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<title>Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238155</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 18:11:54 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T18:11:54Z</dc:date>
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<title>Marcadores de origem do mel de melato de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) do sul do Brasil: denominação de origem</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239716</link>
<description>Marcadores de origem do mel de melato de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) do sul do Brasil: denominação de origem
Silva, Daniele Gullich
Os méis são classificados de acordo com sua origem, sendo florais os méis obtidos a partir&#13;
do néctar de flores ou melato, a partir de secreção de plantas ou de excreções de insetos&#13;
sugadores de plantas. Dentre os méis de melato, podemos citar o mel de melato da&#13;
bracatinga (Mimosa Scrabella Benth), amplamente produzido nas regiões do Planalto&#13;
Serrano de Santa Catarina, porém, seu consumo é maior no mercado internacional, tendo&#13;
destaque no europeu. O mel de melato da bracatinga possui características sensoriais e&#13;
químicas que o difere dos demais méis, tendo coloração mais escura, acidez elevada e&#13;
menor teor de açúcares. Este mel é um dos principais objetos de estudo do Grupo de&#13;
Pesquisa em Antioxidantes Naturais (GPAN) da Universidade Federal de Santa Catarina,&#13;
cujas pesquisas de identificação de marcadores de autenticidade contribuíram no processo&#13;
de indicação geográfica deste produto e assim valorizar a produção nacional desse mel.&#13;
Esse projeto de iniciação científica é uma das formas que serão utilizadas para divulgar o&#13;
conhecimento dos membros do Laboratório de Química de Alimentos sobre o mel de&#13;
melato da bracatinga e seus procedimentos analíticos de preparo/tratamento de amostras.&#13;
Além disso, o presente estudo também demonstrará parte do dia a dia dos pesquisadores e&#13;
bolsistas na universidade e a importância de se ter uma ponte entre os cientistas e a&#13;
sociedade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC)
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<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239716</guid>
<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>Marcadores de origem do mel de melato de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) do sul do Brasil: denominação de origem</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239695</link>
<description>Marcadores de origem do mel de melato de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) do sul do Brasil: denominação de origem
Silva, Daniele Güllich
Os méis são classificados de acordo com sua origem, sendo florais os méis obtidos a partir&#13;
do néctar de flores ou melato, a partir de secreção de plantas ou de excreções de insetos&#13;
sugadores de plantas. Dentre os méis de melato, podemos citar o mel de melato da&#13;
bracatinga (Mimosa Scrabella Benth), amplamente produzido nas regiões do Planalto&#13;
Serrano de Santa Catarina, porém, seu consumo é maior no mercado internacional, tendo&#13;
destaque no europeu. O mel de melato da bracatinga possui características sensoriais e&#13;
químicas que o difere dos demais méis, tendo coloração mais escura, acidez elevada e&#13;
menor teor de açúcares. Este mel é um dos principais objetos de estudo do Grupo de&#13;
Pesquisa em Antioxidantes Naturais (GPAN) da Universidade Federal de Santa Catarina,&#13;
cujas pesquisas de identificação de marcadores de autenticidade contribuíram no processo&#13;
de indicação geográfica deste produto e assim valorizar a produção nacional desse mel.&#13;
Esse projeto de iniciação científica é uma das formas que serão utilizadas para divulgar o&#13;
conhecimento dos membros do Laboratório de Química de Alimentos sobre o mel de&#13;
melato da bracatinga e seus procedimentos analíticos de preparo/tratamento de amostras.&#13;
Além disso, o presente estudo também demonstrará parte do dia a dia dos pesquisadores e&#13;
bolsistas na universidade e a importância de se ter uma ponte entre os cientistas e a&#13;
sociedade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239695</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Extração de Compostos Fenólicos do Resíduo do Processamento da Uvaia (Eugenia pyriformis Cambess)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239530</link>
<description>Extração de Compostos Fenólicos do Resíduo do Processamento da Uvaia (Eugenia pyriformis Cambess)
Pelicioli, Catarina Guedin
O resíduo obtido a partir do processo de separação da polpa da uvaia (Eugenia pyriformis Cambess) é uma fonte potencial de compostos fenólicos, que possuem conhecida capacidade antioxidante. Á vista disso, a extração desses compostos biologicamente ativos a partir do resíduo, além de representar uma rota alternativa para o seu reaproveitamento, pode permitir o desenvolvimento de um extrato benéfico à saúde. Com isso, este trabalho teve como objetivo &#13;
utilizar um delineamento central composto rotacional 23 e a metodologia de superfície de resposta para avaliar o efeito das variáveis (tempo (X1) (s), temperatura (X2) (°C) e razão sólido/ solvente (X3) (g/mL)) no teor de compostos fenólicos dos extratos (miligramas de equivalente de ácido gálico (mg GAE) 100 g−1 de resíduo fresco (r.f.)) obtidos por extração assistida por ultrassom do resíduo de uvaia. Os limites inferior e superior dos tempos foram 150 e 1200 s; as respectivas temperaturas foram de 25 e 80 °C, e as respectivas razões sólido/solvente foram de 1/30 e 1/10. Água destilada acidificada com ácido acético a 1 % foi utilizada como solvente. A mistura (resíduo + solvente) foi levada para uma sonda ultrassônica operando na frequência de 20 kHz e potência de 500 W (amplitude de 90 %). Em seguida, as soluções de extrato foram separadas da matriz por filtração a vácuo na temperatura de 25 °C. O teor de compostos fenólicos totais dos extratos foi determinado por análise colorimétrica utilizando o reagente de Folin-Ciocalteu. Apenas a temperatura (linear e quadrática) apresentou efeito significativo no teor de compostos fenólicos extraído, enquanto o tempo e a razão sólido/solvente não foram significativos. A maior concentração foi alcançada quando a extração foi realizada a 80 ºC (203,98 ± 2,93 equiv. em ácido gálico (mg/100g) (base úmida). O planejamento fatorial realizado é importante para compreender a influência dessas variáveis e obter as condições ótimas que maximizem a recuperação dos compostos fenólicos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Agrárias                                      Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239530</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>Avaliação físico-química e atividade antioxidante da torta e casca da castanha do gurguéia (Dipteryx lacunifera Ducke)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239489</link>
<description>Avaliação físico-química e atividade antioxidante da torta e casca da castanha do gurguéia (Dipteryx lacunifera Ducke)
Souza, Mateus Ceci de
A gurguéia (Dipteryx lacunifera Ducke) é uma castanha nativa do Cerrado brasileiro que apresenta elevado teor lipídico e grande potencial para obtenção de óleo e compostos bioativos. São escassos os estudos na literatura contendo informações sobre as características físico-químicas e a atividade antioxidante desta matéria-prima e seus coprodutos. Para a indústria de alimentos, é importante a valorização de novas matérias-primas, bem como o aproveitamento dos coprodutos de processamento, tornando possível a utilização do conceito de economia circular. O presente projeto de pesquisa teve como objetivo obter informações sobre a composição nutricional, compostos fenólicos totais (CFT) taninos condensados (TC) e atividade antioxidante (AA) (DPPH, FRAP, orto-difenóis, CUPRAC, CRT e Azul da Prússia) de extratos obtidos a partir da torta resultante da prensagem para extração do óleo da castanha e da casca da castanha do gurguéia. Os extratos foram obtidos a partir dos coprodutos da castanha do gurguéia através da extração utilizando homogeneizador Ultra-Turrax® e extração assistida por ultrassom, utilizando como solvente etanol e água (70:30, v/v). O maior rendimento foi obtido com a extração utilizando homogeneizador Ultra-Turrax® tanto para torta (31,13%), quanto para a casca (33,21%). Os extratos obtidos por Ultra-Turrax® também apresentaram maiores teores de CFT, TC e AA avaliada por todos os métodos.Os resultados obtidos indicam que a extração por Ultra-Turrax®, que é um método simples e barato,  pode ser eficaz para a extração de compostos bioativos da castanha de gurguéia. A obtenção e disseminação de conhecimento a respeito de castanhas e seus coprodutos devem incentivar o uso deste alimento pela população brasileira, estimulando a exploração sustentável dos recursos vegetais. O aumento do consumo pode gerar fonte de renda para as comunidades extrativistas e, ao mesmo tempo, o interesse comercial para a industrialização destas matérias primas. O presente projeto está associado ao projeto de doutorado da discente do PGCAL Gabriela Polmann intitulado “Uma abordagem integrada para a valorização da castanha do gurguéia (Dipteryx lacunifera Ducke) e seus coprodutos: extração, perfil fitoquímico e avaliação da atividade antiproliferativa” vinculado ao projeto PrInt/CAPES intitulado “Sustentabilidade industrial: tratamento, aproveitamento e valorização de resíduos; tecnologias limpas; fontes renováveis de energia e uso da biodiversidade.
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<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239489</guid>
<dc:date>2022-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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