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<title>15 - Pará</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236654</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 20:12:56 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T20:12:56Z</dc:date>
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<title>RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE IMPLANTAÇÃO DOS CENTROS DE DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS EM POLÍTICAS DE ESPORTE E LAZER DA REDE CEDES CDPPEL da Rede CEDES do PARÁ</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236780</link>
<description>RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE IMPLANTAÇÃO DOS CENTROS DE DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS EM POLÍTICAS DE ESPORTE E LAZER DA REDE CEDES CDPPEL da Rede CEDES do PARÁ
Matos, Lucílias da Silva; Bahia, Mirleide Chaar; Parente, Joelma Alencar; Soares, Marta Genú; Dias, Douglas da Cunha; Zaira Valeska, Fonseca
Relatório nº1 do processo de implantação e desenvolvimento das pesquisas do CEDES-PARÁ.
Relatório nº 1 CEDES-PARÁ.
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<pubDate>Tue, 29 Aug 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção para Rede CEDES</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236779</link>
<description>Produção para Rede CEDES
GENÚ, Marta
Trata-se de um estudo sobre a acepção de corpo,&#13;
fenômeno estudo na perspectiva materialista e&#13;
fenomenológica. Objetiva identificar a relação&#13;
epistêmica entre os conceitos de corporeidade e&#13;
corporalidade ao estabelecer parâmetros que&#13;
relacionam esses conceitos pela ótica das teorias do&#13;
conhecimento do materialismo histórico dialético e da&#13;
fenomenologia. De abordagem etnográfica, na&#13;
metodologia utiliza instrumentos de coleta de dados aplicados com a observação do cotidiano, protocolo&#13;
sociobiológico e trata os dados por categorias de análise&#13;
que emergem do aporte teórico utilizado e da&#13;
observação do trabalho de estivadores e do culto ao&#13;
corpo de fisiculturistas. Conclui que as terminologias&#13;
corporeidade e corporalidade não são obstáculos&#13;
epistêmicos para a compreensão do fenômeno corpo na&#13;
relação com o trabalho.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção para Rede CEDES</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236777</link>
<description>Produção para Rede CEDES
GENÚ, Marta
Este estudo reflete sobre o território indígena e foram elaboradas cartas, como material didático e usa a cartografia como metodologia para elaboração das Cartas para a Aldeia, com a técnica exploratória e o desenho de imagens de práticas corporais e entrevistas com os idosos. A luta pelo território da Terra Indígena-TI Maró surgiu a partir do ano 2000, em que nós da Aldeia Novo Lugar tomamos consciência de nossas culturas e identidade indígena e iniciamos um intenso desafio sobre o território, por conta das invasões dos madeireiros nas proximidades de nosso território. Frente a essa problemática, perguntamos como ensinar sobre direito territorial na aula na Escola Indígena? Para responder a questão central, indagamos ainda: Como os indígenas Borarí reconhecem seu território por meio de práticas corporais? Como mobilizar a escola para ensinar a história da terra da Aldeia Novo Lugar? O material foi aplicado na Aldeia de Novo Lugar, localizada nas margens esquerda do Rio Maró, região do Rio Arapiúns na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental São Francisco na turma do 5º ano do ensino fundamental. Participaram dessa pesquisa cinco alunos sendo três meninos e duas meninas com uma faixa etária de 11 a 13 anos de idade.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção para Rede CEDES</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236778</link>
<description>Produção para Rede CEDES
GENÚ, Marta
Este estudo investiga novas acepções sobre o corpo na relação com o trabalho. Objetiva compreender as sensações dos sujeitos da estiva sobre o trabalho na feira do açaí do Ver-o-Peso na Cidade de Belém no Estado do Pará. São tratadas as categorias degradação e resistência, por meio de códigos de linguagem próprios, informados pelos sujeitos da investigação, em entrevista aberta, e observados in locus, e que articulam as sensações do e com o trabalho. Analisa, ao usar as categorias eleitas, o processo e o disciplinamento do trabalho nas falas dos sujeitos e nas observações registradas e fotografadas sobre a organização e desenvolvimento das atividades dos estivadores, e conclui que o corpo se indisciplina frente às sensações vividas pelo trabalho, que se apresenta de um lado, com características pré-capitalistas pela ausência de mecanização e modernização tecnológica, e por outro, com finalidade moderna, pelo fato do produto açaí ter um lugar privilegiado na atividade econômica da região e na atual evolução das exportações da fruticultura do Estado do Pará.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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