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<title>Ciências da Vida</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274433</link>
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<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 07:30:28 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-06T07:30:28Z</dc:date>
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<title>Confiabilidade teste-reteste da velocidade autosselecionada da caminhada em pessoas com deficiência física praticantes de paradesporto</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275396</link>
<description>Confiabilidade teste-reteste da velocidade autosselecionada da caminhada em pessoas com deficiência física praticantes de paradesporto
Vieira, Graziella Cristina
A velocidade de caminhada constitui um importante indicador da funcionalidade locomotora, sendo a Velocidade Autosselecionada de caminhada (VAS) uma medida de fácil aplicação para avaliação do deslocamento habitual. Este estudo teve como objetivo avaliar a confiabilidade do teste de VAS em pessoas com deficiência física praticantes de paradesporto, além de estimar a Velocidade Ótima de Caminhada (VOC) e calcular o Índice de Reabilitação Locomotor (IRL). Participaram 14 pessoas com deficiência física, vinculadas ao Centro de Referência Paralímpico de Florianópolis, avaliadas em dois momentos com intervalo de sete dias. A VAS foi obtida por meio de um teste de caminhada em percurso de 15 m, com cronometragem dos 10 m centrais e realização de cinco tentativas em cada avaliação. A confiabilidade foi analisada pelo Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC), erro padrão de medida (EPM) e a concordância entre as avaliações foi analisada pelo Bland-Altman. A VAS média foi de 0,94 ± 0,21 m/s no primeiro dia e 0,95 ± 0,22 m/s no segundo, enquanto a VOC média foi de 1,43 ± 0,06 m/s. A VAS apresentou excelente confiabilidade teste-reteste (ICC = 0,927; IC95%: 0,863–0,972), com EPM de 0,05 m/s e viés médio de -0,004 m/s, com limites de concordância de -0,141 a 0,133 m/s, conforme análise de Bland-Altman. Observou-se ainda ampla variabilidade na mobilidade dos participantes e nos valores de IRL, que variaram entre 28,84% e 87,86% no Dia 1 e entre 22,23% e 84,52% no Dia 2, além da influência de fatores ambientais sobre a locomoção. Conclui-se que a VAS apresentou alta confiabilidade entre as avaliações, indicando que o protocolo utilizado pode ser uma medida útil para avaliação e acompanhamento da velocidade habitual de caminhada em pessoas com deficiência física praticantes de paradesporto.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Sun, 04 Sep 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2016-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modelos hierárquicos bayesianos para meta-análise longitudinal em ciências do esporte: um tutorial prático com o pacote brms</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275391</link>
<description>Modelos hierárquicos bayesianos para meta-análise longitudinal em ciências do esporte: um tutorial prático com o pacote brms
Balbino Júnior, Sandro Robson da Silva
A meta-análise é uma ferramenta importante para sintetizar evidências em ciências do esporte, mas a maior parte das aplicações trata cada estudo como uma medida única e transversal, descartando a estrutura temporal presente em dados longitudinais. Este relatório descreve o trabalho desenvolvido durante o período de iniciação científica, cujo produto principal foi um tutorial metodológico voltado a pesquisadores da área do esporte, apresentando a meta-análise hierárquica bayesiana como alternativa para sintetizar dados repetidos ao longo do tempo, com implementação prática no pacote brms da linguagem R. Como exemplo de aplicação, foi utilizado um conjunto de dados simulado, construído a partir de uma revisão sistemática sobre o crescimento puberal em estatura de atletas jovens do sexo masculino, reunindo múltiplos estudos com medidas repetidas ao longo da idade. Um modelo hierárquico polinomial (cúbico) foi ajustado para descrever a trajetória de crescimento populacional e de cada estudo, permitindo estimar, com quantificação completa da incerteza, a idade do pico de velocidade de crescimento (PVC). Foram comparadas três especificações de distribuições a priori, com diferentes graus de informação, avaliadas quanto à convergência do modelo, ao ajuste preditivo a posteriori e ao desempenho preditivo fora da amostra por validação cruzada. Os resultados indicaram boa convergência dos três modelos, adequação do ajuste aos dados observados e recuperação satisfatória do valor de PVC utilizado na simulação, com estimativas consistentes entre as diferentes especificações de priors. O trabalho evidencia que a meta-análise hierárquica bayesiana é uma abordagem acessível e estatisticamente robusta para sintetizar evidências longitudinais em ciências do esporte. Um tutorial com código anotado foi produzido como principal contribuição do projeto, buscando facilitar a adoção desse tipo de análise por outros pesquisadores da área.
Tecnologia e inovação
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<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Histórias, práticas de cuidado, saúde mental: dores e prazeres de mulheres transgenitalizadas brasileiras</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275387</link>
<description>Histórias, práticas de cuidado, saúde mental: dores e prazeres de mulheres transgenitalizadas brasileiras
Formigoni, Lethicia Vitória Fontana
A Cirurgia de Redesignação Genital integra as políticas públicas de atenção à saúde da população trans e representa uma possibilidade para as pessoas que a desejam. Este estudo analisou como mulheres trans e travestis brasileiras avaliam sua saúde após o procedimento. O levantamento corresponde à fase quantitativa do projeto "Redesignadas", desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina em parceria com o Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (INAMUR), com captação realizada por meio de Pesquisa Participativa Comunitária conduzida pelas integrantes do próprio INAMUR. Entre outubro e dezembro de 2025, um questionário online foi respondido por 144 pessoas de todas as regiões do Brasil, com idades entre 22 e 76 anos e média de 40 anos. A amostra foi composta por 97,2% de mulheres trans e 2,8% de travestis, sendo 56,2% negras, das quais 44,4% são pardas e 11,8% são pretas. Os resultados apontam elevada satisfação e ganho de autoconfiança no pós-operatório, com quase a totalidade das participantes relatando melhora na saúde mental, na autoestima e no alinhamento com a identidade de gênero. A aceitação social aumentou para 57,6% das participantes, embora 52% ainda enfrentem episódios de transfobia. Intercorrências cirúrgicas, assim como outras cirurgias de grande porte, ocorreram em 64,6% dos casos, principalmente deiscência de sutura e estenose vaginal. Esses achados revelam lacunas no sistema de saúde quanto à atenção continuada e oferecem subsídios inéditos na literatura nacional para a formulação de políticas públicas e o aprimoramento do cuidado integral de enfermagem.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275385</link>
<description>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.
Reis, Júlia Cardoso dos
O aumento da longevidade traz consigo as dúvidas sobre sua qualidade, a maneira como os idosos estão conduzindo os anos de vida ganhos e como essa população percebe o seu estado de saúde. A percepção de estado de saúde, considerando a saúde enquanto bem-estar físico e mental, não necessariamente quanto à ausência de doença sendo possível relacionar ao risco aumentado de mortalidade. Ainda, a percepção de saúde se relaciona a diversos fatores modificáveis de saúde que tem repercussões sobre a morbi-mortalidade nesta população. Considerando o exposto, este estudo teve por objetivo investigar a associação entre fatores de risco modificáveis, tais como tabagismo, etilismo, excesso de peso e inatividade física, e a percepção negativa de saúde em idosos. Para isso, foi feito um estudo transversal analítico, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, entre indivíduos com 60 anos ou mais (N=22.726), com variáveis de ajuste por indicadores socioeconômicos. A análise de dados foi realizada pelo software Stata 14.2 e usando a regressão de Poisson para calcular razões de prevalências ajustadas, com nível de significância 5%. O desfecho considerado foi a autopercepção negativa de saúde nos idosos que possuíam um ou mais desses fatores de risco combinados. Observou-se que a prevalência geral de autopercepção negativa de saúde nessa população foi de 52,9% (IC95%: 51,8-54,1). Entre a população estudada, a proporção de um, dois e três ou mais fatores de risco foi de 46,3%, 33,2% e 4,4%, respectivamente. Mulheres apresentaram maior prevalência de dois fatores de risco comparadas aos homens (35,0%, IC95%: 33,6-36,5; 30,9%, IC95%: 29,3-32,5, respectivamente). Por outro lado, os homens apresentaram maior prevalência de três ou mais fatores em relação às mulheres (6,0%, IC95%: 5,3-6,7; 3,2%, IC95%: 2,7-3,8, respectivamente). Sabe-se que a percepção em saúde é comumente utilizada como substituto de uma medida clínica de saúde, que demonstrou validade e fiabilidade em uma variedade de populações. Assim, os achados reforçam a importância de políticas que promovam hábitos saudáveis na população idosa como um fator determinante de qualidade de vida, contribuindo para uma vida que, além de longeva, seja, também, saudável.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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