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<title>Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia</title>
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<dc:date>2026-09-05T15:53:48Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento de um sistema de co-cultivo celular para a investigação da neuroinflamação induzida pela proteína Spike do SARS-CoV-2</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259494</link>
<description>Desenvolvimento de um sistema de co-cultivo celular para a investigação da neuroinflamação induzida pela proteína Spike do SARS-CoV-2
Beltrão, Gabriel Salles
Cultura celular é uma técnica amplamente utilizada no campo da biologia celular e molecular devido à facilidade de uso e o baixo custo quando comparado às técnicas in vivo. A cultura celular convencional, em uso há várias décadas, utiliza culturas monocelulares, o que implica em uma simplificação do microambiente celular, que é naturalmente bastante complexo e composto por diversos tipos celulares. Sendo assim, culturas monocelulares não são ideais para estudos de investigação de processos patológicos e tem-se buscado o desenvolvimento de novas formas de cultivo celular. Esse trabalho buscou desenvolver um dispositivo produzido por meio de impressão 3D para realizar ensaios de co-cultivo celular de micróglia e neurônio com a finalidade de investigar a neuroinflamação induzida pela proteína Spike do SARS-CoV-2. Os protótipos foram desenhados e impressos em filamento de polipropileno. Os dispositivos foram submetidos a testes de resistência térmica mantendo a conformação original. A montagem do sistema de co-cultivo não foi efetiva, visualizando células passando a junção membrana dispositivo por meio de microscopia óptica. Os resultados obtidos ressaltam a necessidade de ajustes no dispositivo para garantir a integridade do sistema de co-cultivo e possibilitar estudos mais precisos sobre a interação entre micróglia e neurônio no contexto de neuroinflamação.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Diagnóstico parasitológico, sorológico e molecular da Leishmaniose Visceral em cães domésticos procedentes do município de Florianópolis, SC.</title>
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<description>Diagnóstico parasitológico, sorológico e molecular da Leishmaniose Visceral em cães domésticos procedentes do município de Florianópolis, SC.
Souza, Rafaela Bittencourt de; Souza, Rafaela Bittencourt de
O relatório aborda o diagnóstico parasitológico, sorológico e molecular da leishmaniose visceral canina (LVC) em cães de Florianópolis, SC, com foco em métodos eficazes de detecção. A leishmaniose visceral (LV) é uma doença zoonótica causada por protozoários do gênero Leishmania, transmitida por flebotomíneos. No Brasil, a espécie mais comum é Leishmania infantum, os cães domésticos atuam como reservatórios importantes, contribuindo para a transmissão da doença em humanos.&#13;
O primeiro caso de LVC em Santa Catarina foi registrado em 2010, com o primeiro caso humano aparecendo em 2017. Florianópolis foi identificada como uma área de transmissão após um surto em cães na região da Lagoa da Conceição e do Canto dos Araçás. A expansão da LV para áreas urbanas é atribuída à falta de saneamento e crescimento desordenado, que criam ambientes favoráveis à reprodução do vetor.&#13;
O relatório destaca a importância do diagnóstico precoce em cães, utilizando métodos como PCR (reação em cadeia da polimerase) e sorologia. O estudo comparou os resultados de sorologia, PCR kDNA e PCR ITS1 em 57 amostras de cães eutanasiados, verificando a eficácia desses métodos. Entre as amostras testadas, 70% foram positivas para leishmaniose por PCR ITS1, enquanto 100% das amostras positivas e digeridas apontaram a presença de Leishmania infantum. No entanto, a sorologia apresentou algumas limitações, como a possibilidade de resultados falso-positivos e insensibilidade em infecções recentes.&#13;
O estudo conclui que, apesar de a sorologia ser amplamente utilizada, os métodos moleculares, como PCR, são mais sensíveis e eficazes para a detecção da leishmaniose. O uso de métodos combinados é recomendado para aumentar a precisão do diagnóstico, minimizando eutanásias desnecessárias. Além disso, destaca-se a importância do controle da população canina e da eliminação de locais favoráveis à reprodução do vetor como medidas preventivas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259431">
<title>Modulação do comportamento das células-tronco hematopoiéticas por vesículas extracelulares no câncer de mama: implicações para diferenciação mieloide</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259431</link>
<description>Modulação do comportamento das células-tronco hematopoiéticas por vesículas extracelulares no câncer de mama: implicações para diferenciação mieloide
Soretz, Johann da Silva
O câncer de mama é uma doença caracterizada pelo crescimento descontrolado de células anormais na mama, levando à formação de tumores. Além do desenvolvimento local, o câncer de mama pode impactar órgãos distantes como a medula óssea. As células-tronco hematopoiéticas (HSCs) na medula óssea são essenciais para a produção de células sanguíneas, incluindo as células mieloides, que desempenham um papel crucial na resposta imunológica. No entanto, a presença de um tumor pode perturbar esse equilíbrio, promovendo um aumento na diferenciação mieloide.&#13;
Este estudo explorou o papel das vesículas extracelulares (VEs) na comunicação entre células da medula óssea no contexto do câncer de mama, especialmente no enviesamento mieloide. Utilizando dados de sequenciamento de RNA de células únicas de um modelo de camundongo com câncer de mama e ferramentas computacionais, identificou-se que o conteúdo de RNAs mensageiros das VEs secretadas pelas células da medula estão potencialmente relacionadas com a proliferação das HSCs e pela sua diferenciação com viés para a linhagem mieloide. Esses achados sugerem que as VEs podem desempenhar um papel importante na modulação da resposta imunológica no microambiente tumoral, destacando novas vias para intervenções terapêuticas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Nome do Centro de Ensino.&#13;
Departamento de Microbiologia, Parasitologia e Imunologia
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259364">
<title>Avaliação da atividade antifúngica de metabólitos secundários obtidos a partir de fungos endofíticos dos mangues de Florianopolis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259364</link>
<description>Avaliação da atividade antifúngica de metabólitos secundários obtidos a partir de fungos endofíticos dos mangues de Florianopolis
Dias, Eryck Leonardo Almeida
Os fungos endofíticos estabelecem uma interação com plantas que é considerada uma simbiose mutualística na qual ambos se beneficiam da associação, dessa forma, os endófitos colonizam de forma assintomáticas diversos tecidos das plantas, como os caules, folhas e raízes. Atualmente, os fungos endofíticos vem sendo estudados devido a produção de metabólitos secundários de interesse biotecnológico. Dentre os fungos marinhos, os fungos endofíticos de mangue são o segundo maior grupo de isolados, e seus metabólitos secundários são considerados únicos, pois a sua produção é estimulada pelas condições extremas provindas dos manguezais. No cenário atual as infecções fúngicas são um problema universal e estão rotineiramente associadas a altas taxas de morbidade e mortalidade em pacientes imunocomprometidos. As terapias existentes compreendem cinco classes diferentes de agentes antifúngicos, quatro dos quais visam a síntese de ergosterol e glucanos da parede celular. No entanto, os antifúngicos atualmente disponíveis têm muitas limitações, incluindo baixa biodisponibilidade oral, índices terapêuticos estreitos e resistência emergente aos medicamentos resultantes de seu uso, tornando-se essencial investigar o desenvolvimento de novos medicamentos que possam superar essas limitações e adicionar ao arsenal antifúngico. Também Dessa forma, a utilização de agrotóxicos na agricultura, para o combate de fungos tem levado riscos à saúde humana e frequentes danos ao meio ambiente. Assim, o objetivo principal desse projeto é avaliar a atividade antifúngica de extratos totais de fungos endofíticos, isolados das espécies Avicennia schaueriana, Laguncularia racemosa e Rhizophora mangle de dois manguezais ilha de Santa Catarina, frente a diferentes espécies Aspergilus spp, Fusarium spp. e Alternaria spp.. Para isso serão cultivados três espécies de fungos endofíticos dos gêneros Arthrinium, Stemphylium, Trichoderma previamente isolados e serão fermentados em arroz orgânico para a produção de seus metabólitos secundários que serão extraídos a partir do processo de maceração química utilizando metanol e diclorometano separadamente. Os extratos totais obtidos foram rotaevaporados liofilizados e avaliado in vitro a atividade antifúngica frente a diferentes espécies dos gêneros Aspergilus spp, Fusarium spp. e Alternaria spp.
Seminário de iniciação cientifica, universidade Federal de Santa Catarina, Centro de ciências Biológicas, Curso de graduação em Farmácia
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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