<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274438">
<title>Araranguá - Departamento de Fisioterapia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274438</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276491"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276482"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275859"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275574"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-10-17T07:03:02Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276491">
<title>Associação entre qualidade do sono e testes de desempenho funcional em idosos comunitários</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276491</link>
<description>Associação entre qualidade do sono e testes de desempenho funcional em idosos comunitários
Emanuelle, Abatti
Alterações no sono são frequentes em pessoas idosas e podem estar associadas a desfechos adversos à saúde. O horário habitual de adormecer ainda é pouco explorado em estudos populacionais. Objetivo: Examinar fatores sociodemográficos, de saúde e comportamentais associados à duração do sono e ao horário habitual de adormecer em pessoas idosas brasileiras. Métodos: Estudo transversal com 7.361 participantes com 60 anos ou mais da 3ª onda do ELSI-Brasil (2023-2024). A duração do sono foi classificada em ideal (≥7 e &lt;9 horas/noite), curta (&lt;7 horas) e longa (≥9 horas). O horário de adormecer foi classificado em precoce (&lt;21h), intermediário (≥21h e ≤23h) e tardio (&gt;23h). As associações foram avaliadas por regressão logística multinomial. Resultados: Sono curto e longo foram observados em 24,3% e 4,0% dos participantes, respectivamente. Horário de adormecer precoce e tardio foram observados em 15,2% e 26,9%. O sono curto associou-se a sexo feminino, idade de 70-79 anos, menor renda, trabalho remunerado, sintomas depressivos, uso de medicamentos para dormir e pior autopercepção de saúde. O sono longo associou-se à idade ≥80 anos, ausência de companheiro, sintomas depressivos e maior comportamento sedentário. O horário precoce associou-se à idade avançada, menor escolaridade e renda, comprometimento cognitivo e consumo inadequado de frutas e vegetais. O horário tardio associou-se ao sexo feminino, residência urbana, trabalho remunerado, sobrepeso e histórico de tabagismo. Conclusão: A duração do sono e o horário habitual de adormecer estiveram associados a fatores sociodemográficos, de saúde e comportamentais, reforçando a importância de uma abordagem multidimensional do sono no envelhecimento.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</description>
<dc:date>2026-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276482">
<title>A interação dos receptores adenosinérgicos, dopaminérgicos e canabinoides no desenvolvimento da fadiga central</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276482</link>
<description>A interação dos receptores adenosinérgicos, dopaminérgicos e canabinoides no desenvolvimento da fadiga central
de Almeida Ramos, Sávio
A fadiga central está relacionada a alterações na atividade do sistema nervoso central que podem limitar o desempenho físico durante o exercício. Embora diversos mecanismos neuroquímicos estejam envolvidos na regulação da resposta ao exercício e à fadiga, a participação integrada dos sistemas adenosinérgico, dopaminérgico e endocanabinoide ainda necessita de maior esclarecimento. Nesse contexto, o sistema endocanabinoide apresenta importante participação na modulação de processos relacionados ao exercício, porém o papel dos receptores canabinoides, especialmente o CB1, na regulação central da fadiga permanece parcialmente elucidado. O presente estudo tem como objetivo investigar a interação dos sistemas adenosinérgico, dopaminérgico e endocanabinoide na plasticidade da fadiga central. Como etapa inicial, avaliou-se a contribuição central do sistema endocanabinoide para o desenvolvimento da fadiga por meio da administração intracerebroventricular do antagonista dos receptores canabinoides AM251 e da avaliação do desempenho físico em teste incremental máximo em esteira. Foram utilizados 24 camundongos Swiss, fêmeas, com 8–10 semanas e 25–45 g, distribuídos em dois grupos experimentais. Os animais foram submetidos à cirurgia estereotáxica para implantação de cânulas nos ventrículos cerebrais, seguida de sete dias de recuperação, três dias de handling e habituação e 24 horas de descanso. Posteriormente, foi administrado AM251 por via intracerebroventricular, seguido da avaliação do desempenho físico em esteira. Ao final, foram realizadas coleta de sangue, eutanásia e coleta cerebral, com análise histológica para confirmação do posicionamento das cânulas. Também foram avaliadas força de preensão e atividade locomotora em campo aberto. Os resultados preliminares demonstraram que a administração central de AM251 alterou o desempenho físico, promovendo aumento da capacidade aeróbica máxima e da eficiência aeróbica durante o exercício. Observou-se ainda interação entre tempo e grupo para a variável potência, indicando respostas distintas entre os animais tratados e controles. Não foram observadas diferenças na massa corporal. Esses achados sugerem que o bloqueio dos receptores canabinoides em nível central modula a resposta ao exercício e participa dos mecanismos relacionados à fadiga central. As avaliações de força muscular e atividade locomotora ainda serão utilizadas para determinar a especificidade desses efeitos. Os próximos experimentos investigarão a interação entre os sistemas endocanabinoide, adenosinérgico e dopaminérgico, contribuindo para a compreensão dos mecanismos neurobiológicos envolvidos na fadiga central e na regulação do desempenho físico.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</description>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275859">
<title>Efeitos da posição corporal sobre a função diafragmática em indivíduos com Doença de Parkinson</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275859</link>
<description>Efeitos da posição corporal sobre a função diafragmática em indivíduos com Doença de Parkinson
Moraes, Katieli Piazzoli de
Introdução: A doença de Parkinson (DP) é uma condição neurodegenerativa crônica e progressiva. Entre suas manifestações não motoras, destacam-se as alterações respiratórias, que podem estar relacionadas ao comprometimento da função dos músculos respiratórios. O diafragma é o principal músculo da inspiração cuja ação pode ser otimizada pelo posicionamento corporal, recurso frequentemente utilizado na prática fisioterapêutica para favorecer a mecânica respiratória. Entretanto, a influência de diferentes posições corporais sobre a função diafragmática em indivíduos com DP ainda é pouco conhecida. Objetivos: Comparar variáveis relacionadas à função diafragmática entre as posições supino e sentada e em pessoas com DP. Métodos: Trata-se de estudo observacional, de delineamento transversal. As avaliações foram conduzidas em dois momentos distintos, respeitando um intervalo mínimo de 48 horas e máximo de 14 dias entre elas. Na primeira etapa (dia I), após a leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, foram realizadas a anamnese e aplicação do Montreal Cognitive Assessment, escala de estadiamento de Hoehn e Yahr (HY), escala de Barthel e International Physical Activity Questionnaire (IPAQ). Adicionalmente, foram aferidas a estatura e a massa corporal dos participantes. Na segunda etapa (dia II), foram examinadas a mobilidade do diafragma (cm), a espessura (mm), a fração de espessura (%) e a taxa de espessamento por meio da ultrassonografia diafragmática. A mobilidade foi mensurada durante a respiração tranquila e a espessura durante a respiração tranquila e inspiração e expiração máximas. As análises estatísticas foram efetuadas por meio do software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 25. A verificação da normalidade da distribuição dos dados foi realizada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para comparar as diferentes posições corporais, foi utilizado o teste de Wilcoxon, com determinação dos tamanhos de efeito (r). Resultados:  Participaram do estudo 12 pessoas com DP (65,4±4,6 anos), principalmente do sexo masculino (n=8) e na fase intermediária da doença (HY estágio III). A espessura diafragmática foi significativamente maior na posição sentada durante a inspiração tranquila (p=0,005; r=0,87), expiração tranquila (p&lt;0,001; r=1,00), inspiração máxima (p=0,021; r=0,74) e expiração máxima (p=0,009; r=0,82). Conclusão: Os achados do presente estudo demonstraram que a mudança da posição supina para a sentada modifica a espessura do diafragma, sem alterações significativas em sua mobilidade. Uma possível explicação para esse achado é que, em posições mais eretas, as alterações na mecânica toracoabdominal e o aumento da pressão intra-abdominal impõem maior demanda ao diafragma, que pode responder com maior espessamento muscular. Os resultados sugerem que essa adaptação postural do diafragma também está presente em indivíduos com DP.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</description>
<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275574">
<title>Fatores associados à aderência a prática de atividade física após a cirurgia de revascularização do miocárdio</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275574</link>
<description>Fatores associados à aderência a prática de atividade física após a cirurgia de revascularização do miocárdio
Silva, Nicolle Castilho da
Introdução: As doenças cardiovasculares constituem uma das principais causas de mortalidade e morbidade global e a atividade física (AF) exerce papel fundamental na recuperação de indivíduos submetidos à cirurgia cardíaca (CC). Entretanto, a adesão à prática regular de AF após esses procedimentos permanece abaixo do recomendado. Objetivo: Identificar a taxa de adesão à prática de AF e os fatores associados em adultos após a CC. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática de estudos observacionais, conduzida conforme as recomendações PRISMA. As buscas foram realizadas em março de 2026 nas bases MEDLINE/PubMed, SPORTDiscus, SciELO, LILACS, Web of Science, Scopus, CINAHL, Embase e Google Acadêmico. Foram incluídos estudos observacionais com adultos submetidos à CC que avaliaram a adesão à AF no contexto ambulatorial, domiciliar ou comunitário. A extração dos dados foi realizada por meio de uma planilha eletrônica e os resultados foram reportados de maneira descritiva em uma síntese narrativa (registro CDR 420261327367). Resultados: Dos 866 estudos identificados, 14 foram incluídos, totalizando 3.391 participantes. Predominaram estudos prospectivos (n=10) e a intervenção cirúrgica de revascularização do miocárdio (n=8). Os achados sugerem aumento do nível de AF após a CC em comparação ao período pré-operatório, porém essa recuperação não garante a manutenção do comportamento ativo a longo prazo. A adesão variou amplamente entre os estudos, com a taxa de indivíduos fisicamente ativos entre 29,3% e 88,5%. Essa variação pode estar relacionada aos diferentes instrumentos e critérios utilizados, dificultando determinar de forma consistente se os níveis alcançados são satisfatórios. A adesão parece estar relacionada a fatores clínicos e funcionais, características sociodemográficas e econômicas e condições contextuais e psicossociais. Conclusão: Embora os níveis de AF possam aumentar após a CC, a manutenção de um comportamento fisicamente ativo permanece heterogênea nessa população e frequentemente insuficiente.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</description>
<dc:date>2026-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
