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<title>Departamento de Educação Física</title>
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<dc:date>2026-10-17T06:35:43Z</dc:date>
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<title>Componentes do tempo de tela e sua relação com a duração do sono entre adolescentes</title>
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<description>Componentes do tempo de tela e sua relação com a duração do sono entre adolescentes
Pedroso, Amanda Corrêa
Na adolescência, o uso de telas constituiu um comportamento sedentário relevante e esteve &#13;
relacionado à duração do sono. Este estudo investigou a associação do tempo de tela destinado a &#13;
estudos, vídeos, jogos e redes sociais com a duração do sono e com o atendimento às &#13;
recomendações de sono entre adolescentes. Tratou-se de um estudo quantitativo e transversal, &#13;
integrado ao projeto ELEVA. Participaram 1.434 estudantes de cursos de ensino médio integrado &#13;
ao ensino técnico profissionalizante de três campi do Instituto Federal de Santa Catarina. A &#13;
duração do sono, os componentes do tempo de tela e as covariáveis sociodemográficas foram &#13;
obtidos por questionário on-line. As associações foram estimadas por regressões lineares e &#13;
logísticas ajustadas por sexo, idade, nível socioeconômico e escolaridade do chefe da família. A &#13;
duração média do sono foi de 8,0 horas por dia, e 52,5% dos participantes não atenderam à &#13;
recomendação de sono. O maior tempo médio de tela ocorreu nas redes sociais. Cada hora &#13;
adicional de uso de redes sociais associou-se à redução de 0,07 hora na duração do sono e a chances &#13;
8% maiores de não atendimento à recomendação. O tempo destinado a vídeos apresentou &#13;
associação positiva de pequena magnitude com a duração do sono. Para estudos e jogos, não foram &#13;
observadas associações estatisticamente significativas. Os resultados indicaram padrões distintos &#13;
entre os componentes do tempo de tela e reforçaram a importância de sua análise separada nas &#13;
investigações sobre o sono na adolescência.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2026-09-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A INFLUÊNCIA DA ESPECIFICIDADE DO EXERCÍCIO NA RESERVA DE EXTRAÇÃO DE O2 MUSCULAR EM REMADORES</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276573</link>
<description>A INFLUÊNCIA DA ESPECIFICIDADE DO EXERCÍCIO NA RESERVA DE EXTRAÇÃO DE O2 MUSCULAR EM REMADORES
Goes, Bruno Cesar
Durante meu período no PIBIC, participei de uma pesquisa na área de Fisiologia do Exercício, que buscou analisar como diferentes tipos de exercício influenciam a extração de oxigênio pela musculatura de remadores. Foram realizados testes no remoergômetro, cicloergômetro e ergômetro de braços, utilizando a técnica NIRS para avaliar a oxigenação muscular.&#13;
&#13;
Ao longo do projeto, tive contato com procedimentos de avaliação fisiológica, organização e realização dos testes, utilização de equipamentos e análise dos dados. Os resultados mostraram diferenças nas respostas fisiológicas de acordo com o tipo de exercício e a musculatura envolvida.&#13;
&#13;
A participação no PIBIC foi uma experiência importante para minha formação, pois me permitiu conhecer melhor o processo de pesquisa científica e relacionar os conhecimentos da graduação em Educação Física com a prática dentro de um laboratório de pesquisa.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mulheres Atletas Olímpicas de Santa Catarina no Instagram: Subjetividades sobre os Jogos Olímpicos de 2016 e 2024</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276522</link>
<description>Mulheres Atletas Olímpicas de Santa Catarina no Instagram: Subjetividades sobre os Jogos Olímpicos de 2016 e 2024
Arruda, Uriê de Almeida
Este estudo analisou as formas de autorrepresentação de atletas olímpicas nascidas em Santa Catarina no Instagram, considerando as edições dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Paris 2024, com foco nas relações entre gênero e esporte de alto rendimento. A pesquisa, de abordagem qualitativa com elementos quantitativos, analisou 527 imagens estáticas publicadas nos feeds de Instagram das atletas selecionadas, utilizando análise iconográfica e análise de conteúdo temática. O protocolo de análise foi construído a partir do referencial teórico e contemplou categorias relacionadas à performatividade da apresentação (feminilidade, androginia e masculinidade) e à sua relação com as normas de gênero (conformidade, negociação e subversão). No corpus analisado, observou-se maior volume de autorrepresentações em 2024 em comparação a 2016, bem como diferenças expressivas entre as modalidades esportivas. Enquanto Ginástica Rítmica, Voleibol de Quadra e Surf apresentaram predominância de representações classificadas como conformes à feminilidade normativa, Rugby e Skate concentraram representações andróginas e masculinas, classificadas como subversivas em relação à norma de feminilidade conforme considerado por Butler e Foucault. Triathlon e Handebol apresentaram maior presença de negociações entre marcadores de feminilidade e aqueles historicamente associados à masculinidade no esporte. Curiosamente, o único momento em que uma identidade de gênero foi diretamente vinculada à imagem de uma das atletas, partiu de uma terceira pessoa vinculada às grandes mídias, não tendo nenhuma ocorrência de auto identificação de gênero no corpus analisado. &#13;
Os resultados indicam que as autorrepresentações das atletas não se organizam de maneira homogênea, mas articulam diferentes possibilidades de apresentação em relação às normas de gênero que atravessam o campo esportivo. O Instagram constitui, nesse sentido, um espaço de visibilidade e produção de subjetividades no qual tais normas podem ser reiteradas, negociadas ou deslocadas.&#13;
Esta análise se limita às atletas de Santa Catarina. Uma agenda futura poderia envolver expandir o protocolo para a totalidade da delegação brasileira ou comparar diferentes regiões do país. Ainda, uma possibilidade seria realizar um estudo longitudinal focado no acompanhamento contínuo dos mesmos perfis ao longo de múltiplos ciclos olímpicos. Além disso, embora o protocolo do grupo de pesquisa preveja a gravação de vídeos/Reels via OBS Studio e a captura de Stories, o recorte analisado codificou estritamente 527 imagens estáticas do feed. Pesquisas futuras podem aplicar o protocolo de análise iconográfica e temática aos formatos dinâmicos e temporários de mídia.
Linguagens, interculturalidade e identidades
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<dc:date>2026-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fatores associados à aderência ao protocolo de uso de 24 horas de acelerômetro e GPS em pessoas idosas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276399</link>
<description>Fatores associados à aderência ao protocolo de uso de 24 horas de acelerômetro e GPS em pessoas idosas
Bruno, Júlio César
A adesão aos protocolos de utilização de acelerômetros (ACC) e dispositivos de Global Positioning System (GPS) por pessoas idosas é essencial para assegurar a qualidade e a precisão das medidas relacionadas à atividade física, comportamento sedentário, sono e padrões de deslocamento. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar os fatores associados à aderência ao protocolo de uso contínuo, por 24 horas, de ACC e GPS em indivíduos idosos. Trata-se de um estudo transversal vinculado ao projeto EpiMove, composto por dados de 520 participantes com 60 anos ou mais, residentes em Florianópolis, Santa Catarina, que utilizaram ACC e GPS durante sete dias consecutivos no ano de 2024. Os participantes foram selecionados a partir da Coorte EpiFloripa Idoso, integrada por pessoas idosas avaliadas nos anos de 2009, 2013, 2019 e 2024. Inicialmente, os participantes receberam visita domiciliar para aplicação de um questionário contendo informações sociodemográficas e de saúde. Posteriormente, foi agendada a entrega dos dispositivos (ACC e GPS), os quais foram utilizados durante sete dias consecutivos. Ao término do período de monitoramento, os equipamentos foram recolhidos e os participantes responderam a um questionário voltado à identificação de fatores que possam ter dificultado a adesão ao uso dos dispositivos. Considerou-se cumprimento adequado do protocolo quando o participante utilizou os equipamentos e apresentou quantidade suficiente de dias válidos para análise. A descrição da adesão ao protocolo foi realizada por meio de estatística descritiva, enquanto a associação entre variáveis sociodemográficas e aderência foi utilizado o teste do qui-quadrado de Pearson. Os resultados foram apresentados por meio de proporções em linha e coluna, permitindo observar a distribuição da aderência ao protocolo segundo as categorias das variáveis investigadas.As análises foram conduzidas no programa STATA 14.0, adotando-se nível de significância de 5%. A adesão ao protocolo foi maior para o ACC do que para o GPS. Houve associação significativa entre a adesão ao ACC e as variáveis faixa etária e sintomas depressivos; as demais variáveis, incluindo walkability combinada à renda (p = 0,401), não apresentaram associação significativa. Para o GPS, nenhuma característica sociodemográfica ou de saúde investigada, incluindo walkability e renda (p = 0,505), associou-se à adesão. Os resultados demonstram a viabilidade do uso de ACC e GPS em pessoas idosas e podem contribuir para o aprimoramento dos protocolos de coleta de dados em pesquisas epidemiológicas.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2026-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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