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<title>Curitibanos - Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas (ABF)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209535</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 16:45:00 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T16:45:00Z</dc:date>
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<title>Unidades de Referência em Manejo Agroflorestal na região do Planalto Serrano Catarinense</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212502</link>
<description>Unidades de Referência em Manejo Agroflorestal na região do Planalto Serrano Catarinense
Havrelhuk, Juliano Junior
Entre as características da agroecologia figuram o resgate da agrobiodiversidade e a diversificação produtiva. Nesse sentido, é fundamental a valorização das experiências locais de uso e de conservação dos recursos genéticos vegetais, principalmente àquelas que envolvam o manejo de espécies nativas, como é o caso da goiabeira-serrana (Feijoa sellowiana). A espécie tem sido cultivada por pequenos agricultores na região serrana catarinense, sugerindo que existe potencial para desenvolvimento dessa cultura. Alguns produtores a cultivam em um sistema mais próximo do agroecológico, em sistemas diversificados a exemplo dos Sistemas Agroflorestais, e utilizando insumos provenientes da propriedade, como fertilizantes orgânicos. Porém, esses agricultores ainda carecem de orientações para a substituição de agroquímicos para controle de algumas doenças, pragas e plantas invasoras. Com relação às principais pragas associadas à espécie destacam-se as moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae), que podem infestar até 100% dos frutos em pomares sem um controle adequado. Uma estratégia fundamental para o manejo das moscas-das-frutas é o monitoramento com base em iscas. Logo, faz-se necessário o aprofundamento de práticas de manejo agroecológico no que se refere ao monitoramento e captura massal desses insetos, de maneira a garantir a produtividade das plantas e a resiliência do sistema de produção, em especial em sistemas agroflorestais. Nesse contexto, esse estudo objetivou monitorar a presença de moscas-das-frutas em frutos de Feijoa sellowiana produzidos sob diferentes condições de produção em sistema agroecológico, sendo um sistema agroflorestal e um mono específico. Foram realizadas avaliações em 30 plantas de goiabeira serrana, sendo 15 em cada área. Essas avaliações compreenderam o monitoramento de adultos e o monitoramento larval das moscas das frutas, além da avaliação do porte e índice de produtividade das plantas. No pomar de goiaba-serrana presente na fazenda experimental, sistema mono específico, houve uma maior abundância de mosca-das-frutas quando comparado para a área de Sistema Agroflorestal (SAF). Sugere-se que esse resultado pode estar relacionado a um maior número de inimigos naturais no SAF devido a sua composição biodiversa. Adicionalmente material didático sobre captura massal de mosca-das-frutas foi elaborado para disponibilização aos agricultores.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais. Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas.
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<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Influência de espécies arbóreas na diversidade de grupos de fauna de solo em sistemas agroflorestais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212116</link>
<description>Influência de espécies arbóreas na diversidade de grupos de fauna de solo em sistemas agroflorestais
Laurindo, Lídia Klestadt
Algumas práticas agrícolas podem auxiliar na recuperação da produtividade e qualidade do ambiente desequilibrado e, além disso, a biota do solo possui papel fundamental quando a questão é recuperação de áreas degradadas. Realizou-se um estudo para avaliar a comunidade de fungos micorrízicos e nematoides sob influência de três espécies arbóreas [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze, Ilex paraguariensis A.St.-Hil  e Mimosa scabrella Benth] presentes em um Sistema Agroflorestal (SAF) sul brasileiro, voltado para a recuperação de áreas degradadas. Levou-se em consideração a influência de duas espécies de gramíneas (Avena sativa L. e Lolium multiflorum Lam) e, além disso, duas áreas controle foram também avaliadas (ecossistema natural e área em regeneração). Para tanto, utilizou-se um esquema fatorial 3 x 2 com delineamento de blocos casualizados (3 blocos com 6 repetições). Para a extração de esporos e nematoides utilizou-se o método de peneiramento úmido seguido de centrifugação com gradiente de sacarose. As ordens Glomerales e Plectida foram as mais abundantes nas zonas radiculares estudadas. Não foram observadas diferenças significativas quanto aos índices ecológicos, porém, os maiores valores de dominância de Simpson e diversidade de Shannon foram observados na zona radicular de M. scabrella. As ordens Siphonaptera, Pseudoscorpiones e as larvas foram exclusivas da A. angustifolia, e Symphyla da M. scabrella. Conclui-se que é necessário maior tempo de regeneração para o SAF avaliado apresentar as características ideias para a comunidade micorrízica, porém, a presença da espécie M. scabrella se mostrou importante para a comunidade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais. Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas.
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<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Propriedades óticas de folhas de feijão (Phaseolus vulgaris L.) em função de diferentes níveis de herbivoria</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211962</link>
<description>Propriedades óticas de folhas de feijão (Phaseolus vulgaris L.) em função de diferentes níveis de herbivoria
Paulitzki, Hermes Roberto
Técnicas de sensoriamento remoto permitem obter informações sobre o dossel dos cultivos, com aplicações na entomologia e fitopatologia de forma rápida e mais barata. Técnicas inovadoras de sensoriamento remoto são não destrutivas e podem indicar a saúde das plantas, de um modo eficiente. Nesse contexto, como as lesões causadas por insetos desencadeiam respostas fisiológicas das plantas, passíveis de detecção por sensores remotos devido as alterações na quantidade de energia luminosa absorvida. Assim, este trabalho teve como objetivo identificar alterações na reflectância foliar em diferentes níveis de herbivoria em plantas de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L). Foram cultivados 20 vasos de feijão em datas distintas, nomeadas de fase I e II.  Dentre as 20 plantas em 4 tratamentos onde tratamento n°1 sofreu 0% de desfolha, já o n°2 de 17%, n°3 de 33%, n°4 de 66% de desfolha. A desfolha foi realizada de forma artificial e os cortes foram feitos em todos os trifólios existentes em cada planta. No final do ciclo foi avaliado a produção dos tratamentos. Devido a pandemia gerada pelo Corona Vírus as leituras da fase II do experimento não foram realizadas, porém foram realizadas as desfolhas e no final do ciclo avaliou-se a produção. Após as análises, foi possível verificar que as plantas do tratamento n°1 não apresentaram variação na faixa do infravermelho no decorrer das horas após desfolha. Por outro lado, os tratamentos que sofreram algum tipo de desfolha diminuíram sua reflectância na faixa do infravermelho e essa diminuição foi mais perceptível 6 horas após a herbivoria artificial. No tratamento n°4 identificamos que a reflectância também diminuiu na faixa do visível. Já no quesito produção os tratamentos não apresentaram diferenças estatísticas significativas entre si. Ressalta-se a importância de se realizar manejo integrado de pragas. Além existir a possibilidade de realizar o controle de pragas de forma localizada através de tecnologias de sensoriamento remoto.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais.
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Propriedades físicas e químicas de um cambissolo sob diferentes sistemas de manejo de solo e plantas de cobertura no planalto catarinense.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211926</link>
<description>Propriedades físicas e químicas de um cambissolo sob diferentes sistemas de manejo de solo e plantas de cobertura no planalto catarinense.
Espig, Denner Cristopher
Práticas de manejo que preconizam a constante cobertura do solo sem alterar as propriedades físicas são importantes para o adequado desenvolvimento das plantas. Este estudo teve como objetivo avaliadas os efeitos de três espécies de plantas de cobertura de inverno e três sistemas de manejo nas características físicas e químicas do solo. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Agropecuária da Universidade Federal de Santa Catarina, campus Curitibanos. O experimento foi implantado em um Cambissolo Háplico e vem sendo conduzido desde 2013 no mesmo sistema. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso com parcelas subdivididas, com quatro repetições. Os tratamentos foram sistemas de manejo do solo nas parcelas principais (12 m de comprimento x 4 m de largura), sendo: plantio convencional (PC), plantio direto (PD) e cultivo mínimo (CM). Já nas subparcelas foram avaliadas diferentes plantas de cobertura de inverno, sendo: aveia preta (Avena strigosa Schreb), ervilhaca comum (Vicia sativa L.) e nabo forrageiro (Raphanus sativus L.). Foram avaliados a produtividade das plantas de cobertura de inverno através da avaliação da matéria seca, a produtividade do milho e os parâmetros produtivos do milho. Além disso foi avaliado os parâmetros físicos do solo como densidade do solo, porosidade total, macro e microporosidade, nas camadas de 0-5, 5-10, 10-15, 15-20, 20-25 e 25-30 cm. A ervilhaca comum produziu alta quantidade de matéria seca e teve e também aumentou a produtividade do milho. O manejo do solo não apresentou diferenças tanto na produtividade como nos parâmetros físicos do solo. A ervilhaca é uma excelente alternativa de cobertura do solo, elevando a produtividade de milho sem afetar a qualidade física do solo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais. Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas.
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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