<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257128">
<title>Departamento de Farmacologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257128</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259368"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259346"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259268"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259124"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-09-05T21:30:06Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259368">
<title>Aumento da ação vasoconstritora do tecido adiposo perivascular de ratos e ratas durante a sepse experimental</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259368</link>
<description>Aumento da ação vasoconstritora do tecido adiposo perivascular de ratos e ratas durante a sepse experimental
Padilha, Alice Vailon; Casagrande, Carolina Schneider; Gomes-Pereira, Leonardo
Introdução: A sepse é uma disfunção orgânica resultante de uma resposta desregulada do hospedeiro à infecção, que afeta a função vascular. O tecido adiposo perivascular (PVAT) libera mediadores anti- e pró-contráteis que participam do controle vascular. A sepse altera a função anti-contrátil do PVAT. Hipotetizamos que a sepse também altera as propriedades pró-contráteis do PVAT. Objetivo: Avaliar como o insulto séptico influencia a ação contrátil do PVAT aórtico de ratos machos e fêmeas. Materiais e métodos: Ratos Wistar (3-4 meses, macho e fêmea) foram submetidos à sepse pelo modelo de ligadura e punção cecal (CLP). Ratos de mesma idade formaram o grupo controle (CT). Após eutanásia, o PVAT torácico (CT e CLP 24h) foi coletado e mantido em solução nutritiva (PSS). A aorta do CT foi seccionada em anéis (3-4 mm) com (E+) e sem (E-) endotélio, e montados em banhos de órgão isolado. Paralelamente, tiras de PVAT (~5 mm) foram adicionadas em 1,5 mL de PSS (PSSt(+)PVAT) a 37 ºC/30 min. O PSSt(+)PVAT, sem o PVAT, foi transferido para os vasos e a contração foi registrada. O PSSt(+)PVAT também foi submetido ao estresse térmico (70 ºC/10 min) ou incubado com guanetidina (30 µM). A prazosina (100 nM), um antagonista α1 adrenérgico, foi incubada em anéis antes da transferência. Os resultados foram expressos como a ¯X ± EPM do efeito máximo (Emax, em g), e avaliados por ANOVA de duas vias seguida por Sïdak (n = 5-12 por grupo). O estudo tem aprovação do CEUA/UFSC (3062200722). Resultados: Em artérias E+ o efeito vasoconstritor do PVAT do grupo CLP 24h foi maior do que o gerado pelo PVAT do grupos CT em artérias de machos (aumento de 0,43 ± 0,03 para 0,77 ± 0,04 g) e fêmeas (aumento de 0,30 ± 0,03 para 0,58 ± 0,08 g). O Emax foi maior em artérias E- do que em E+, independente do sexo ou grupo (CT ou CLP). Contudo, a fase inicial (3-15 min) do efeito vasoconstritor de machos CLP 24h foi ~20% maior do que a do CT, diferença que não existiu entre fêmeas. O estresse térmico aumentou o efeito contrátil em ambos os sexos e em todas as condições avaliadas, porém de forma mais intensa em preparações E+. A incubação do PVAT com guanetidina também potencializou a resposta em todos os grupos. O Emax foi significativamente diferente em artérias E+ (CT 1,24 ± 0,11 g e CLP 24h 1,64 ± 0,04 g) e E- (CT 1,95 ± 0,05 g e CLP 24h 2,38 ± 0,15 g) de machos, mas não diferiu entre as preparações E+ e E- de fêmeas. A incubação dos anéis com prazosina aboliu as respostas em todas as condições experimentais. Conclusão: Este é o primeiro estudo descrevendo que a sepse aumenta a vasoconstrição gerada pelo PVAT, e que ocorre através da ação sobre receptores α1 adrenérgicos. O efeito contrátil de machos foi mais sensível à guanetidina, e maior do que o gerado pelo de fêmeas, indicando que a sepse altera o efeito de forma dependente do sexo. Os resultados obtidos comprovam nossa hipótese e colocam o PVAT como um alvo em potencial para o tratamento da disfunção vascular durante a sepse.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Farmacologia.
</description>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259346">
<title>Zumbido e Perda Auditiva: a presença simultânea aumenta a probabilidade de sintomas depressivos em pessoas idosas?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259346</link>
<description>Zumbido e Perda Auditiva: a presença simultânea aumenta a probabilidade de sintomas depressivos em pessoas idosas?
Barros, Vitória Neves de
Objetivo: Estimar a associação entre a ocorrência simultânea de zumbido e dificuldade para ouvir e os sintomas depressivos em pessoas idosas de Florianópolis. Métodos: Estudo transversal, realizado com dados parciais da quinta onda do estudo de coorte EpiFloripa Idoso (2023/2024), com pessoas idosas de 60 anos ou mais que vivem em áreas urbanas do município de Florianópolis, SC. A variável dependente foi a ocorrência de sintomas depressivos, avaliada pela Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15) (sim [6 pontos ou mais]; não), enquanto a variável independente foi a ocorrência simultânea de zumbido e dificuldade para ouvir (não referiu as duas condições; referiu apenas zumbido; referiu apenas dificuldade para ouvir; referiu zumbido e dificuldade para ouvir). Realizou-se análise de Regressão Logística, estimando-se as Odds Ratio e seus respectivos Intervalos de Confiança de 95% (IC95%). As análises foram ajustadas para sexo, faixa-etária, escolaridade e renda per capita. A quinta onda do estudo foi aprovada com número do parecer 5.725.273, e CAAE 63008222.6.0000.0121. Resultados: Foram analisados os dados de 639 participantes. Observou-se maior frequência do sexo feminino (62,3%) e pessoas de 70 a 79 anos (47,7%). A presença simultânea de zumbido e dificuldade para ouvir foi observada em 16,8% dos participantes, enquanto a presença de sintomas depressivos foi identificada em 21,6% da amostra. Os participantes que apresentavam simultaneamente zumbido e dificuldade para ouvir tiveram uma razão de chances de 2,04 (IC95%: 1,21 - 3,44) na análise ajustada, indicando 104% mais chance de apresentar sintomas depressivos (p=0,007). Indivíduos com dificuldade auditiva isolada apresentaram razão de chance ligeiramente menor, de 1,60 vezes, mas sem associação estatisticamente significativa (IC95%: 0,97 - 2,65; p=0,063). Da mesma forma, o zumbido também não demonstrou significância estatística (IC95%: 0,23 - 1,13; p=0,106). Conclusão: Os achados indicam que pessoas idosas com zumbido e dificuldade auditiva apresentaram 104% mais chance de ter sintomas depressivos. Esses resultados sugerem que a combinação dessas duas condições pode ter um impacto psicossocial mais profundo do que cada uma delas separadamente. Portanto, é essencial que os profissionais de saúde considerem a coexistência de zumbido e perda auditiva ao avaliar e tratar sintomas depressivos em pessoas idosas.
PIBIC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Fonoaudiologia.
</description>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259268">
<title>Perda de Ação Vasoconstritora do Tecido Adiposo Perivascular de Ratos Sobreviventes à Sepse</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259268</link>
<description>Perda de Ação Vasoconstritora do Tecido Adiposo Perivascular de Ratos Sobreviventes à Sepse
Casagrande, Carolina Schneider; Padilha, Alice Vailon; Gomes-Pereira, Leonardo
Introdução: Avanços no diagnóstico e tratamento aumentaram o número de sobreviventes da sepse, e revelaram que essas pessoas são mais suscetíveis a doenças cardiovasculares. Nossa hipótese foi que a função modulatória do tecido adiposo perivascular (PVAT) sobre o tônus vascular está prejudicada após a sepse. Objetivo: Explorar a função pró-contrátil do PVAT em sobreviventes da sepse. Materiais e métodos: Ratos Wistar machos (3-4 meses) sobreviventes à sepse por ligadura e punção do ceco (CLP) foram avaliados 15 dias após a CLP (grupo S15d). Após eutanásia, o PVAT torácico foi removido e mantido em solução nutritiva (PSS) a 4 °C. Paralelamente, ratos naïve (grupo CT) da mesma idade foram utilizados para obtenção do PVAT e da aorta torácica. Segmentos da aorta (3-4 mm), sem endotélio funcional, foram montados em banho de órgãos para registros de respostas contráteis. Porções do PVAT (~5 mm) dos grupos CT e S15d foram incubadas (37 °C/30 min) em 1,5 mL de PSS (PSSt(+)PVAT). Em seguida, o PVAT foi descartado e o PSSt(+)PVAT foi adicionado aos banhos de órgão. O efeito vasoconstritor gerado pelo PSSt(+)PVAT foi registrado durante 30 min. Amostras de PSSt(+)PVAT foram submetidas a estresse térmico (70 ºC/10 min), incubadas com L-NAME (100 μM), ou guanetidina (30 μM), ou captopril (10 μM). O efeito do PSSt(+)PVAT também foi avaliado em artérias incubadas com prazosina (100 nM). Os resultados foram expressos como a X  ± EPM do efeito máximo (Emax, em g), e avaliados por ANOVA de duas vias seguida por Sïdak (n = 5-6/grupo). Este estudo foi aprovado pelo CEUA/UFSC (6184220124). Resultados: O efeito contrátil induzido pelo PVAT do grupo S15d (0,56 ± 0,08 g) foi significativamente menor se comparado ao gerado pelo CT (1,27 ± 0,09 g). O Emax da ação contrátil do PVAT de ambos os grupos aumentou após exposição ao estresse térmico (CT 1,67 ± 0,18 e S15d 1,47 ± 0,22 g), incubação com L-NAME (CT 1,27 ± 0,13 e S15d 1,92 ± 0,08 g), ou incubação com guanetidina (CT 2,09 ± 0,18 e S15 1,50 ± 0,12 g), mas não foi alterado após a incubação com captopril (CT 1,28 ± 0,13 e S15 0,63 ± 0,07 g). Apesar das diferenças no Emax, a pré-incubação dos anéis aórticos com prazosina aboliu as respostas contráteis ao PSSt(+)PVAT em todas as condições experimentais avaliadas. Conclusão: Este é o primeiro estudo mostrando que a ação pró-contrátil do PVAT, exercida através da liberação de um agonista de receptores α1-adrenérgicos, é reduzida em animais que sobreviveram ao insulto séptico. Além disso, mostramos que embora o bloqueio da enzima conversora de angiotensina seja ineficaz, o liberação farmacológica de catecolaminas pela guanetidina e a inibição da síntese de NO pelo L-NAME foram capazes de elevar a ação contrátil do PVAT de sobreviventes da sepse para o mesmo patamar gerado pelo PVAT do controle. Os resultados obtidos colocam o PVAT como um alvo em potencial para a prevenção de doenças cardiovasculares em sobreviventes da sepse.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Farmacologia.
</description>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259124">
<title>Efeito organizacional dos esteróides sexuais sobre os sintomas não-motores da doença de parkinson em ratos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259124</link>
<description>Efeito organizacional dos esteróides sexuais sobre os sintomas não-motores da doença de parkinson em ratos
Zanotti, Vinícius Alexandre
A Doença de Parkinson (DP) trata-se de um distúrbio neurodegenerativo conhecido por seus sintomas motores, tais como tremores, instabilidade postural e bradicinesia e sintomas não-motores, onde os acometidos sofrem de variações de humor e prejuízo na cognição. A prevalência da DP é maior em indivíduos do sexo masculino, se manifestando de maneira difrente entre os sexos, o que sugere que os hormônios sexuais podem influenciar em sua patogênese. Geralmente, a percepção destes sintomas ocorre em pacientes que apresentam idade avançada, no entanto, outros fatores além da idade também podem estar associados ao DP. Nesse contexto, a investigação dos efeitos dos andrógenos e estrógenos durante o neurodesenvolvimento em um modelo de roedores que apresentam DP induzida é de grande relevância. &#13;
	No trabalho realizado durante cerca de um ano, buscava-se investigar possíveis efeitos organizacionais da androgenização neonatal de ratas sobre os sintomas não motores por meio da avaliação da função cognitiva e comportamento emocional destes animais durante a vida adulta. Para tanto, realizou-se a organização dos grupos experimentais. A androgenização neonatal das ratas ocorreu em seu primeiro dia de vida, pós-natal, utilizando-se uma injeção subcutânea de 1,25mg de propionato de testosterona diluída em óleo de milho. No que refere-se às fêmeas controle, foi realizada apenas a administração do veículo, enquanto nos machos não ocorreu nenhuma intervenção neste período de vida. Para simular o modelo realizou-se a administração intranasal da neurotoxina 1-metil-4-fenil-1,2,3,6 tetrahidropiridina (MPTP), que afeta a neurotransmissão dopaminérgica. A avaliação da atividade motora foi realizada nos testes de campo aberto e rota rod. Parâmetros como memória, estado emocional e alterações olfatórias foram avaliados por meio do teste de reconhecimento de objetos, borrifação de sacarose e discirminação olfatória, respectivamente.; Parkinson's Disease (PD) is a neurodegenerative disorder known for its motor symptoms, such as tremors, postural instability, and bradykinesia. Non-motor symptoms can also be seen, including mood variations and cognitive impairment. The prevalence of PD is higher in males and manifests differently between sexes, suggesting that sex hormones may influence its pathogenesis. Although these symptoms are generally perceived in patients of advanced age, other factors than age may also be associated with PD. In this context, investigating the effects of androgens during neurodevelopment in a rodent model with induced PD is relevant.&#13;
During one year this study aimed to investigate the possible organizational effects of neonatal androgenization of female rats on the non-motor symptoms by evaluating the cognitive function and emotional behavior of these animals during adulthood. The neonatal androgenization of the female rats was performed on their first postnatal day, using a subcutaneous injection of 1.25 mg of testosterone propionate diluted con oil. Only the vehicle was administered in the control females, while males did not receive any injection. To simulate in a rodent model, an  intranasal administration of 1-methyl-4-phenyl-1,2,3,6-tetrahydropyridine (MPTP) was carried out. Motor activity was assessed using open field and rotarod tests. Parameters such as memory, emotional state, and olfactory changes were evaluated using the object recognition, sucrose spray, and olfactory discrimination test, respectively.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Ciências Fisiológicas
</description>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
