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<title>Departamento de Ciências Contábeis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238211</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:33:26 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T15:33:26Z</dc:date>
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<title>Influência dos ciclos econômicos na relevância das provisões e passivos contingentes das companhias brasileiras de capital aberto</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239692</link>
<description>Influência dos ciclos econômicos na relevância das provisões e passivos contingentes das companhias brasileiras de capital aberto
Kerber, Leonardo Hentz
Provisões e passivos contingentes são elementos que muito influenciam a situação financeira das organizações, visto que tem o poder de afetar o seu patrimônio, o que se deve, em grande parte, pelas incertezas relacionadas a esses grupos. Nesse sentido, é importante entender os fatores que influenciam o grau de evidenciação das contingências pelos elaboradores das demonstrações contábeis, já que a forma como isso é feito pode fornecer informações que distorçam a realidade. Dentre esses fatores, os ciclos econômicos nacionais apresentam-se como possíveis influenciadores relevantes da evidenciação de contingências. Dessa maneira, perceber se há variação entre as quantidades de provisões e de passivos contingentes evidenciados em anos de expansão, recessão, contração ou de recuperação tem grande valor informacional aos usuários. Para este estudo, foi constituída população de 96 empresas não financeiras da Brasil, Bolsa e Balcão, as quais apresentaram informações necessárias à pesquisa. A partir disso, para verificar a influência dos ciclos econômicos na relevância das provisões e passivos contingentes das companhias brasileiras de capital aberto, realizou-se uma análise de média, ao longo do ano, de provisões e de passivos contingentes entre empresas estudadas. Ademais, por meio de testes estatísticos não paramétricos, foi possível perceber que havia relação entre as fases dos ciclos econômicos e a evidenciação de contingências. Sob essa ótica, observou-se que em anos de expansão e de recessão econômicas havia maior evidenciação de provisões e de passivos contingentes, enquanto que em anos de contração e de recuperação econômicas, havia menor evidenciação de contingências.
Artigo PIBIC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Ciências Contábeis.
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Elementos de inovações no desenho e uso de instrumentos de planejamento e controle  organizacional</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239497</link>
<description>Elementos de inovações no desenho e uso de instrumentos de planejamento e controle  organizacional
Val, Paula Pires
Este projeto tem por objetivo identificar os elementos de inovações no desenho e uso de instrumentos de planejamento e controle organizacional a partir do exame de estudos empíricos publicados em anais de congressos e periódicos nacionais e internacionais. O estudo das inovações no desenho e uso de instrumentos de planejamento e controle organizacional tem apresentado diversas abordagens entre fatores contextuais, organizacionais e relacionados ao indivíduo. Para a coleta de dados utiliza-se de técnica de análise documental, com a identificação dos estudos de base relacionados com o tema da pesquisa e a categorização de 4 (quatro) modelos, sendo eles abordagem, instrumento, procedimento e metodologia. Além disso, foram realizadas 2 (duas) nuvens de palavras com os vocábulos-chaves dos respectivos dados. Ao final do estudo, procura-se identificar inovações em instrumentos de planejamento e controle que proporcionam significado à realidade organizacional e sua constante transformação.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro socioeconômico. Ciências Contábeis.
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise das diferenças entre as irfs e a contabilidade regulatória do setor elétrico brasileiro</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239363</link>
<description>Análise das diferenças entre as irfs e a contabilidade regulatória do setor elétrico brasileiro
Paulo, Edilson
Existem diferenças entre os sistemas contábeis, dentre essas diferenças existem as oriundas entre normas da contabilidade societária e da contabilidade regulatória. Nesse sentido, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) tem emitido normas contábeis que devem ser aplicadas para empresas do setor elétrico. Apesar dessa iniciativa da ANEEL em converter a contabilidade regulatória as International Financial Reporting Standards (IFRS), algumas diferenças persistem. Deste modo, apresenta-se como problema de pesquisa: As diferenças entre os procedimentos contábeis adotados pelas IFRS e pela contabilidade regulatória do setor elétrico são significativamente relevantes? Sendo o objetivo analisar as diferenças entre os procedimentos de reconhecimento, mensuração e evidenciação contábil adotados pelas IFRS e pela contabilidade regulatória do setor elétrico brasileiro. Esta pesquisa auxilia na compreensão das diferenças normativas e de seus efeitos nos relatórios financeiros das firmas, colabora com investidores, analistas financeiros, credores e outros stakeholders no processo de avaliação de desempenho das empresas e dos gestores; bem como órgãos reguladores no processo de emissão, adoção e fiscalização do cumprimento das normas por eles emitidas. Para tanto, o estudo teve como amostra empresas do setor elétrico brasileiro listadas na Brasil Bolsa Balcão, sendo coletadas e tabuladas por meio de planilhas as informações referentes a nota de Conciliação do Balanço Patrimonial Regulatório e Societário presentes nos relatórios anuais depositados no site da ANEEL para o período de 2015 a 2020. Está nota deve ser baseada no modelo proposto pela ANEEL conforme o Manual de Contabilidade do Setor Elétrico. Por meio da análise foi possível observar diferenças significativas nos padrões contábeis em análise, destacando-se em termos de magnitude de diferenças nos valores contábeis os saldos nos grupos contas a receber, de imobilizado, intangível, outros resultados abrangentes.
Iniciação Científica
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Gerenciamento de riscos corporativos nas relações interorganizacionais de startups e spin offs brasileiras.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238830</link>
<description>Gerenciamento de riscos corporativos nas relações interorganizacionais de startups e spin offs brasileiras.
Freitas, Sérgio Lucas
Este estudo analisa os efeitos mediadores dos elementos da resiliência estratégica (comportamentos proativos e agilidade improvisada) na relação entre os controles sociais e o desempenho da inovação de produtos em startups. Uma survey foi realizada com 132 gestores de startups em fase de tração, listadas na Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Aos dados coletados aplicou-se modelagem de equações estruturais. Os resultados revelam que os elementos da resiliência estratégica são fomentados pelos controles sociais e contribuem para a melhora do desempenho da inovação de produtos nas startups investigadas. Ao considerar os efeitos indiretos, apenas a agilidade improvisada medeia a relação entre os controles sociais e o desempenho da inovação de produtos. Conclui-se que a análise dos efeitos mediadores da resiliência estratégica na perspectiva multinível sinaliza a importância de empregar elementos sociais e organizacionais na promoção de inovações em startups, em detrimento aos elementos individuais. Este estudo contribui para a literatura ao apresentar evidências empíricas, que para além da relevância dos sistemas de controle gerencial na promoção de inovação em startups, tem-se o papel de elementos estratégicos. Em particular fornece reflexões valiosas sobre como desenvolver e empregar a resiliência estratégica para capitalizar e prosperar diante de adversidades, principalmente ao fornecer uma melhor compreensão sobre a importância do comportamento proativo de startups nos ambientes incertos e dinâmicos em que operam.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Contábeis.&#13;
Ilse Maria Beuren
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<pubDate>Sat, 10 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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