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<title>Departamento de Educação Física</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249415</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 21:48:23 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T21:48:23Z</dc:date>
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<title>ÍNDICES FISIOLÓGICOS DURANTE A CORRIDA NO PLANO E NA SUBIDA:  RELAÇÕES COM OS DOMÍNIOS DE INTENSIDADE DE EXERCÍCIO</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250995</link>
<description>ÍNDICES FISIOLÓGICOS DURANTE A CORRIDA NO PLANO E NA SUBIDA:  RELAÇÕES COM OS DOMÍNIOS DE INTENSIDADE DE EXERCÍCIO
Farias, Emmanuel de Assis Antunes
Objetivo: Determinar e comparar as respostas cardiorrespiratórias, metabólicas e neuromusculares entre a corrida no plano e com inclinação, em dois diferentes domínios de intensidade, moderado e o severo. Métodos: Para isso, 13 corredores de montanha (Idade: 37,5 ± 9,0 anos; V̇O2max: 57,3 ± 6,5 ml/kg/min) visitaram o laboratório em quatro dias diferentes. Os participantes realizaram dois testes incrementais em esteira, até a exaustão. O primeiro teste foi realizado com inclinação de 1%, com incrementos de velocidade (1 km/h a cada 3 min). O segundo foi realizado com a velocidade fixa em 50% da velocidade aeróbia máxima (VAM) obtida no primeiro teste, e com incrementos na inclinação (2% a cada 3 min). Ainda, nos dois dias seguintes, foram realizadas oito transições do repouso para o exercício com 6 min de duração. Foram realizadas três transições no domínio moderado e uma transição no domínio severo por dia, sendo um no plano e outro dia com inclinação. A cinética do VO2, concentrações de lactato sanguíneo ([Lac]) e frequência de passada foram mensuradas. Os dados estão apresentados em média e desvio padrão. As comparações foram realizadas pelo teste t de Student para dados pareados. Foi adotado um nível de significância de 5% (p &lt; 0,05). Resultados: O V̇O2max foi similar entre testes (plano: 3,9 ± 0,8 vs inclinado: 3,9 ± 0,7 L/min; p &gt; 0,05), porém a FCmax foi menor no teste inclinado (180 ± 10 bpm; 184 ± 13 bpm; p = 0,03). As [Lac] foram maiores após o exercício no teste inclinado comparado ao plano no domínio moderado (1,96 ± 0,65 vs. 1,24 ± 0,54 mmol/L; p &lt; 0,01) e severo (6,55 ± 1,65 vs. 5,41 ± 1,27 mmol/L; p = 0,015). A inclinação da corrida não afetou o tau da cinética do VO2 no domínio moderado (plano: 16 ± 5; inclinado: 19 ± 6 s; p = 0,107), severo (plano: 29 ± 11; inclinado: 29 ± 10 s; p = 0,851), nem a amplitude do componente lento do VO2 no domínio severo (plano: 217 ± 138; inclinado: 146 ± 101 ml/min; p = 0,074). A amplitude do VO2 foi maior no exercício inclinado comparado ao plano no domínio moderado (2038 ± 532 vs. 2372 ± 495 ml/min; p = 0,006) mas não no severo (2911 ± 738 vs. 3138 ± 796 ml/min; p = 0,851). Conclusão: Em conclusão, a cinética do VO2 durante o exercício realizado no domínio moderado e severo não foi afetada pela inclinação de corrida, apesar de maiores valores de lactato sanguíneo e VO2.
RELATÓRIO FINAL PIBIC 22-23 - Universidade Federal de Santa Catarina.Centro de Desportos. Educação Física -Bacharelado
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mudanças na percepção do ambiente da vizinhança e na caminhada de deslocamento em idosos após uma década (2009-2019)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250721</link>
<description>Mudanças na percepção do ambiente da vizinhança e na caminhada de deslocamento em idosos após uma década (2009-2019)
Silveira, Rafaella de Oliveira Rita
Objetivo: Analisar as mudanças na percepção do ambiente da vizinhança e na caminhada de deslocamento em idosos após uma década. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo com dados do estudo longitudinal, de base populacional e domiciliar EpiFloripa Idoso, tendo sido realizada a linha de base em  2009/2010 e os seguimentos do estudo realizado em 2013/2014 e 2017/2019. A amostra incluiu idosos acompanhados de forma longitudinal. O ambiente da vizinhança foi avaliado nos três seguimentos por meio do instrumento adaptado da escala internacional Neighborhood Environment Walkability Scale (A-NEWS). A caminhada no deslocamento foi obtida por meio do International Physical Activity Questionnaire (IPAQ). Foram realizadas análises estatísticas descritivas para caracterizar a amostra do estudo e apresentar a prevalência dos resultados. Resultados: A amostra do estudo incluiu 737 idosos, sendo a maioria mulheres (66,8%), com idades entre 60 e 102 anos e média de idade de 70,8 anos (dp=7,08). Sobre as características do ambiente da vizinhança, estratificadas pelo índice de walkability do bairro, foi visto um aumento significativo na percepção na existência de calçadas (88,5% versus 90,2%; p&lt;0,001), presença de ruas planas (39,6% versus 45,3%; p&lt;0,001), qualidade das calçadas (40,0% versus 44,2%; p&lt;0,001). Também foi observado um aumento na presença de esgotos (9,3% versus 18,0%; p&lt;0,001), fluxo de veículos (32,0% versus 35,2%; p&lt;0,001), presença de faixas de pedestres (70,9% versus 75,4%; p&lt;0,001), maior segurança para realizar atividade física durante o dia (75,5% versus 79,8%; p&lt;0,001) e a noite (26,5% versus 31,2%; p&lt;0,001). Em relação a caminhada no deslocamento, houve um declínio de 27,1% (IC95%: 25,5 – 29,7) entre os idosos homens e 18,7% (IC95%: 16,4 – 20,3) entre as idosas mulheres. Conclusões: Os achados reforçam a necessidade de implementar e expandir as políticas públicas destinadas ao planejamento urbano, com foco na melhoria das condições do ambiente da vizinhança, abrangendo melhorias na infraestrutura para pedestres, ampliação dos recursos estéticos da vizinhança, medidas de segurança no trânsito e iniciativas de prevenção a criminalidade no bairro, podendo exercer uma influência significativa na caminhada de deslocamento entre idosos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Desportos.&#13;
Departamento de Educação Física.
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<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250721</guid>
<dc:date>2023-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mudanças nos comportamentos de risco e na qualidade de vida relacionada à saúde após a hospitalização em unidades de terapia intensiva em pacientes internados por covid-19</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250568</link>
<description>Mudanças nos comportamentos de risco e na qualidade de vida relacionada à saúde após a hospitalização em unidades de terapia intensiva em pacientes internados por covid-19
Schopf, Edú Fiorin
Passados pouco mais de quatro meses do final da pandemia da Covid-19 (Corona virus disease), pouco se sabe sobre suas consequências, especialmente entre indivíduos que foram tratados em unidades de terapia intensiva (UTI’s). O objetivo do estudo foi verificar as mudanças nos comportamentos de risco e na qualidade de vida relacionada à saúde após a hospitalização em UTI’s em pacientes internados por Covid-19. Especificamente, investigou-se os fatores associados às mudanças nos diferentes tipos de comportamento sedentário nesta população. Este foi um estudo transversal realizado com pacientes internados por Covid-19 em UTI’s em um hospital de referência em Florianópolis, Santa Catarina. Foram realizadas entrevistas telefônicas e consultas a prontuários médicos, de junho de 2022 a julho de 2023. Os desfechos foram os comportamentos de risco (comportamento sedentário, inatividade física, consumo de álcool e de alimentos ultraprocessados e tabagismo) e a qualidade de vida relacionada à saúde. Mudanças nos desfechos foram autorrelatadas em questões com opções de resposta relativas à manutenção, aumento (ou melhora) e diminuição (ou piora) dos indicadores. Variáveis sociodemográficas e relacionadas à saúde foram coletadas como exposições. Na análise de dados, empregou-se a regressão logística multinomial ajustada, com resultados expressos em razões de odds (RO) e intervalos de confiança de 95% (IC95%). Dos 105 sujeitos entrevistados, 51,4% eram homens e a média de idade foi 49,0 anos (±13,0). Após a hospitalização, os aumentos mais expressivos foram observados no tempo de comportamento sedentário ao usar o celular e assistir televisão (aumento em 47,6% e 32,4% da amostra, respectivamente), bem como na inatividade física nos domínios do lazer, deslocamento, domicílio e trabalho (aumento em 49,0%, 34,8%, 32,7% e 29,4% da amostra, respectivamente). A maioria dos entrevistados relatou piora da qualidade de vida geral (59,8%), bem como de seus componentes físico (64,1%) e mental (57,3%). Após a hospitalização, o aumento do tempo de televisão esteve associado às mulheres (RO: 2,74; IC95%: 1,05; 7,16). Aqueles sujeitos com maior escolaridade apresentaram aumentaram o tempo de uso de computador (RO: 1,55; IC95%:1,12; 2,13) e de celular (RO: 1,16; IC95%:1,01; 1,33). Adicionalmente, sujeitos fisicamente inativos no lazer apresentaram menor aumento do tempo de uso de celular (RO: 0,13; IC95%: 0,03; 0,60) que seus pares.  Já o aumento do tempo sentado no trabalho foi menor entre aqueles com melhor qualidade de vida em seu componente mental (RO: 0,96; IC95%:0,93; 1,00). Conclui-se que, após a hospitalização em UTI’s, os pacientes apresentaram piora na qualidade de vida relacionada à saúde e aumento dos comportamentos de risco relacionados aos padrões de movimento. Os fatores associados ao aumento dos tipos de comportamento sedentário estudados foram distintos e precisam ser levados em consideração no estabelecimento de políticas públicas de prevenção em saúde.
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Dificuldades no ensino de habilidades para a vida por meio do esporte: impacto sobre o comportamento de treinadores</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250563</link>
<description>Dificuldades no ensino de habilidades para a vida por meio do esporte: impacto sobre o comportamento de treinadores
Maia, Kaliane
Dentro de um programa de formação de treinadores (PFT), existe uma maior probabilidade de que os treinadores adotem comportamentos favoráveis ao ensino de habilidades para a vida (HV) na prática. O Modelo COM-B destaca que esses comportamentos resultam da oferta de Capacidade, Oportunidade e Motivação por meio do PFT. No entanto, é comum que os treinadores enfrentem dificuldades no ensino de HV por meio do esporte. Portanto, o objetivo do estudo foi verificar o impacto das dificuldades do ensino de HV sobre o comportamento dos treinadores de um clube multiesportivo brasileiro durante a participação em um PFT. Este estudo integra um projeto de pesquisa mais amplo que coletou dados ao longo de quatro anos em relação ao PFT. Em particular, esta investigação foi conduzida no último ano do PFT e teve seu enfoque na coleta de informações através de entrevistas abertas com treinadores. O objetivo primordial era analisar a percepção dos treinadores em relação aos seus esforços no ensino de Habilidades de Vida (HV). Para esse fim, foram entrevistados 10 treinadores que estavam envolvidos no PFT. As perspectivas dos treinadores sobre o PFT e suas abordagens para o ensino de HV foram registradas por meio de entrevistas, e a análise qualitativa dos dados foi orientada pelo Modelo COM-B. Os resultados da análise revelaram que, ao considerar o Modelo COM-B, o ensino de HV para adultos, adolescentes mais velhos e crianças mais novas se apresentou como dificuldades que impactam diretamente a Motivação dos treinadores. Quanto às atividades de ensino das HV, identificou-se que a dificuldade em estabelecer coesão com a modalidade esportiva e as habilidades associadas demonstrou fragilidade na Capacidade dos treinadores para ensinar HV. Além disso, os treinadores mencionaram que a rigidez do comportamento alvo prejudicou sua adaptação às dificuldades enfrentadas, comprometendo a Oportunidade de instruir HV. Portanto, conclui-se que o PFT deve assegurar a Capacidade, Oportunidade e Motivação necessárias para os comportamentos que favorecem o ensino de HV.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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