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<title>Araranguá - Departamento de Ciências da Saúde (DCS)</title>
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<dc:date>2026-09-05T20:28:16Z</dc:date>
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<title>AVALIAÇÃO DAS DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO EM PUÉRPERAS RESIDENTES NO MUNICIPIO DE ARARANGUÁ/SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259794</link>
<description>AVALIAÇÃO DAS DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO EM PUÉRPERAS RESIDENTES NO MUNICIPIO DE ARARANGUÁ/SC
Silva, Letícia Aparecida
Disfunção do assoalho pélvico (DAP) é um termo amplo usado para descrever condições clínicas causadas por lesão, disfunção e degeneração das estruturas do assoalho pélvico. Sua incidência varia na literatura, entretanto, sabe-se que é fortemente relacionada à gravidez e à via de parto. Assim, o objetivo geral deste estudo foi analisar a prevalência de DAP e os fatores associados em puerpéras residentes no município de Araranguá/SC. Métodos: Trata-se de um estudo do tipo observacional, de caráter transversal, realizado com mulheres maiores de 18 anos de idade, primíparas durante o puerpério remoto, residentes no município de Araranguá/SC. Foram excluídas mulheres com sintomas de infecção urinária na última semana. A amostra foi recrutada via plataformas digitais. Os instrumentos utilizados no estudo foram: (1) ficha de caracterização da amostra, que avaliou dados sociodemográficos, critérios de inclusão e exclusão do estudo e fatores associados às DAP; e (2) Questionário Pelvic Floor Disability Index avaliou disfunções anorretais, pélvicas e urinárias. Esses instrumentos foram aplicados em um sito eletrônico da internet. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. Resultados:  Quanto às DAP, 50,8% (n= 123) apresentavam sintomas pélvicos, 76,4% (n= 185) sintomas anorretais e 41,7% (n= 114) sintomas urinários. Ao avaliar os sintomas gerais, 87,2% (n= 211) apresentavam algum sintoma de DAP. Ao analisar os fatores associados a presença de sintomas pélvicos, observou-se associação com o Índice de Massa Corporal, sendo que 53,7% das puérperas com sintomas pélvicos também apresentavam sobrepeso. Quanto aos sintomas urinários, observou-se associação com a via de parto, sendo que 44,7% das participantes com sintomas urinários eram puérperas de parto vaginal. Conclusão: Observou-se influência do sobrepeso nos sintomas pélvicos e da via de parto nos sintomas urinários. Esses achados são importantes para a prática clínica do fisioterapeuta, tanto na prevenção quanto na reabilitação de mulheres que estão vivenciando o puerpério.
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<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259292">
<title>Impactos do ensino remoto e híbrido na saúde mental e física de professores da degião da AMESC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259292</link>
<description>Impactos do ensino remoto e híbrido na saúde mental e física de professores da degião da AMESC
Pereira, Nicole de souza
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) tomaram conta do cenário profissional devido ao crescente números de casos de Covid-19 no Brasil, que levou a medida protetiva de isolamento social, provocando adaptações em todas as áreas profissionais. No entanto, levantou-se a hipótese de que a adaptação precária do profissional para o trabalho remoto, pode ter afetado negativamente sua saúde. Esta pesquisa teve como objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa sobre o uso e os impactos causados pelas tecnologias de informação e comunicação e das atividades remotas de educação durante a pandemia de Covid-19 na saúde mental e física dos professores da região da AMESC. Foi realizada através de um estudo de abordagem mista com finalidade prática e aplicada. Na qual foram aplicados procedimentos de cunho bibliográfico, documental e de campo. Dentre os resultados, pode-se associar o trabalho remoto de professores com a dor lombar (entre outros) encontrada onde em sua maioria, idiopática de razão multifatorial física, psicológica, sociais, demográficas e sedentarismo associado, que por sua vez, pode ser observado na população docente analisada.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Campus araranguá.Fisioterapia.
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<dc:date>2023-09-23T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259181">
<title>Acompanhamento da Funcionalidade e Incapacidade de crianças e adolescentes com Paralisia Cerebral da região sul do país PartiCipa Brasil- Primeiro ano</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259181</link>
<description>Acompanhamento da Funcionalidade e Incapacidade de crianças e adolescentes com Paralisia Cerebral da região sul do país PartiCipa Brasil- Primeiro ano
Vefago, Lisiane Varela
Este estudo teve como objetivo traçar um perfil de funcionalidade de crianças e adolescentes com paralisia cerebral (PC) na região sul do Brasil e acompanhar as mudanças longitudinais em funcionalidade e incapacidade durante o primeiro ano de reavaliações. Para compreender o contexto sociodemográfico e características clínicas utilizou-se o formulário “Fatores Contextuais”. Para identificar a área do corpo mais afetada, empregou-se o questionário “Topografia”. A avaliação das habilidades motoras grossas e das habilidades manuais ocorreu por meio do “Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS)” e do “Sistema de Classificação da Habilidade Manual (MACS)”. Se utilizou do questionário “Escala de Mobilidade Funcional (FMS)” para avaliar o tipo de locomoção e o “Pediatric Evaluation of Disability Inventory Computer Adaptative Test (PEDI-CAT)” para avaliar a funcionalidade. Foram avaliadas 49 crianças/adolescentes, majoritariamente do sexo masculino (67,35%), com idade entre cinco e 10 anos (44,90%). A maioria apresentou quadriplegia (39,13%), bilateral (67,39%), do tipo espástica (67,35) e comprometimento motor grave, com 42,86% classificados como GMFCS V. Os dados sociodemográficos indicaram que a maioria das famílias avaliadas reside em Santa Catarina (73,47%), possui até três pessoas no domicílio (51,02%), tem renda igual ou inferior a três salários-mínimos (83,67%) e recebe o Benefício de Prestação Continuada (65,31%). A principal cuidadora é a mãe (97,96%), em sua maioria tendo cursado o ensino médio (44,90%) e sem trabalho remunerado (55,10%). As reavaliações revelaram que 10% dos 20 participantes apresentaram um aumento no nível do GMFCS, 35% tiveram alterações no nível do MACS e na forma de locomoção. No questionário PEDI-CAT, 75% dos participantes mostraram alterações nos domínios de "atividades diárias", "mobilidade" e "social/cognitivo", enquanto 55% tiveram alterações no domínio "responsabilidades". Os resultados indicam que a maioria das crianças enfrentam desafios significativos em mobilidade, habilidades manuais e comunicação, além de outras complicações associadas. O acompanhamento longitudinal destacou a importância de monitorar as mudanças no perfil de funcionalidade para ajustar as intervenções terapêuticas e desenvolver estratégias mais eficazes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de Ciências da Saúde
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259139">
<title>Associação entre função cognitiva e dinapenia em idosos brasileiros - ELSI-Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259139</link>
<description>Associação entre função cognitiva e dinapenia em idosos brasileiros - ELSI-Brasil
Toniolo, Edgar Ferreira
O envelhecimento provoca alterações nos sistemas do corpo humano, como a diminuição da força muscular (dinapenia) e o declínio de habilidades cognitivas, que podem levar ao comprometimento cognitivo leve ou demência. Esses problemas podem ter uma fisiopatologia similar e resultar em graves déficits funcionais. Este estudo busca identificar a associação entre cognição deficitária e dinapenia em idosos brasileiros. &#13;
O estudo transversal foi realizado com dados da primeira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil, CAAE 34649814.3.0000.5091). Foram selecionados 4370 idosos acima de 60 anos, com dados completos. Variáveis de interesse foram a dinapenia (exposição) e a função cognitiva (desfecho). A dinapenia foi avaliada pela média das três medidas da Força de Preensão Manual, e os pontos de corte foram &lt;26 kg para homens e &lt;16 kg para mulheres. A função cognitiva foi avaliada por testes de orientação temporal, memória imediata e tardia, e fluência verbal. As pontuações foram convertidas em escores z, ajustados por idade, sexo e escolaridade, para identificar participantes com desempenho cognitivo abaixo da média por mais de um desvio padrão, classificados como escore z abaixo do esperado (EzAE). &#13;
A análise estatística foi feita no Stata 16.0 para calcular frequências, associações e razões de prevalências brutas e ajustadas. As associações e razões de prevalências do desfecho  (EzAE) em relação à principal exposição (dinapenia) foram estimadas por regressão de Poisson, com IC de 95%.&#13;
A análise ajustada dos resultados revelou uma razão de prevalência de 1,48 (IC95%: 1,21 - 1,81) entre dinapenia e EzAE, indicando uma associação significativa. Além disso, inatividade física (RP: 1,27), tabagismo (RP: 1,31), depressão (RP: 1,32) e renda mais baixa, com indivíduos nos tercis inferior e médio apresentando RP de 1,47 e 1,77, respectivamente, também mostraram associação com o desfecho. Conclui-se, por fim, que a presença de dinapenia está associada a EzAE em idosos, bem como inatividade física, tabagismo e depressão. 
Iniciação Científica (Medicina) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde do câmpus Araranguá. Câmpus Araranguá. Medicina.
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<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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