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<title>Araranguá - Departamento de Ciências Médicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274436</link>
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<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 20:16:46 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-06T20:16:46Z</dc:date>
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<title>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275385</link>
<description>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.
Reis, Júlia Cardoso dos
O aumento da longevidade traz consigo as dúvidas sobre sua qualidade, a maneira como os idosos estão conduzindo os anos de vida ganhos e como essa população percebe o seu estado de saúde. A percepção de estado de saúde, considerando a saúde enquanto bem-estar físico e mental, não necessariamente quanto à ausência de doença sendo possível relacionar ao risco aumentado de mortalidade. Ainda, a percepção de saúde se relaciona a diversos fatores modificáveis de saúde que tem repercussões sobre a morbi-mortalidade nesta população. Considerando o exposto, este estudo teve por objetivo investigar a associação entre fatores de risco modificáveis, tais como tabagismo, etilismo, excesso de peso e inatividade física, e a percepção negativa de saúde em idosos. Para isso, foi feito um estudo transversal analítico, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, entre indivíduos com 60 anos ou mais (N=22.726), com variáveis de ajuste por indicadores socioeconômicos. A análise de dados foi realizada pelo software Stata 14.2 e usando a regressão de Poisson para calcular razões de prevalências ajustadas, com nível de significância 5%. O desfecho considerado foi a autopercepção negativa de saúde nos idosos que possuíam um ou mais desses fatores de risco combinados. Observou-se que a prevalência geral de autopercepção negativa de saúde nessa população foi de 52,9% (IC95%: 51,8-54,1). Entre a população estudada, a proporção de um, dois e três ou mais fatores de risco foi de 46,3%, 33,2% e 4,4%, respectivamente. Mulheres apresentaram maior prevalência de dois fatores de risco comparadas aos homens (35,0%, IC95%: 33,6-36,5; 30,9%, IC95%: 29,3-32,5, respectivamente). Por outro lado, os homens apresentaram maior prevalência de três ou mais fatores em relação às mulheres (6,0%, IC95%: 5,3-6,7; 3,2%, IC95%: 2,7-3,8, respectivamente). Sabe-se que a percepção em saúde é comumente utilizada como substituto de uma medida clínica de saúde, que demonstrou validade e fiabilidade em uma variedade de populações. Assim, os achados reforçam a importância de políticas que promovam hábitos saudáveis na população idosa como um fator determinante de qualidade de vida, contribuindo para uma vida que, além de longeva, seja, também, saudável.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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