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<title>Departamento de Análises Clínicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249403</link>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 18:51:14 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-17T18:51:14Z</dc:date>
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<title>Análise in sílico de variantes de nucleotídeo único (SNVs) missense associadas ao gene GHS-R na obesidade</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250497</link>
<description>Análise in sílico de variantes de nucleotídeo único (SNVs) missense associadas ao gene GHS-R na obesidade
Nunes, Bruno Fonseca; Alves, Elizabeth Soethe
Este trabalho possui como foco a pesquisa de variantes alélicas, que expliquem as variações fenotípicas de magreza ou sobrepeso/obesidade. Deste modo, essa compressão auxiliaria a entender e definir novas estratégias para um diagnóstico laboratorial mais precoce. A partir da definição da metodologia, o projeto se iniciou com a mineração realizada no dbSNP, no qual apresentou 373 polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) não sinônimos localizados em regiões codificadoras (missense). Em seguida, foram filtrados por frequência de alelos menores (MAF) inferior a 1% e submetidos a 9 ferramentas diferentes para a predição in sílico. Foram encontradas oito variações: L91F, R237W, I134T, V216A, V46F, S174N, N319H e D194Y. As variantes encontradas foram analisadas no servidor web do projeto HOPE e no banco de dados Swiss-Model. O resultado foi de 8 variantes que possuem alto risco de disfunção do GHSR, e essa disfunção pode ser a responsável pelo comprometimento da ligação da Grelina com o seu receptor, favorecendo o fenótipo de obesidade. Pesquisas futuras podem elucidar com maior clareza as implicações das mutações e como seria a sua correlação com a fisiopatologia da obesidade.
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>AVALIAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE AO SARS-COV-2 EM PACIENTES COM NEOPLASIAS MALIGNAS</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250300</link>
<description>AVALIAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE AO SARS-COV-2 EM PACIENTES COM NEOPLASIAS MALIGNAS
Soares, João Pedro Bonatti
A maior suscetibilidade e pior prognóstico de pacientes portadores de neoplasias à COVID-19 trouxe como objetivo de estudo a análise da resposta imunológica desses pacientes acometidos por neoplasias malignas à infecção pelo SARS-CoV-2, por meio da avaliação das concentrações de citocinas inflamatórias no plasma e as células imunes no sangue periférico. Ao todo, participaram do estudo 58 indivíduos, sendo 28 deles diagnosticados com COVID-19 e 30 considerados saudáveis, como grupo controle. Do grupo exposto ao SARS-CoV-2, metade (14) é composta por pacientes oncológicos e a outra metade por pacientes não oncológicos. A análise da celularidade imune e da concentração de citocinas plasmáticas foram realizadas por citometria de fluxo. Foram empregados métodos colorimétricos para a avaliação das concentrações de mieloperoxidase (MPO) e óxido nítrico (NO). Dentre os pacientes oncológicos com COVID-19, foi observada uma queda nos níveis de linfócitos T, B e células NK em relação ao controle. No mesmo grupo, foi denotado um aumento na proporção de células Treg (CD25+) em relação ao grupo de linfócitos T tanto CD4+ como CD8+, fora um aumento da relação N/L e dos valores relativos de neutrófilos, assim como um aumento de neutrófilos com expressão de CD62L. Quanto aos monócitos, houve diminuição dos monócitos não clássicos (ncMO) e um aumento na expressão do marcador CD56, atípico para essas células. Também foi evidenciada uma diminuição da expressão de HLA-DR tanto nos monócitos clássicos (cMO) como não clássicos. Durante a avaliação das células dendríticas (DCs), presentes em menor número em relação ao grupo não oncológico exposto ao vírus. Dessas células, houve diminuição da população de células dendríticas plasmocitoides (pDCs) e aumento no número de células clássicas/mieloides (mDCs). A marcação dos mediadores inflamatórios indicou elevação nas concentrações de IL-12p70, IL-6 e IL-10 e diminuição nos níveis de IL-17A e óxido nítrico no plasma. Contudo, mesmo que haja aumento de citocinas pró-inflamatórias (IL-6 e IL-12p70), os pacientes oncológicos infectados pelo SARS-CoV-2 ainda apresentam desvios na resposta imune, representando um quadro de imunossupressão. A COVID-19, que já depleta o sistema imunológico dos pacientes, pode se tornar ainda mais grave quando associada às neoplasias malignas, em virtude da fragilidade desses.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências da Saúde&#13;
Curso de Graduação em Farmácia
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da atividade amebicida de compostos de coordenação de Cu(II) solúveis em água contra Acanthamoeba castellanii</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250285</link>
<description>Avaliação da atividade amebicida de compostos de coordenação de Cu(II) solúveis em água contra Acanthamoeba castellanii
Cerezolli, Camile
A ceratite por Acanthamoeba (AK) é uma inflamação da córnea grave, causada por amebas de vida livre em indivíduos saudáveis, com maior frequência em usuários de lentes de contato. Novos medicamentos e novas terapias são necessários, pois os medicamentos disponíveis para tratamento são bastante limitados. Alguns relatos na literatura demonstram que compostos de coordenação podem ser uma alternativa interessante para terapia anti protozoária, como Leishmania spp1, Toxoplasma gondii2 e Trypanosoma cruzi3. Recentemente, estudos realizados pelo grupo, demonstraram efetiva atividade anti-amebiana de compostos de coordenação de cobre(II) contra cistos e trofozoítos de Acanthamoeba castellanii. Em face do desempenho deste trabalho, foi realizada a avaliação da atividade anti-amebiana de composto de coordenação de cobre(II) (CP12) solúvel em água contra trofozoítos de Acanthamoeba castellanii (ATCC 50492). Foram avaliadas as concentrações de 200 µM; 100 µM; 25 µM; 50 µM e 10 µM. As placas foram incubadas a 30°C por 24 horas. A viabilidade dos trofozoítos foi avaliada pelo método AlamarBlue®. Para avaliação da citotoxicidade, a linhagem celular de córnea de coelho (ATCC - CCL 60) foi desafiada com compostos de cobre(II) por 24 h. O composto CP12 avaliado apresentou elevado potencial amebicida, com inibição da viabilidade dos trofozoítos próxima a 50% a 50 µM. Após o tratamento com ambos, trofozoítos arredondados, granulares e hiper-vacuolizados, lise celular e detritos foram observados por microscopia. A citotoxicidade do CP12 está em processo de avaliação. Os resultados sugerem estabilidade da atividade biológica do composto solúvel em água e  os resultados sugerem que os compostos de coordenação de Cu (II) têm efeitos potenciais contra A. castellanii e podem ser considerados como uma alternativa terapêutica futura para a ceratite amebiana.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de análises clínicas.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250285</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Prospecção de potenciais metalofármacos e interação sinérgica com antifúngicos como estratégia terapêutica para ceratites infecciosas graves.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250098</link>
<description>Prospecção de potenciais metalofármacos e interação sinérgica com antifúngicos como estratégia terapêutica para ceratites infecciosas graves.; Prospecção de potenciais metalofármacos e interação sinérgica com antifúngicos como estratégia terapêutica para ceratites infecciosas graves.
Matiola, Dayara Corrêa; Matiola, Dayara Corrêa
A ceratite amebiana (CA) é uma infecção ocular grave, causada por amebas de vida livre do gênero Acanthamoeba spp., cujo desenvolvimento está fortemente associado ao uso de lentes de contato. O tratamento da CA é inespecífico e é baseado em inúmeras combinações de antimicrobianos. No entanto, por esta doença não dispor de um tratamento rápido e apropriado, o presente estudo tem por objetivo a triagem de metalofármacos com potencial atividade anti-acanthamebiana, buscando estabelecer novas alternativas terapêuticas, para que assim seja possível diminuir o agravamento dos casos e levar a cura dos pacientes. Os experimentos foram realizados com cepas de Acanthamoeba spp., em uma concentração de 1,6x10^6 trofozoítos/ml. A incubação foi realizada em estufa bacteriológica à 30 graus por 24 horas. A leitura dos resultados foi realizada utilizando o reagente AlamarBlue®, no equipamento TECAN, em fluorescência pontual com excitação em 530 nm e emissão em 615 nm. Para triagem da atividade biológica, foram utilizados compostos metálicos a base de Ferro (CM1) e Cobalto (CM2). Assim, a triagem foi realizada observando a atividade dos compostos de coordenação em comparação as atividades desempenhadas pelos seus respectivos ligantes. Foram analisadas a ação dos metalofármacos nas concentrações de 200 µm à 10 µm. Dentre os compostos testados, o CM2 foi o metalofármaco que mostrou melhor atividade anti-amebiana, com uma taxa de morte celular de 40% em 200 µm, semelhante ao controle positivo. Neste caso, a partir destes dados, será possível realizar testes de citotoxicidade e sinergismo para avaliação do potencial uso no tratamento de casos de ceratite amebiana, bem como formulações compostas com outros agentes amebicidas. Em suma, este estudo foi relevante para a continuação dos testes com moléculas sabidamente ativas e, portanto, mais promissoras para o desenvolvimento de um tratamento efetivo para ceratites infecciosas graves.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica,  Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde
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<pubDate>Sun, 03 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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