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<title>Curitibanos - Departamento de Ciências Naturais e Sociais (CNS)</title>
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<dc:date>2026-10-15T18:52:45Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259771">
<title>Ampliação da infraestrutura do laboratório multiusuário de análise instrumental visando a elaboração e análise de qualidade de produtos fermentados: elaboração e avaliação de qualidade de vinhos e espumantes com uvas viníferas cultivadas em Curitibanos – SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259771</link>
<description>Ampliação da infraestrutura do laboratório multiusuário de análise instrumental visando a elaboração e análise de qualidade de produtos fermentados: elaboração e avaliação de qualidade de vinhos e espumantes com uvas viníferas cultivadas em Curitibanos – SC
Gomes, Beto
A expansão da viticultura no Brasil é essencial para a sustentabilidade rural. Este estudo visa avaliar o potencial e a qualidade das uvas das variedades de Vitis vinifera cultivadas na fazenda experimental da UFSC-Curitibanos (SC) para a produção de vinhos finos. Devido à baixa produção na safra de 2024, a elaboração de vinhos e espumantes não foi possível, já que toda a produção foi destinada às análises físico-químicas. O vinhedo experimental foi plantado em 2020, com espaçamento de 1,0 m entre plantas e 2,8 m entre fileiras, e um sistema de condução em espaldeira. O delineamento experimental foi em blocos completamente casualizados, com quatro blocos e seis plantas por bloco. As coletas foram realizadas a partir de 2 de fevereiro de 2024, repetidas semanalmente, e seis bagas de cada planta foram agrupadas para formar amostras laboratoriais. Os parâmetros avaliados incluíram cor (sistema Lab), sólidos solúveis totais (SST, medidos em Brix), acidez total solúvel (ATT) e pH. Observou-se uma variação na cor das cascas das uvas, com as uvas brancas Moscatto Bianco e Sauvignon Blanc apresentando mudanças em L* e a* ao longo da maturação, enquanto as uvas tintas mostraram redução em L* e a* e aumento em b*.Os SST (Brix) aumentaram e a acidez diminuiu com a maturação, embora algumas variedades apresentaram oscilações inesperadas nos Brix. A Sauvignon Blanc começou com Brix de 16,77 e terminou em 19,97, com acidez inicial de 209,24 e final de 124,99. A variedade tinta Caladoc iniciou com Brix de 13,70 e terminou em 18,87, com acidez inicial de 274,85 e final de 109,90. As antocianinas aumentaram nas variedades tintas, especialmente na Ancellotta e na Marselan, enquanto Moscato Bianco e Sauvignon Blanc apresentaram baixos níveis. O estudo sugere que as variedades avaliadas têm potencial para a produção de vinhos espumantes, brancos e rosés. No entanto, a maturação das uvas tintas nesta safra não atingiu o ponto ideal para avaliar o potencial para vinhos tintos. Os resultados fornecem informações preliminares sobre o potencial das variedades de uvas viníferas na região, podendo ajudar a aprimorar a qualidade, adaptabilidade das variedades e maximizar os ganhos financeiros.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Universidade Federal de Santa Catarina. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E SOCIAIS / DCNS/CCR.
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<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ampliação da infraestrutura do laboratório multiusuário de análise instrumental visando a elaboração e análise de qualidade de produtos fermentados: elaboração e avaliação de qualidade de vinhos e espumantes com uvas viníferas cultivadas em Curitibanos – SC</title>
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<description>Ampliação da infraestrutura do laboratório multiusuário de análise instrumental visando a elaboração e análise de qualidade de produtos fermentados: elaboração e avaliação de qualidade de vinhos e espumantes com uvas viníferas cultivadas em Curitibanos – SC
Gomes, Beto
A expansão da viticultura no Brasil é essencial para a sustentabilidade rural. Este estudo visa avaliar o potencial e a qualidade das uvas das variedades de Vitis vinifera cultivadas na fazenda experimental da UFSC-Curitibanos (SC) para a produção de vinhos finos. Devido à baixa produção na safra de 2024, a elaboração de vinhos e espumantes não foi possível, já que toda a produção foi destinada às análises físico-químicas. O vinhedo experimental foi plantado em 2020, com espaçamento de 1,0 m entre plantas e 2,8 m entre fileiras, e um sistema de condução em espaldeira. O delineamento experimental foi em blocos completamente casualizados, com quatro blocos e seis plantas por bloco. As coletas foram realizadas a partir de 2 de fevereiro de 2024, repetidas semanalmente, e seis bagas de cada planta foram agrupadas para formar amostras laboratoriais. Os parâmetros avaliados incluíram cor (sistema Lab), sólidos solúveis totais (SST, medidos em Brix), acidez total solúvel (ATT) e pH. Observou-se uma variação na cor das cascas das uvas, com as uvas brancas Moscatto Bianco e Sauvignon Blanc apresentando mudanças em L* e a* ao longo da maturação, enquanto as uvas tintas mostraram redução em L* e a* e aumento em b*.Os SST (Brix) aumentaram e a acidez diminuiu com a maturação, embora algumas variedades apresentaram oscilações inesperadas nos Brix. A Sauvignon Blanc começou com Brix de 16,77 e terminou em 19,97, com acidez inicial de 209,24 e final de 124,99. A variedade tinta Caladoc iniciou com Brix de 13,70 e terminou em 18,87, com acidez inicial de 274,85 e final de 109,90. As antocianinas aumentaram nas variedades tintas, especialmente na Ancellotta e na Marselan, enquanto Moscato Bianco e Sauvignon Blanc apresentaram baixos níveis. O estudo sugere que as variedades avaliadas têm potencial para a produção de vinhos espumantes, brancos e rosés. No entanto, a maturação das uvas tintas nesta safra não atingiu o ponto ideal para avaliar o potencial para vinhos tintos. Os resultados fornecem informações preliminares sobre o potencial das variedades de uvas viníferas na região, podendo ajudar a aprimorar a qualidade, adaptabilidade das variedades e maximizar os ganhos financeiros.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Universidade Federal de Santa Catarina. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E SOCIAIS / DCNS/CCR.
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<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259414">
<title>Melhoramento Genético da Videira para Resistência a Doenças Fúngicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259414</link>
<description>Melhoramento Genético da Videira para Resistência a Doenças Fúngicas
Silva, Grazielle Santos da
A videira (Vitis spp.) é uma planta de elevada importância econômica a nível mundial. Dessa forma, muitas pesquisas vêm sendo desenvolvidas em torno do melhoramento genético da videira, principalmente para a resistência a doenças, como o míldio da videira (Plasmopara viticola). Este patógeno causa perdas de produtividade e qualidade de frutos, além de gerar elevados gastos na produção para controle fitossanitários nos vinhedos em regiões de elevada umidade, como o Sul do Brasil. O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo geral de avançar com o programa de melhoramento genético da videira para resistência a doenças na UFSC, Campus de Curitibanos, em colaboração com a Epagri. Durante a vigência da bolsa de iniciação científica foram identificados indivíduos contendo alelos de resistência ao míldio piramidados por meio da seleção assistida por marcadores moleculares (SAMM). Também foi realizada a fenotipagem para resistência ao míldio das progênies obtidas dos cruzamentos do ciclo 2022/23. Por fim, foi feito um novo ciclo de cruzamentos 2023/24. As análises moleculares (SAMM) foram realizadas para identificar a presença dos alelos de resistência Rpv1, Rpv3 e Rpv12 nos indivíduos da população PR-12 x PR-03. Para isso foi realizada a extração e diluição de DNA e seleção assistida por marcadores moleculares via PCR. Esta mesma população teve suas progênies fenotipadas para a resistência ao míldio por meio de discos foliares, que foram inoculados com esporos do patógeno e submetidos a condições ideais para infecção, em laboratório. As sementes obtidas no ciclo 2022/23 foram semeadas e as progênies foram fenotipadas para a resistência ao míldio por meio da inoculação de uma suspensão de esporos do patógeno via aspersão, em casa de vegetação sob condições ideais de infecção. Como resultados, a população PR-12 x PR-03 apresentou 10 indivíduos contendo os três genes de resistência, 31 indivíduos contendo classes de dois genes de resistência, 21 indivíduos contendo apenas um gene de resistência e 8 indivíduos sem nenhum gene de resistência. Quanto a fenotipagem desta população, indivíduos contendo o alelo Rpv12 isolado ou combinado com outros genes apresentaram resposta de hipersensibilidade, enfatizando a contribuição deste alelo na durabilidade da resistência. Das plantas do ciclo 2022/23 fenotipadas, o cruzamento que apresentou o maior número de indivíduos resistentes foi Vermentino x 53, com 14 indivíduos resistentes. Quanto as sementes do ciclo de cruzamentos 2023/24, estas encontram-se ainda em processo de germinação. As pesquisas para o melhoramento genético da videira devem prosseguir, uma vez que atuam como uma ferramenta importante no desenvolvimento de novas cultivares resistentes a doenças e ao mesmo tempo que produzem frutos com excelente qualidade enológica.
Vídeo
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Qual é a qualidade da água que bebemos?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259075</link>
<description>Qual é a qualidade da água que bebemos?
Salvan, Heloísa Alexandre
A qualidade da água de cursos hídricos é impactada pelas atividades antrópicas devido, principalmente, ao desenvolvimento de áreas urbanas e agricultura. Assim, o presente estudo teve por objetivo avaliar a qualidade da água de rios pertencentes à sub-bacia do Rio Marombas, localizada no Planalto de Santa Catarina, através do Índice de Qualidade de Águas (IQA) e determinar seus possíveis usos. As coletas foram realizadas em cinco diferentes pontos da sub-bacia nos rios Marombas em Curitibanos, Marombas em Brunópolis, Correntes, das Pedras e Pessegueirinho, bimestralmente durante o período de 12 meses. Nestas amostras, foram avaliados nove parâmetros físicos, químicos e microbiológicos para a determinação do IQA, permitindo assim a categorização da qualidade da água dos mananciais superficiais, bem como a classificação da água dos rios de acordo com os critérios estabelecidos pela Resolução CONAMA n° 357, de 17 de março de 2005, e a orientação de seus possíveis usos. Os resultados dos Índices de Qualidade de Água (IQA) foram classificados como “Boa”, com valor máximo de 76,56 e valor mínimo de 53,53. Em geral, o Rio Pessegueirinho, rio de uso de solo urbano, apresentou os piores resultados - especialmente nos parâmetros de coliformes termotolerantes, demanda bioquímica de oxigênio, nitrogênio total e fósforo total. Segundo o resultado, para Resolução CONAMA 357/2005, apenas o Rio das Pedras, rio em área rural, foi classificado como Classe 2, enquanto os outros receberam classificação de Classe 3, especialmente pela alta concentração de coliformes termotolerantes e fósforo total.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais.&#13;
Departamento de Ciências Naturais e Sociais.
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<dc:date>2024-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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