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<title>Departamento de Nutrição</title>
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<dc:date>2026-09-05T22:33:16Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259611">
<title>Notificação de aditivos alimentares em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil - Censo de rótulos em supermercados 2020</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259611</link>
<description>Notificação de aditivos alimentares em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil - Censo de rótulos em supermercados 2020
Silva, Ana Beatriz Moraes
O crescimento no consumo de alimentos industrializados, principalmente aqueles denominados como ultraprocessados, tem sido elencado como um dos principais fatores do aumento de doenças crônicas não-transmissíveis. Esses alimentos também são as principais fontes de aditivos na alimentação, cujo consumo pode ser prejudicial à saúde. Os aditivos alimentares são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos para fins tecnológicos, como conservantes, corantes e antioxidantes, por exemplo. Tendo em vista a sua potencial toxicidade ao organismo humano, a FAO/OMS (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura da Organização Mundial da Saúde), por meio do Codex Alimentarius, estabelece recomendações para o uso e consumo de aditivos alimentares em âmbito mundial. No Brasil, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamenta o uso de aditivos de acordo com as recomendações do Codex. Além disso, também determina que os aditivos devem ser notificados por meio da lista de ingredientes, um item obrigatório na rotulagem de alimentos, em listagem no final, não respeitando os critérios de quantidade decrescente que regem os demais ingredientes. Destaca-se que ainda são escassos na literatura científica os estudos que mapearam a presença de aditivos em alimentos industrializados, utilizando a rotulagem como fonte de informação. Neste sentido, o objetivo do presente projeto foi caracterizar a notificação de aditivos alimentares em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil em 2020. Trata-se de estudo observacional, transversal, descritivo e analítico. Como resultados, identificou-se que do total de alimentos industrializados analisados, 64,8% apresentaram aditivos notificados na lista de ingredientes. A classe funcional de aditivos que apresentou maior prevalência foi a classe de aromatizantes (35,2%), seguido da classe de conservantes, com 23,7%. A menor prevalência foi observada na classe de estabilizantes de cor, com 0,1%. Todos os grupos alimentares analisados apresentaram as seguintes classes funcionais: acidulantes, antioxidantes, aromatizantes, corantes e regulador de acidez. Os resultados podem contribuir no aprimoramento de políticas públicas de acompanhamento de qualidade nutricional de alimentos e de rotulagem de alimentos, bem como para o fornecimento de evidências científicas para embasar a prática profissional de nutricionistas e demais profissionais da saúde. Este é o relatório final de atividades da bolsista considerando a sua saída voluntária do projeto em 30 de Junho de 2024.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Nutrição.
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<dc:date>2024-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259469">
<title>Análise do conteúdo publicado em perfis de rede social de supermercados de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259469</link>
<description>Análise do conteúdo publicado em perfis de rede social de supermercados de Santa Catarina
Faustino, Ana Beatriz Lassalle
Introdução: O consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está crescendo no Brasil, associado a maiores riscos de doenças crônicas não transmissíveis e mortalidade. Esse aumento é impulsionado por mudanças sociais, culturais e econômicas, como a expansão dos supermercados. Metodologia: O estudo analisou conteúdos publicados nos perfis das duas maiores redes de supermercados de Santa Catarina no Instagram® nos últimos três anos. Os ingredientes analisados foram classificados de acordo com o grau de processamento pela classificação NOVA e a saudabilidade das receitas foi avaliada pela aplicação de ferramenta qualitativa para avaliação de receitas culinárias. Resultados: Apenas uma das redes supermercadistas atendeu aos critérios de inclusão do estudo, apresentando as publicações das receitas com lista completa de ingredientes, modo de preparo e utilizando diretamente seu perfil da rede social para fazer as publicações, sem redirecionamento para links externos. Resultando na análise de 208 receitas publicadas ao longo de três anos, totalizando 2251 ingredientes. Entre as receitas, 32,4% (n= 731) continham alimentos in natura ou minimamente processados (Grau 1), 24,1% (n= 544) de alimentos culinários processados (Grau 2), 17% (n= 384) de alimentos processados (Grau 3), enquanto 26,3% (n= 592) incluíam ultraprocessados (Grau 4). Além disso, foram identificados alimentos sem açúcar ou adoçante em 58,6% (n= 122) das receitas e com açúcar ou adoçante em 38,9% (n= 81). As frutas apareceram em 34,7% (n= 72) das receitas, temperos naturais em 30% (n= 62), verduras em 25,4% (n= 53), carnes magras e ovos em 25% (n= 52), oleaginosas em 19,2% (n= 40), alimentos integrais em 11% (n= 23), carnes processadas em 10,5% (n= 22), legumes em 5,2% (n= 11), e molhos gordurosos em menos de 1% (n= 2). Conclusão:  A análise do conteúdo compartilhado no perfil da rede social referente à maior rede supermercadista de Santa Catarina revelou uma dualidade na natureza dos alimentos presentes nas receitas divulgadas, levando à reflexão sobre o papel das publicações de receitas no perfil dos supermercados e o quanto estas podem influenciar as escolhas dos consumidores, contribuindo ou não para a promoção da saúde.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259466">
<title>Análise do conteúdo publicado em perfis de rede social de supermercados de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259466</link>
<description>Análise do conteúdo publicado em perfis de rede social de supermercados de Santa Catarina
Faustino, Ana Beatriz Lassalle
Introdução: O consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está crescendo no Brasil, associado a maiores riscos de doenças crônicas não transmissíveis e mortalidade. Esse aumento é impulsionado por mudanças sociais, culturais e econômicas, como a expansão dos supermercados. Metodologia: O estudo analisou conteúdos publicados nos perfis das duas maiores redes de supermercados de Santa Catarina no Instagram® nos últimos três anos. Os ingredientes analisados foram classificados de acordo com o grau de processamento pela classificação NOVA e a saudabilidade das receitas foi avaliada pela aplicação de ferramenta qualitativa para avaliação de receitas culinárias. Resultados: Apenas uma das redes supermercadistas atendeu aos critérios de inclusão do estudo, apresentando as publicações das receitas com lista completa de ingredientes, modo de preparo e utilizando diretamente seu perfil da rede social para fazer as publicações, sem redirecionamento para links externos. Resultando na análise de 208 receitas publicadas ao longo de três anos, totalizando 2251 ingredientes. Entre as receitas, 32,4% (n= 731) continham alimentos in natura ou minimamente processados (Grau 1), 24,1% (n= 544) de alimentos culinários processados (Grau 2), 17% (n= 384) de alimentos processados (Grau 3), enquanto 26,3% (n= 592) incluíam ultraprocessados (Grau 4). Além disso, foram identificados alimentos sem açúcar ou adoçante em 58,6% (n= 122) das receitas e com açúcar ou adoçante em 38,9% (n= 81). As frutas apareceram em 34,7% (n= 72) das receitas, temperos naturais em 30% (n= 62), verduras em 25,4% (n= 53), carnes magras e ovos em 25% (n= 52), oleaginosas em 19,2% (n= 40), alimentos integrais em 11% (n= 23), carnes processadas em 10,5% (n= 22), legumes em 5,2% (n= 11), e molhos gordurosos em menos de 1% (n= 2). Conclusão:  A análise do conteúdo compartilhado no perfil da rede social referente à maior rede supermercadista de Santa Catarina revelou uma dualidade na natureza dos alimentos presentes nas receitas divulgadas, levando à reflexão sobre o papel das publicações de receitas no perfil dos supermercados e o quanto estas podem influenciar as escolhas dos consumidores, contribuindo ou não para a promoção da saúde.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259419">
<title>Gorduras trans em rótulos de alimentos industrializados: linha de base de monitoramento</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259419</link>
<description>Gorduras trans em rótulos de alimentos industrializados: linha de base de monitoramento
Zaghi, Aline Nalon
O consumo de alimentos industrializados, especialmente os ultraprocessados, tem crescido mundialmente. Grande parte desses alimentos contém alto teor de açúcar, sódio e gorduras, incluindo a gordura trans industrial (GTI). A GTI é amplamente empregada pela indústria alimentícia para melhorar características sensoriais dos produtos e prolongar sua vida útil. Contudo, está bem estabelecido na literatura que seu consumo é prejudicial à saúde, sendo um fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. Por esse motivo, a Organização Mundial da Saúde recomendou eliminá-la do sistema produtivo mundial até 2023. No Brasil, foi publicada em 2019 uma regulamentação para limitar e posteriormente eliminar o uso de GTI em alimentos. O presente estudo investigou como a gordura trans foi notificada em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil em 2020. Por meio de dados transversais de um censo de rótulos, que abrangeu dados de todos os alimentos disponíveis para a venda em um supermercado de grande porte, foram analisadas e comparadas as informações inscritas na lista de ingredientes e rotulagem nutricional de 4.397 alimentos. Observou-se que 28,5% dos alimentos notificaram GTI na lista de ingredientes. Desses, 3,2% utilizaram nomenclaturas específicas e 25,3% nomenclaturas alternativas, que não esclarecem ao consumidor se o alimento contém fonte de GTI. Foram identificadas 79 terminologias para designação de GTI (17 específicas e 62 alternativas). Os alimentos dos grupos 7 (açúcares e produtos que fornecem energia provenientes de carboidratos e gorduras) e 8 (molhos, temperos prontos, caldos, sopas e pratos preparados) apresentaram os maiores percentuais para possível presença de GTI, aparecendo na lista de ingredientes de 50,7% e 30,9% dos produtos, respectivamente. A alegação de isenção de gordura trans foi encontrada em 151 rótulos, predominantemente nos alimentos do grupo 1 (produtos de panificação, cereais, leguminosas, raízes, tubérculos e seus derivados). Estima-se que 50,6% da gordura trans identificada na tabela nutricional de 399 alimentos, seja origem industrial e 49,3% de origem natural. 24,5% dos alimentos eram falsos negativos, que continham possível fonte de GTI na lista de ingredientes, mas informavam ser isentos em alguma parte da rotulagem nutricional. Embora tenha ocorrido uma redução em comparação com estudos anteriores, o número de falsos negativos relativos à tabela de informação nutricional mostrou-se elevado, sugerindo que as alterações legislativas impostas até 2020 não foram suficientes para reduzir a incidência de GTI em todos os alimentos. Os resultados reforçam a necessidade de padronização de nomenclaturas para designar fontes de GTI na lista de ingredientes, visando facilitar a detecção de sua presença. Conjuntamente, é necessário atualizar o monitoramento do uso de GTI e seus substitutos e avaliar a situação do país após a implementação das novas normativas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Nutrição.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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