<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Bioquímica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257116</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 20:25:30 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T20:25:30Z</dc:date>
<item>
<title>Identificação de Receptores Responsivos ao Estradiol em Ostras (Crassostrea gigas): conectando a Transcriptômica com a Bioinformática Estrutural</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259948</link>
<description>Identificação de Receptores Responsivos ao Estradiol em Ostras (Crassostrea gigas): conectando a Transcriptômica com a Bioinformática Estrutural
Mendiguren, Erots Antia
A poluição ambiental por contaminantes emergentes é um dos principais tópicos abordados no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), realçando a importância de monitorar e reduzir a emissão destes poluentes. No momento que é comprovado que um contaminante tem influências nocivas ao meio e a os organismos nele presentes, este passa se adequar como poluente. O poluente estradiol, um hormônio estrogênico comumente excretado em efluentes domésticos, atua como desregulador endócrino, afetando vias metabólicas, crescimento e reprodução de organismos aquáticos. Este estudo investiga a resposta proteômica da ostra do Pacífico, Crassostrea gigas, ao estradiol, com foco na caracterização de proteínas hipotéticas supra e infrareguladas. Utilizando ferramentas como MAFFT, BLAST e AlphaFold 2, foram identificados homólogos estruturais e domínios conservados entre as proteínas hipotéticas, permitindo inferências funcionais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
CCB. &#13;
Departamento de Bioquímica.
</description>
<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259948</guid>
<dc:date>2024-09-25T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Potencial tóxico de nanoplásticos sobre células do sistema imune da ostra do Pacífico Crassostrea gigas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259697</link>
<description>Potencial tóxico de nanoplásticos sobre células do sistema imune da ostra do Pacífico Crassostrea gigas
Taruhn, Karine Amabile
Este estudo investigou os efeitos tóxicos das nanopartículas de poliestireno com núcleo de alumínio (Al-NanoPs) sobre a viabilidade e danos ao DNA de hemócitos da ostra do Pacífico (Crassostrea gigas). Os hemócitos foram expostos Al-Nano-P nas concentrações de 0, 0,6, 1,2, 2,5, 5 mg/L por 24 horas.  Os resultados mostraram que os Al-NanoPs induzem uma redução na progressiva na viabilidade celular, levando a uma perda na faixa de 20% na maior concentração (5 mg/L), tento pelo método do vermelho neutro, como pelo ensaio da resazurina. O tratamento com Al-Nano-P levou a um aumento significativo nos danos ao DNA, sugerindo que concentrações mais altas de nanoplásticos representam um risco maior para a saúde celular. Esses resultados mostram o potencial impacto ecológico dos nanoplásticos, uma vez que ostras e outros organismos filtradores podem acumular essas partículas e transmiti-las ao longo da cadeia alimentar, afetando organismos de níveis tróficos superiores, incluindo aqueles de importância comercial e possivelmente a saúde humana. Adicionalmente, o estudo também testou o efeito da curcumina na sobrevivência, crescimento e viabilidade celular de ostras Crassostrea gigas na fase de semente e hemócitos. Inicialmente, sementes de ostras foram tratadas com diferentes concentrações de curcumina (CUR) (0, 1, 3 e 10 μM). Os resultados mostraram que concentrações de 3 e 10 μM reduziram significativamente a mortalidade das sementes e promoveram um aumento no tamanho médio da concha, sugerindo que a CUR pode melhorar a resistência das ostras durante essa fase crítica de desenvolvimento. Em relação à viabilidade dos hemócitos, foram realizados ensaios de resazurina e vermelho neutro para avaliar os efeitos da CUR em diferentes concentrações (0, 1, 5, 25, 125 e 625 µM). Observou-se uma diminuição progressiva na viabilidade dos hemócitos com o aumento das concentrações de CUR, indicando possíveis efeitos tóxicos em concentrações mais altas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Departamento de Bioquímica
</description>
<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259697</guid>
<dc:date>2024-09-13T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Protocolo de Interação social e Sociabilidade em camundongos C57BL/6 machos e fêmeas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259615</link>
<description>Protocolo de Interação social e Sociabilidade em camundongos C57BL/6 machos e fêmeas
Sara Ruth, dos Passos
O modelo animal em roedores tem sido um grande aliado na busca de melhores compreensões acerca dos transtornos mentais. O hipocampo é uma das regiões mais associadas com a memória, que por sua vez, está intrinsecamente ligada à modulação no comportamento. Muitos transtornos têm essa função afetada, causando bloqueio no reconhecimento social. Neste sentido, o trabalho teve como objetivo descrever o protocolo de memória social e sociabilidade em camundongos machos e fêmeas e estresse de contenção em camundongos machos. No total, foram utilizados 23 camundongos C57BL/6 (machos n=14 fêmeas n=9), todos os animais foram experimentais. O protocolo teve duração de três dias, no primeiro dia os animais foram submetidos à habituação 1 e habituação 2, no terceiro dia ocorreu os testes de interação social e sociabilidade e no terceiro dia, apenas para os machos, ocorreu o estresse de contenção e novamente os testes comportamentais. No teste de interação social, os machos interagiram mais tempo com o camundongo novidade, já as fêmeas tiveram preferência de interação com o camundongo familiar. Para o teste de interação social, tanto machos quanto fêmeas interagiram mais com o objeto. E para o estresse de contenção, os resultados aqui obtidos não mostraram diferenças entre os controles e estresses nos testes comportamentais. No teste de interação social ambos os grupos interagiram mais com a novidade e no teste 2, controle e estresse, tiveram um índice de interação menor, passando mais tempo com o camundongo familiar.
</description>
<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259615</guid>
<dc:date>2024-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Efeitos bioquímicos e moleculares da 1,25 (OH)2 vitamina D3 em ilhotas pancreáticas e células da linhagem beta-pancreática</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259527</link>
<description>Efeitos bioquímicos e moleculares da 1,25 (OH)2 vitamina D3 em ilhotas pancreáticas e células da linhagem beta-pancreática
Zaniboni, Bruna Antunes
O pâncreas contém ilhotas pancreáticas, que incluem células β responsáveis pela secreção de insulina, essencial para regular a glicose no sangue. A arquitetura dessas ilhotas é crucial para a secreção coordenada de insulina. A vitamina D, especialmente a forma ativa, regula a sensibilidade à insulina e pode melhorar a função das células β. Concentrações adequadas de vitamina D estão associados ao melhor controle glicêmico e equilíbrio metabólico. O presente trabalho demonstrou os efeitos bioquímicos e moleculares da 1,25(OH)2 vitamina D3 nas ilhotas e células pancreáticas, por meio de análises de imunofluorescência e ensaios de eletrofisiologia com células INS-1 e compostos específicos. O hormônio estudado estimulou a fosforilação de proteínas MAPK/ERK1/2, resultando em um aumento de cerca de 38%. Além disso, a 10-9 M de 1,25(OH)2 vitamina D3, alterou a atividade de canais de potássio dependente de voltagem nas células INS-1
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Departamento de Bioquímica
</description>
<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259527</guid>
<dc:date>2024-09-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
