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<title>Departamento de Antropologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249374</link>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 22:37:15 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-12T22:37:15Z</dc:date>
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<title>Avaliação de Tecnologia Social na Revolução dos Baldinhos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251277</link>
<description>Avaliação de Tecnologia Social na Revolução dos Baldinhos
Fonseca, Paula Fernanda; Rodrigues, João Arthur
A presente pesquisa interligou duas comunidades distintas geograficamente, porém conectadas através da relação entre comunidade e resíduos sólidos. Essa conexão entre o projeto de compostagem termofílica realizado pela Revolução dos Baldinhos e a vila do Lago do Limão (Iranduba – Amazonas) se efetua por meio de replicação da Tecnologia Social elaborada na primeira delas. &#13;
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A Revolução dos Baldinhos originou-se na comunidade Chico Mendes, no bairro Monte Cristo, em Florianópolis. Essa, hoje, associação comunitária surge em 2008 após uma emergência de saúde pública assolar a região derivada de casos de leptospirose decorrente de um período de fortes chuvas. A comunidade até então não possuía medidas comunitárias de tratamento para os resíduos sólidos e educação ambiental; os resíduos eram recolhidos por meio da coleta programada pela Autarquia de Melhoramentos da Capital. As chuvas fortes e o descuido com a deposição de dejetos domésticos, resultaram no aumento de roedores, vetores da doença. &#13;
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Portanto, como um mecanismo de prevenção ao aumento dos casos de leptospirose, nasceu a Revolução dos Baldinhos que visava trabalhar conjuntamente a comunidade na gestão de resíduos sólidos por meio da compostagem termofílica. Para que o projeto, desenvolvido em uma parceria entre funcionárias/os do Posto de Saúde do Monte Cristo, pesquisadoras/es do Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO/UFSC) e representantes comunitárias/os, foi fundamental a participação de moradoras/es. O passo seguinte é o transporte do conteúdo dos baldinhos até um dos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) existentes na comunidade. Duas vezes na semana, o material é recolhido e encaminhado para o canteiro de compostagem, atualmente situado na Escola América Dutra Machado. &#13;
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Esse método desenvolvido pela Revolução dos Baldinhos, não só ajudou a comunidade em questões de saúde pública e saneamento, mas também fomentou a possibilidade de aumento na arrecadação financeira através da comercialização de adubos derivados da compostagem e outros produtos – o que possibilitou a continuidade da Revolução, bem como a sua inscrição como Associação. Ao ser reconhecida e certificada como uma Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil, em 2011, a Revolução passou a ser replicada em outras cidades do país, expandindo os conhecimentos por meio de formações populares em gestão comunitária de resíduos sólidos. &#13;
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Os resultados e as conexões sociais provenientes deste projeto, contribuíram para outras pesquisas; artigos; análises e apresentações realizadas pela rede de “Antropologias do Lixo/Resíduos Sólidos”. Uma rede de pesquisadores e pesquisadoras de diferentes localidades tanto no Brasil quanto no exterior formado em 2014. Visando o desenvolvimento de projetos que interligam a Antropologia com questões socioambientais.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251277</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desigualdades, conflitos e moralidades em perspectiva etnográfica: uma etnografia da Comissão Permanente de Diversidade e Gênero do Colégio de Aplicação UFSC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250966</link>
<description>Desigualdades, conflitos e moralidades em perspectiva etnográfica: uma etnografia da Comissão Permanente de Diversidade e Gênero do Colégio de Aplicação UFSC
Pires, Larissa Teixeira
Enquanto bolsista do projeto “Desigualdades, conflitos e moralidades em perspectiva etnográfica” realizei uma etnografia da “Comissão Permanente de Diversidade e Gênero”  (CPDG) do Colégio de Aplicação (CA) da UFSC, colégio onde fui estagiária no ano anterior. Criada em 2022, essa comissão é o resultado da política do Colégio de Aplicação no combate a violência de gênero e LGBTQIA+fobia dentro do colégio. A Comissão tem o intuito de implementar uma agenda de garantia de direitos, acolhimento, prevenção e combate às violências de gênero no CA e no momento da pesquisa, ela era composta por professoras, enfermeira, psicólogo e assistente social da escola. Neste trabalho, busquei analisar quais são as práticas e medidas tomadas pelo C.A. acerca das relações de gênero, conflitos e violências em torno deste que ocorrem e são mediados pela CPDG. Nesse sentido, retomo meu diário de campo e observação participante realizadas no primeiro semestre de 2023 nas reuniões e ações da CPDG. Dentre os resultados, destaco algumas resistências por parte da equipe escolar, as tensões existentes entre a aprovação/implementação das medidas debatidas, o receio com a recepção das famílias e a disponibilidade de tempo pelas integrantes, visto as demandas constantes e contínuas que chegam para a escola.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Liderança e Presença das mulheres em associações científicas brasileiras</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250926</link>
<description>Liderança e Presença das mulheres em associações científicas brasileiras
Neves, Evelin Luana Lima
Este trabalho intitulado Ação e compromisso: engajamento social e político das antropólogas na Associação Brasileira de Antropologia,  apresenta as discussões e resultados da pesquisa PIBIC/UFSC, de caráter qualitativo, realizada no NIGS (Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC). Trata-se de um projeto individual de pesquisa inserido no projeto Gênero e ciências no século XXI: Políticas de equidade e diversidade na ciência brasileira. O tema de pesquisa escolhido aborda a forma engajada de se fazer antropologia no Brasil, sob o ponto de vista de dois grupos de antropólogas ligadas à ABA, a Associação Brasileira de Antropologia. O primeiro é composto por antropólogas pioneiras em pesquisas de Etnologia Indígena, que atuaram junto à luta pela defesa dos direitos dos povos originários. O segundo é composto por jovens antropólogas indígenas que se formaram mais recentemente e também participam da ABA. Elas vêm desenvolvendo novas formas de atuação e novas perspectivas sobre produção de conhecimento dentro da Antropologia. As seis antropólogas estudadas aqui apresentadas foram selecionadas a partir de diferentes etapas da pesquisa. Inicialmente foi feito um levantamento de vídeos — em canais oficiais no YouTube de instituições do meio científico — seguido de uma revisão bibliográfica, com leitura de textos sobre o tema do engajamento na antropologia brasileira e, por fim, pela busca de publicações das antropólogas escolhidas. A partir deste material, analisei como a antropologia feita por mulheres no Brasil foi e é capaz de proporcionar mudanças na sociedade e na própria disciplina e como esse potencial de transformação cresce com a presença das antropólogas indígenas, tanto na ABA, quanto em espaços acadêmicos e políticos de luta pelos direitos dos povos indígenas no Brasil.
Vídeo para o Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Curso de Ciências Sociais.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250926</guid>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Prêmios, editais e concursos como política de incentivo à participação de mulheres na ciência</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250837</link>
<description>Prêmios, editais e concursos como política de incentivo à participação de mulheres na ciência
VARELA, Giuliana Maria da Conceição Vilche
A presente pesquisa individual, intitulada 'Impactos do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero nas trajetórias das agraciadas pela categoria Estudante do Ensino Médio' e inserida no projeto maior 'Prêmios, editais e concursos como política de incentivo à participação de mulheres na ciência', teve como objetivo avaliar os impactos do Prêmio Construindo Igualdade de Gênero nas trajetórias das agraciadas pela categoria Estudante do Ensino Médio, partindo da hipótese de que esta política pública foi um incentivador para seguir carreira acadêmica. Para isso, utilizei uma metodologia qualitativa e realizei 34 entrevistas semi-estruturadas com agraciadas pela premiação e 3 com gestoras e ex-gestoras de instituições promotoras: a SPM e o CNPq, com o propósito secundário de conhecer o olhar institucional sobre a política. Fruto de ação coletiva e possuidor de um potencial de retorno, o Prêmio teve duas linhas principais de impactos nas trajetórias da premiadas: atuou como incentivo acadêmico, motivando para a entrada no Ensino Superior, ao qual todas as interlocutoras chegaram, e como politizador, divulgando um valor social de equidade que as direcionou para ações multiplicadoras dos efeitos da política pública. Também foram descobertas algumas dificuldades institucionais quanto à entrega das recompensas previstas pela premiação em seu último ano (já sob o governo Temer), e a de implantação das bolsas PIBIC nos casos de premiadas que estavam finalizando o Ensino Médio, ao longo de todas as edições. Concluímos que embora não configurando um determinante para que as agraciadas se voltassem à pesquisa, o Prêmio foi fundamental na construção de um perfil de valorização do conhecimento e da formação acadêmica e no despertar para a defesa da igualdade de gênero. Esses impactos tiveram impulso através do reconhecimento e validação intelectual experienciados principalmente pelas premiadas que puderam participar da cerimônia em Brasília, sendo a viagem financiada pela SPM apenas para a Etapa Nacional. Deixamos como sugestões para a continuidade desta política pública a garantia de implantação das bolsas PIBIC e a priorização do financiamento institucional da viagem também para as premiadas na Etapa Unidade da Federação.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de Antropologia.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250837</guid>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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