. Os&#13;
resultados reforçam a hipótese que a ação citoprotetora da agmatina contra a&#13;
ferroptose se dá, ao menos em parte, pela regulação positiva das ferritinas, via&#13;
ativação de SKN-1/Nrf2
Tecnologia e inovação
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<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276403</guid>
<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Como o estresse pode afetar o neurodesenvolvimento?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276332</link>
<description>Como o estresse pode afetar o neurodesenvolvimento?
Mallo, Franco Daniel
A exposição ao estresse durante períodos críticos do neurodesenvolvimento constitui um importante fator de risco para transtornos neuropsiquiátricos. A ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal em resposta ao estresse promove a liberação de glicocorticoides, como o cortisol, que podem modular processos envolvidos na diferenciação e maturação neural. Além disso, a sinalização glicocorticoide apresenta relação com vias inflamatórias, sugerindo que alterações na interação entre esses mecanismos possam contribuir para os efeitos do estresse sobre o neurodesenvolvimento. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo investigar os efeitos de glicocorticoides e mediadores inflamatórios sobre a diferenciação neural de células-tronco neurais humanas (hNSCs) derivadas de células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPSCs). Inicialmente, foram realizados experimentos para implementação e adaptação de protocolos de cultivo, expansão e diferenciação neural de hNSCs, incluindo testes de diferentes condições de matriz e meios de diferenciação. Posteriormente, foram realizados tratamentos com cortisol, dexametasona e os mediadores inflamatórios IL-1β, IL-6, TNF e CCL2/MCP-1 em hNSCs, bem como experimentos de formação, diferenciação e tratamento de neuroesferas utilizando diferentes linhagens celulares. Os experimentos permitiram identificar condições de cultivo associadas a alterações na manutenção e morfologia das células durante a diferenciação, além de possibilitar a implementação dos modelos de diferenciação em monocamada e em neuroesferas e a realização de ensaios preliminares de migração e extensão de neuritos. Dessa forma, os resultados obtidos contribuíram para a implementação e padronização inicial dos modelos experimentais, estabelecendo condições e procedimentos para a continuidade da investigação dos efeitos de glicocorticoides e mediadores inflamatórios sobre a neurodiferenciação de hNSCs.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276332</guid>
<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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