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<title>Departamento de Metodologia de Ensino</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267403</link>
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<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:19:37 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-13T19:19:37Z</dc:date>
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<title>Como o Ensino de Ciências tem incorporado a educação para as relações étnico-raciais?: Um balanço da produção acadêmica e do material didático.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268971</link>
<description>Como o Ensino de Ciências tem incorporado a educação para as relações étnico-raciais?: Um balanço da produção acadêmica e do material didático.
Silva, Felipe Batista da
Este relatório, fruto do projeto de pesquisa "O Ensino de Física e a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER): por uma sociedade mais humanizada", investiga os desafios e as oportunidades para a integração da ERER no Ensino de Ciências. Partindo da urgência de uma educação plural que reconheça as contribuições de populações historicamente marginalizadas, como as negras e indígenas, o trabalho almeja um Ensino de Ciências mais humanizado e comprometido com a formação crítica e cidadã. A pesquisa se fundamenta em políticas públicas como as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. A metodologia adotada foi a Análise de Conteúdo (AC), aplicada em duas frentes. A primeira consistiu na revisão bibliográfica de 26 trabalhos sobre o tema, publicados nos anais dos principais eventos da área, o Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF) e o Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF). A análise revelou avanços na integração da ERER, com propostas que utilizam elementos culturais como a capoeira e a astronomia indígena para o ensino de conceitos físicos, alinhando-se às diretrizes legais. No entanto, também apontou desafios persistentes, como a escassez de materiais didáticos adequados e a necessidade de formação docente específica para lidar com a diversidade cultural. A segunda frente da pesquisa foi a análise do Livro Didático (LD) da coleção "Multiversos: ciências da natureza", de ampla utilização na rede estadual de Santa Catarina. A análise de três volumes da coleção mostrou que a ERER é contemplada de forma parcial e fragmentada. Embora haja representações de sujeitos negros e indígenas e a abordagem de temas como o racismo científico, essas inserções são pontuais e não se articulam de maneira transversal com os conteúdos científicos, funcionando mais como ilustrações. A obra falha em apresentar tecnologias e epistemologias de origem afro-brasileira e indígena como contribuições legítimas para o desenvolvimento científico, reforçando uma visão eurocêntrica. O estudo conclui que, apesar dos avanços, a efetivação da ERER no Ensino de Ciências ainda é um desafio. A integração de saberes afro-brasileiros e indígenas não deve ser apenas um complemento, mas uma prática decolonial que legitime essas epistemologias. A pesquisa aponta para a necessidade de continuar investindo em políticas públicas e na formação de professores para construir uma educação científica mais justa, inclusiva e socialmente responsável. Como próximos passos, a pesquisa pretende analisar a coleção completa do LD e investigar a formação de professores de física em Santa Catarina.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Educação.&#13;
Departamento de Metodologia de Ensino.
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<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268971</guid>
<dc:date>2025-09-19T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ensino de ciências na educação infantil e nos anos iniciais: perspectivas, desafios e potencialidades</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268790</link>
<description>Ensino de ciências na educação infantil e nos anos iniciais: perspectivas, desafios e potencialidades
Castillo, Taiara
A temática do presente projeto de pesquisa emerge a necessidade problematizar&#13;
as questões que perpassam o ensino de ciências na educação infantil e nos anos&#13;
iniciais, especialmente ao perceber-se a dificuldade das(os) professor(as)es em&#13;
trabalhar conceitos científicos referente ao campo científico da Ciências. São&#13;
diversos os fatores que contribuem para essa dificuldade, que engloba a&#13;
preconização da alfabetização, a compreensão dos conceitos de ciências por&#13;
parte dos estudantes dessa faixa etária, além das questões pedagógicas&#13;
relacionadas à falta de recursos materiais, lacunas conceituais e metodologias&#13;
de ensino. Nesse sentido, esse projeto de pesquisa tem a intenção de realizar&#13;
estudos em torno de algumas questões que perpassam o fazer pedagógico dos&#13;
pedagogos ao ensinar ciências nos primeiros anos de escolarização. Assim o&#13;
objetivo é problematizar o ensino de ciências na educação infantil e anos iniciais&#13;
do ensino fundamental, no que se refere a concepções, metodologias, recursos&#13;
e formação. Os resultados deste projeto de pesquisa têm como intuito oferecer&#13;
contribuições significativas para a melhoria do ensino de ciências na educação&#13;
infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, assim como a importância da&#13;
inserção do graduando na iniciação à pesquisa. Ao problematizar questões&#13;
relacionadas às concepções, metodologias, recursos e formação dos&#13;
professores nesses níveis de ensino, espera-se não apenas apontar possíveis&#13;
caminhos para (re)pensar as práticas pedagógicas, mas também fornecer&#13;
subsídios para o desenvolvimento de políticas educacionais e para a&#13;
implementação de programas de formação continuada alinhados às&#13;
necessidades reais dos educadores, a fim de promover uma educação em&#13;
ciências mais inclusiva, acessível e de qualidade para as crianças nos primeiros&#13;
anos de escolarização. Por fim, destaca-se ainda que o projeto de pesquisa é&#13;
uma forma de oferecer oportunidade para graduandas(os) desenvolverem&#13;
iniciação a pesquisa, contribuindo para sua formação acadêmica e profissional,&#13;
capacitando-os a se tornarem educadores mais reflexivos e engajados.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Educação.&#13;
Departamento de Metodologia de Ensino.
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<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268790</guid>
<dc:date>2025-09-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudo da mudança linguística em tempo real: ampliação do banco de dados de fala florianopolitano do Projeto VARSUL</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268784</link>
<description>Estudo da mudança linguística em tempo real: ampliação do banco de dados de fala florianopolitano do Projeto VARSUL
Venezio, Rian Fabiano
A presente pesquisa tem como principal objetivo a ampliação da Amostra Base VARSUL da capital de Santa Catarina constituída na década de 90 do século XX, com o intuito de realizar estudos de mudança em tempo real. A proposta abrange dois tipos de estudos: de painel e de tendência. No primeiro caso, pretende-se obter regravações com os mesmos informantes da Amostra Base de Florianópolis, visando a verificar o comportamento linguístico desses indivíduos. No segundo caso, pretende-se proceder à constituição de uma nova amostra de fala da capital, de acordo com os mesmos parâmetros estratificados da Amostra Base: etnia/colonização, sexo, faixa etária e escolaridade, visando a verificar o comportamento linguístico da comunidade. A fim de garantir a comparabilidade das amostras de fala, todas as entrevistas obedecerão aos procedimentos utilizados na constituição da Amostra Base, que se fundamentam na metodologia da sociolinguística variacionista (conforme Weinreich, Labov e Herzog 2006 [1968], Labov 1994, 2008 [1972]). As principais contribuições científicas e tecnológicas deste projeto de pesquisa que considera, sobretudo, a fala da comunidade urbana de Florianópolis, podem ser organizadas em duas grandes frentes: uma relacionada à ampliação da amostra do banco de dados VARSUL, seguida de armazenamento, transcrição e disponibilização das entrevistas, para estudos em todas as dimensões da língua e outra relacionada ao ensino de Língua Portuguesa na perspectiva da variação linguística, considerando que é fundamental investigar os usos linguísticos atuais da comunidade de fala para que se possa ter um retrato fiel da língua usada de fato para que se possa atualizar a descrição e a análise de fenômenos linguísticos em sala de aula. Ainda que até a data da publicação desta pesquisa a nova amostra ainda não estivesse com todas as entrevistas necessárias para a sua completude, foi possível, a partir de duas entrevistas de recontato, concluir que o pronome tu continua proeminente e recorrente na variedade de língua falada no espaço urbano de Florianópolis, sendo necessário que as futuras entrevistas do banco sirvam de análise para sustentar ou refutar a conclusão apresentada aqui.
Iniciação Científica - UFSC. MEN.
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<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268784</guid>
<dc:date>2025-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entre o Brasil e a Ásia: diálogos entre práticas antirracistas e internacionalismo solidário a partir de oficinas de letramento racial na formação em Biologia.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268625</link>
<description>Entre o Brasil e a Ásia: diálogos entre práticas antirracistas e internacionalismo solidário a partir de oficinas de letramento racial na formação em Biologia.
Saraçol, Lucas
Este trabalho é a síntese da minha pesquisa de Iniciação Científica do ciclo 2024-2025, vinculada ao macroprojeto de Implementação do primeiro Mestrado em Educação na Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL), no país asiático Timor Leste. O objetivo foi investigar como práticas de letramento racial podem contribuir para a formação docente em Ciências Biológicas, em diálogo com os princípios de uma educação decolonial crítica e das cooperações Sul-Sul que orientam o macroprojeto internacional. Como método, utilizei a vivência em oficinas de letramento racial no projeto Ebó Epistêmico da UFSC, nas quais organizei e executei quatro oficinas com estudantes do ensino médio e superior. Durante essa trajetória, aprofundei a distinção entre ERER (Educação para as Relações Étnicorraciais) e EARER (Educação Antirracista para as Relações Étnicorraciais) tensionando minha própria branquitude e compreendendo a ação antirracista como estruturante para práticas pedagógicas. Os resultados mostraram que a participação nas oficinas ampliou meu olhar crítico sobre o ensino de Biologia, evidenciou a importância da co-produção e do diálogo com saberes diversos e demonstrou que práticas de letramento racial são ferramentas potentes para uma educação decolonial crítica, conectada aos objetivos do macroprojeto no Timor Leste e para a promoção de justiça social no Brasil e outros países que foram colonizados.
Video para SIC 2025
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<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268625</guid>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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