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<title>Departamento de Fonoaudiologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/224952</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 11:11:53 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T11:11:53Z</dc:date>
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<title>Criação de um conjunto de ruído babble em português brasileiro para ensaios de percepção de fala</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226578</link>
<description>Criação de um conjunto de ruído babble em português brasileiro para ensaios de percepção de fala
Rosseto, Isadora
Introdução: Testes de percepção de fala com ruído competitivo são muito utilizados para avaliar condições reais de escuta em indivíduos com perda auditiva, pois simulam de forma mais aproximada a situação de ambiente do cotidiano. Entre os diversos ruídos que podem mascarar um sinal de fala, considera-se o ruído do tipo babble o mais representativo de uma conversação, pois compreende aspectos como modulação e ritmo. No entanto, apesar de suas vantagens, ainda não foi existe uma gravação desse ruído no português brasileiro. Objetivo: Desenvolver um conjunto de ruídos do tipo babble no idioma português brasileiro e analisar a compreensão do mesmo em relação a variáveis sociodemográficas, número de falantes e tipo de texto. Metodologia: Estudo transversal e observacional. Aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas em Seres Humanos sob número de parecer 1.997.931. As gravações foram realizadas em câmara semi-anecóica utilizando microfones capacitivos de alta precisão e o gravador SQuadriga II, com taxa de amostragem de 48 kHz e resolução de 24 bits. Os microfones foram posicionados a 0,5m de distância dos sujeitos na linha de simetria da boca. Foram convidados para participar da gravação oito adultos, sendo quatro do sexo feminino e quatro do sexo masculino com faixa etária de 21 à 28 anos. Em virtude da pandemia do COVID-19, a gravação com o grupo de crianças foi adiada. Além disso, os participantes da pesquisa utilizaram máscaras cirúrgicas triplas descartáveis durante toda a gravação. Os participantes receberam diferentes textos para ler durante a gravação, contendo crônicas e diálogos. Foram realizadas inicialmente gravações com falantes do mesmo sexo e após com duplas mistas, em que os mesmos liam os textos solicitados. As manipulações dos arquivos de áudio foram feitas pelo software Audacity, criando babbles de quatro, oito e doze falantes, gerando um total de 18 áudios em formato .wav monocanal. Foram convidados 12 juízes para analisar os áudios em relação ao número de falantes, sexo e faixa etária dos falantes, bem como nível de compreensão de cada áudio. A avaliação foi enviada por mídia social  e foi disponibilizado um questionário na plataforma online QuestionPro. Foram realizadas análises descritivas dos resultados. Resultados: Onze juízes responderam o questionário enviado. Em relação ao sexo e faixa etária dos falantes, os juízes apresentaram 100% de acerto em todos os áudios com quatro falantes. Quanto ao número de falantes, os áudios com menores variações de resposta foram os de quatro homens e doze mulheres nas crônicas, e os de quatro falantes nos diálogos. Os arquivos com 12 falantes mistos e 12 homens foram apontados pela maioria dos juízes como os mais difíceis (12.40%). Já em relação ao tipo de texto, foi visto que em todos os áudios os níveis de compreensão foram maiores nos diálogos quando comparados às crônicas. Conclusão: Foi possível constatar na análise que com o aumento do número de falantes, houve  redução do nível de compreensão e diminuição dos acertos em relação ao sexo e faixa etária dos falantes. Conhecer a análise destas variáveis foi de suma importância para desenvolver um babble no português brasileiro que possibilite avaliar o reconhecimento de fala em situações de escuta difícil.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Fonoaudiologia.
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<pubDate>Sun, 01 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226578</guid>
<dc:date>2021-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Covid-19: Ineficiência da deglutição em pacientes internados em UTIs: Caracterização dos fatores prognósticos e preditivos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226507</link>
<description>Covid-19: Ineficiência da deglutição em pacientes internados em UTIs: Caracterização dos fatores prognósticos e preditivos
Pereira, Elora Bion
Introdução: Mediante a rápida disseminação do SARS-CoV-2, especialmente em pacientes idosos, é imperativo que se desenvolvam estratégias para o combate à doença e suas sequelas. A condição clínica agravada do paciente com COVID-19, comumente, exige a internação em unidades de terapia intensiva. A pandemia de coronavírus COVID-19 aumentou o número de pacientes que necessitam de traqueostomia; intubação orotraqueal e ventilação mecânica prolongada. Esses procedimentos médicos visam estabelecer o controle definitivo da via aérea, sendo comuns nas unidades de terapia intensiva, e podem ocasionar danos, supra e infra glóticos, que implicam no comprometimento da deglutição dos pacientes. Assim, as desordens de deglutição, também conhecidas como disfagia, são previstas em grande parte dos indivíduos com COVID-19. Para os pacientes com disfagia é indicada a reabilitação da deglutição e uso de via alternativa de alimentação, a fim de se evitar complicações de saúde como pneumonia aspirativa, desnutrição e desidratação.  O diagnóstico fonoaudiológico auxilia na indicação da via alternativa de alimentação e o tempo de uso pode ser prolongado de acordo com a gravidade da disfagia. Método: Foi realizada uma  revisão sistemática foi conduzida conforme as recomendações PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses) (Moher et al., 2015), que inclui o período de 2020 a 2021, considerando a pandemia apela Covid 19. As bases de dados eletrônicas MEDLINE (Pubmed), LILACS, SCIELO, SCOPUS, WEB OF SCIENCE e BIREME foram utulizadas e a pesquisa não teve restrição de idioma, período e localização. Resultados: Foram identificados XXX artigos com potencial para inclusão, sendo que três corresponderam aos critérios de inclusão definidos e à pergunta norteadora. Pacientes com COVID-19 internados na UTI podem apresentar episódios de aspiração silenciosa, resíduo após deglutição em valécula e hipofaringe, comprometimento do movimento das cordas vocais, edema na região de aritenóide, sendo portanto necessário modificações de consistência, uso de via alternativa de alimentação e terapia fonoaudiológica durante a internação.&#13;
 Conclusão: As complicações ocasionadas pela COVID-19 ainda são pouco conhecidas devido a atualidade do tema e, consequentemente, a escassez de estudos relacionados. Entretanto,  pesquisas desenvolvidas já demonstram a relação entre a disfagia e a COVID em decorrência dos problemas respiratórios recorrentes nesta doença.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica -&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Padão de contração voluntária máxima em pacientes com DTM antes e após terapia fonoaudiológica com e sem uso da bandagem elástica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226153</link>
<description>Padão de contração voluntária máxima em pacientes com DTM antes e após terapia fonoaudiológica com e sem uso da bandagem elástica
Nunes, Maria Eduarda Gomes
OBJETIVO: Verificar se há diferença nos valores eletromiográficos da contração voluntária máxima (CVM) em pacientes com DTM antes e após intervenção fonoaudiológica com e sem a utilização de bandagem elástica terapêutica. MÉTODO: pesquisa desenvolvida como exigencia parcial da bolsa PIBIC, a coleta contou com 17 voluntárias do sexo feminino, com idade entre 18 e 40 anos, com diagnóstico de DTM muscular ou mista. As pacientes foram divididas entre dois grupos classificados como pacientes com bandagem junto à terapia tradicional (GB) e grupo de terapia tradicional (GS). As voluntárias inicialmente foram avaliadas pela eletromiografia de superfície na situação de contração voluntária máxima e após quatro semanas de intervenção, foi realizada nova avaliação com o mesmo instrumento. RESULTADOS: No grupo GB, os músculos masseter e temporal do lado esquerdo apresentaram uma diminuição com diferença estatística do padrão de CVM, enquanto o grupo GS não apresentou valores estatísticos significativos porém os de valores eletromiográficos aumentaram após intervenção. CONCLUSÃO: A realização dos exercícios miofuncionais associados ou não a bandagem elástica trouxeram diminuição nos valores de CVM, podendo ser consequência de um relaxamento muscular pós terapêutico.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. PIBIC. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Fonoaudiologia
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<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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