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<title>Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127816</link>
<description>Comunidade Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)</description>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:02:18 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-22T13:02:18Z</dc:date>
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<title>AUTO-ARQUIVAMENTO E ACESSO ABERTO: DEVERES E DIREITOS DIGITAIS NA SOCIEDADE DE REDE</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127853</link>
<description>AUTO-ARQUIVAMENTO E ACESSO ABERTO: DEVERES E DIREITOS DIGITAIS NA SOCIEDADE DE REDE
FERRARI, Rodrigo; PIRES, Giovani De Lorenzi
Este artigo é o produto de uma investigação sobre o auto-arquivamento em repositórios digitais como uma relação de direitos e deveres no contexto da sociedade em rede e do acesso aberto. Partimos de um estudo de caso sobre a percepção de pesquisadores brasileiros sobre os usos e propósitos do Repositório Institucional da Rede CEDES (RIRC). Isto criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos pesquisadores da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial em acesso aberto. Realizamos dez entrevistas com os pesquisadores da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Nesse texto, apresentamos uma discussão sobre o auto- arquivamento no RIRC a partir de três conceitos principais: distribuição coletiva; inteligência coletiva, cultura participativa. Como resultado desta pesquisa, observamos que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso.
Artifgo publicado na Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação - RDBCI.
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<pubDate>Thu, 13 Mar 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127853</guid>
<dc:date>2014-03-13T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127852</link>
<description>Cultura colaborativa e gestão do conhecimento em esporte e lazer
FERRARI, Rodrigo; PIRES, Giovani
A partir da experiência de desenvolvimento e administração do RIRC, um projeto realizado pelo LaboMídia/UFSC com o apoio da Rede CEDES/Ministério do Esporte, delimitamos o uso desse repositório digital como objeto de pesquisa de uma dissertação de mestrado. Dessa forma, organizamos esse trabalho com base nas discussões teóricas que envolvem a gestão da informação e do conhecimento no âmbito do esporte e lazer brasileiro, sobretudo, pelos princípios do movimento mundial a favor da promoção do acesso aberto à informação e conhecimento científico. Nesse contexto, investigamos como o RIRC era percebido pelos gestores e pesquisadores da Rede CEDES, durante os anos de 2010 e 2011. A delimitação deste problema de pesquisa criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos integrantes da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial. Sendo assim, descrevemos, analisamos e refletimos sobre a percepção dos integrantes da Rede CEDES em relação ao RIRC, no escopo da gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer. Realizamos treze entrevistas com os integrantes da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Por conta dessa estrutura, esta pesquisa se caracterizou como um estudo de caso qualitativo, entendimento que nos orientou durante a coleta, análise, discussão e interpretação dos dados. Após a construção dos caminhos teóricos e metodológicos definimos quatro eixos de discussão dos dados: a) Contexto sócio-histórico de construção da Rede CEDES; b) O processo de desenvolvimento do RIRC; c) O RIRC como política pública; e d) O RIRC no contexto da cultura participativa. O diálogo entre esses eixos e o referencial teórico fundamenta a apresentação dos achados desta pesquisa, dos quais destacamos inicialmente que o RIRC é percebido pelos integrantes da Rede CEDES entrevistados como uma iniciativa relevante no âmbito das políticas públicas em esporte e lazer no Brasil. Todavia, menos de 20% do potencial do sistema foi utilizado pelos integrantes da Rede CEDES no período em que realizamos essa investigação. Isso indica que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso. Entre outras reflexões, consideramos que o RIRC se configura como uma ferramenta que demonstra algumas necessidades relativas às possibilidades de mudanças culturais dos integrantes da Rede CEDES, no que se refere à produção e veiculação das informações e conhecimentos da rede, para que a proposta se efetive. Isso depende, principalmente, do Ministério do Esporte considerar a inclusão da gestão das informações e dos conhecimentos de interesse público em acesso aberto, como prioridade da política ministerial no campo do esporte. Com base na literatura científica e nos dados dessa pesquisa, compreendemos que a definição e o cumprimento de um mandado que garanta o autoarquivamento no RIRC pelos pesquisadores da Rede CEDES poderia ser um primeiro passo. Todavia, o RIRC é uma proposta isolada na estrutura do ME e não foi desenvolvido para atender todas as demandas desse ministério. Esse fato subsidia nossa compreensão de que não podemos pensar na materialização de uma proposta de gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer, como política pública do ME, enquanto o RIRC for a única ação concreta com esse propósito no ministério.
Artigo produzido a partir de dissertação de mestrado do PPGEF/UFSC, tendo o repositório digital da Rede CEDES como objeto
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<pubDate>Sat, 01 Jun 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2013-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>GESTÃO DA INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO EM ESPORTE E LAZER:  o caso do Repositório Institucional da Rede CEDES (RIRC)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127848</link>
<description>GESTÃO DA INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO EM ESPORTE E LAZER:  o caso do Repositório Institucional da Rede CEDES (RIRC)
FERRARI, Rodrigo
A partir da experiência de desenvolvimento e administração do RIRC, um projeto realizado pelo LaboMídia/UFSC com o apoio da Rede CEDES/Ministério do Esporte, delimitamos o uso desse repositório digital como objeto de pesquisa desta dissertação de mestrado. Dessa forma, organizamos esse trabalho com base nas discussões teóricas que envolvem a gestão da informação e do conhecimento no âmbito do esporte e lazer brasileiro, sobretudo, pelos princípios do movimento mundial a favor da promoção do acesso aberto à informação e conhecimento científico. Nesse contexto, investigamos como o RIRC era percebido pelos gestores e pesquisadores da Rede CEDES, durante os de anos de 2011 e 2012. A delimitação deste problema de pesquisa criou condições para observar e refletir sobre o compromisso social e político dos integrantes da Rede CEDES em organizar e disponibilizar as produções dessa ação ministerial. Sendo assim, descrevemos, analisamos e refletimos sobre a percepção dos integrantes da Rede CEDES em relação ao RIRC, no escopo da gestão da informação e do conhecimento em esporte e lazer. Realizamos treze entrevistas com os integrantes da Rede CEDES no período de 19/11/2010 até 14/09/2011 e utilizamos algumas estatísticas do RIRC e da própria rede como dados. Por conta dessa estrutura, esta pesquisa se caracterizou como um estudo de caso qualitativo, entendimento que nos orientou durante a coleta, análise, discussão e interpretação dos dados. Após a construção dos caminhos teóricos e metodológicos definimos quatro eixos de discussão dos dados: a) Contexto sócio-histórico de construção da Rede CEDES; b) O processo de desenvolvimento do RIRC; c) O RIRC como política pública; e d) O RIRC no contexto da cultura participativa. O diálogo entre esses eixos e o referencial teórico fundamentam a apresentação dos achados desta pesquisa, dos quais destacamos inicialmente que o RIRC é percebido pelos integrantes da Rede CEDES entrevistados como uma iniciativa relevante no âmbito das políticas públicas em esporte e lazer no Brasil. Todavia, menos de 20% do potencial do sistema foi utilizado pelos integrantes da Rede CEDES no período em que realizamos essa investigação. Isso indica que há contradições entre um discurso pautado pelas qualidades ideais dos repositórios digitais e do acesso aberto em contraste com a prática efetiva que deveria materializar esse discurso. Entre outras reflexões, consideramos que o RIRC se configura como uma ferramenta que demonstra algumas necessidades relativas às possibilidades de mudanças culturais dos integrantes da Rede CEDES, no que se refere à produção e veiculação das informações e conhecimentos da rede, para que a proposta se efetive a contento. Isso depende, principalmente, do Ministério do Esporte considerar a inclusão da gestão das informações e dos conhecimentos de interesse público em acesso aberto, como prioridade da política ministerial no campo do esporte. Com base na literatura científica e nos dados dessa pesquisa, compreendemos que a definição e o cumprimento de um mandado que garanta o auto-arquivamento no RIRC pelos pesquisadores da Rede CEDES poderia ser um primeiro passo. Todavia, o RIRC é uma proposta isolada na estrutura do ME e não foi desenvolvido para atender todas as demandas desse ministério. Esse fato subsidia nossa compreensão de que não podemos pensar na materialização de uma proposta de gestão da informação e do conhecimento em esporte, como política pública do ME, enquanto o RIRC for a única ação concreta com esse propósito no ministério.   Palavras-chave: Esporte e lazer, Gestão da informação e do conhecimento, Acesso aberto, RIRC, Auto-arquivamento.
Dissertação mestrado
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<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127848</guid>
<dc:date>2012-04-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>JOGOS OLÍMPICOS E TELEVISÕES ABERTAS: QUEM SERÁ “MAIS BRASIL” EM LONDRES/2012 ?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/127859</link>
<description>JOGOS OLÍMPICOS E TELEVISÕES ABERTAS: QUEM SERÁ “MAIS BRASIL” EM LONDRES/2012 ?
PIRES, Giovani de Lorenzi
Tão logo os Jogos Panamericanos de Guadalajara/2011 foram encerrados, o vice-presidente artístico e de programação da Record, Honorilton Gonçalves, concedeu entrevista ao portal UOL e acrescentou mais um agravo ao debate público que aquela rede de televisão estabeleceu com a Globo, desde que obteve os direitos de imagem/televisionamento do Pan/2011 para todo o Brasil. Contraditoriamente ao procedimento comercial (legal!) da sua emissora, que adquiriu a exclusividade da transmissão do Pan e, com isso, impediu, por contrato, que as demais redes pudessem até mesmo gerar imagens de flagrantes jornalísticos nas arenas, piscinas e demais os espaços de disputas esportivas, inclusive a Vila Olímpica, Gonçalves “acusa” a Globo de ter escondido, mais que o Pan, o próprio Brasil, dos torcedores brasileiros!
Projeto Rede Cedes 2011
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<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2012-03-13T00:00:00Z</dc:date>
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